Eu Nao sou Perfeita So apenas eu
Se eu não morri com tudo o que me aconteceu,
é porque nasci para ser protagonista.
Não figurante de dor alheia, nem espectador do meu próprio fim.
Já me perdi em abismos que ninguém viu.
Engoli silêncios, virei cicatriz.
Vi o mundo desabar… e ainda assim, fiquei de pé.
Aprendi a costurar minha alma nos dias em que só o vazio me acompanhava.
E foi ali, no fundo, que descobri:
quem sobrevive, não volta igual.
Volta dono da própria história.
A dor tentou me enterrar,
mas esqueceu que eu sou semente.
Hoje, reescrevo meu destino com coragem nas mãos
fogo no peito.
Porque quem já esteve no fim…
entende que o recomeço é um lugar sagrado.
E eu?
Não aceito mais ser pequeno onde nasci para ser imenso.
Ser emocionado virou piada. Sentir demais virou fraqueza. Mas eu te digo: fraco é quem finge não sentir. Fraco é quem vive pela metade pra parecer forte. Eu prefiro ser exagero, prefiro ser verdade. Prefiro transbordar do que secar por dentro. Porque gente rasa... não mergulha. Só toca a superfície e vai embora. Mas quem sente com a alma, quem ama de verdade, quem se entrega sem medo... esses ficam. Esses valem a pena. E se for pra amar, que seja com coragem. Que seja com tudo. Sem medo do ridículo, sem medo do "e se", sem medo de sentir. Que os emocionados se encontrem. E que ninguém mais se envergonhe por ter um coração que ainda pulsa de verdade. Exploda-se, amor! Seja emoção, seja intensidade, seja alma. Porque quem sente pouco... vive pouco.
Ser intenso é um risco, mas viver pelo raso é pior. Eu não sei viver pela metade, e quem sente pouco nunca vai entender quem transborda.
Não estou mais me prendendo.
Nem às versões antigas de mim, nem do que esperavam que eu fosse.
Estou escrevendo coisas novas...
Sobre mim, sobre a vida, sobre o que realmente pulsa aqui dentro.
A energia mudou. E com ela, minha forma de sentir, viver e compartilhar.
Agora é sobre verdade. Sobre ser inteiro. Sobre não caber onde não
expande. E deixar fluir o que é meu sem medo, sem freios. Se conecta quem vibra igual. E quem não entende... É porque ainda não
aprendeu a se ouvir de verdade.
Ser intenso… me dilacera. Mas ser raso me apodrece.Eu não sei fingir leveza quando tudo em mim é peso.Sinto demais. Sempre senti.E juro… já tentei caber no silêncio, sorrir pequeno, amar pela metade.Mas não dá.Engolir sentimento me sufoca. Me arde. Me mata por dentro, aos poucos.O mundo pede calma. Eu sou incêndio.Queria ser fácil. Mas sou verdade, crua, dura, inteira.E se isso assusta... queassuste.Antes um coração que explode… do que uma alma que se apaga. Nessa vida que exige calma e superficialidade, ser intenso é um grito solitário dentro do caos. É carregar um peso que ninguém vê, amar com a alma exposta, sentir cada emoção como se fosse o último instante. É tentar se encaixar num mundo feito para o fácil, mas não conseguir. É viver com o coração na pele, ferido e pulsante, não por escolha, mas porque a verdade de quem somos não cabe em meio-termos. Essa intensidade que cansa, que dói, que queima é o que nos mantém vivos. Porque, no fim, é preferível explodir em verdade do que se apagar na mentira do silêncio.
A solitude ensina: se não for além do que eu me dou, não vale a pena. Ou é tudo… ou não é nada. Meio termo nunca me coube.
Responsabilidade afetiva não é te querer… É saber se eu tenho o direito de ficar. Antes de querer alguém, aprende a não bagunçar o que já tá em paz. Solitude não é solidão… É paz sem interferência. Descobri que o melhor som do mundo… É o silêncio de onde ninguém bagunça minha paz. Amor-próprio também é aprender a ir embora… Em silêncio. Cuidado: tem gente que chama egoísmo… Mas é só o peso de nunca ter respeitado o outro. Não grito, não imploro, não explico. Quem não percebe meu silêncio… Não merecia meu barulho.
Depois que eu perco a admiração, não adianta correr atrás. Quem vacila com o que é raro, aprende com a ausência.
Anoites que eu não durmo os pensamentos me consomem e o único medo que tenho é o de fracassar, mas eu sei que dentro de mim sempre haver algo que vai me impedir de desistir, eu sei que vou chegar aonde eu quero, eu já fui um fracassado e sei bem o sentimento, e nunca mais eu volto a sentir isso novamente, pois mesmo que eu fraqueje DEUS sempre me dar forcas.
E quando amanheço em ti, o dia discorre feliz.
Eu sei que a vida não é um mar de rosas, sei também que há dias de quietude, aqueles dias que só queremos nós mesmos.
Mas se amanheço em ti, a esperança me acolhe, o sol renasce, me faz sorrir.
É quando amanheço em ti que o amor inunda em mim...
Não há nada que eu queira mais do que lhe encontrar.
Pois eu sei que quando meu coração no teu encostar, o amor há de transbordar...
Será um dia bonito.
Feito poesia de Cecília Meireles.
Nosso beijo será intenso e doce, feito poesia de Drummond.
A gente vai entrelaçar as mãos, e eu vou ficar corada...
Vou sentir você Amor...
O seu toque.
O seu cheiro.
O seu beijo.
Meu olhar vai brilhar...
Cê sabe que sou emotiva.
Então cê vai me fazer sorrir...
Do jeito que só você sabe.
E o dia seguirá bonito.
Ensolarado.
Pois estarei com Meu Amor ao meu lado...
E quando a noite vier...
Será uma linda poesia de Neruda...
"Eu floresço ao teu lado,
pois és meu amado.
Não importa a estação,
haverá sempre
perfume de flores
em nossas mãos."
S i m p l e s A s s i m
Quanto mais eu observo,
menos eu absorvo.
Não me envolvo.
Permaneço distante,
deixo ir
o que não faz
parte de mim.
Bem vindo será
o verdadeiro,
o que ama
por inteiro.
Quero amar
pra lá do horizonte.
Sem nenhuma ponte,
nenhum muro,
nenhum mar.
Já não bastam
as dificuldades
que tenho
que enfrentar.
Quero o amor simples.
Que me abrace,
olhe em meus olhos,
apenas sorria.
Quero o amor cúmplice.
Que me beije docemente,
seja simplesmente
calmaria.
O amor é sintonia.
É uma despedida
Sim... Foi um adeus....
Há alguns anos, eu me apaixonei.
Não por alguém… mas por um instante.
Foi um sorriso.
E nele, algo em mim acendeu como se sempre tivesse estado ali, adormecido.
Houve um abraço.
E, por um breve momento, eu me senti em casa… como se pertencesse a algo que nunca foi meu.
E talvez esse seja o problema.
Às vezes, a gente não se apaixona pela pessoa. A gente se apaixona pelo que sente perto dela.
E eu senti.
Senti muito.
Foram instantes que se prolongaram por mil…
Eu revivi. Eu me encontrei. Eu me perdi.
Sabe aquelas histórias que a gente acha que consegue controlar?
Eu não consegui.
Mas hoje eu entendo…
ele talvez nunca tenha estado nela.
E, mesmo assim, eu fiquei.
Não ao lado dele… mas na sensação.
Porque há encontros que não acontecem no mundo, acontecem dentro da gente.
Mas, ao vê-lo, eu soube. O adeus já existia… antes mesmo de qualquer começo.
E ainda assim, eu quis me enganar.
Ah, como eu queria só mais alguns instantes…
para congelar aquele sorriso que, por um segundo, pareceu meu.
Teve um quase.
Um quase beijo.
Um quase nós.
Mas nunca foi.
E ali, no silêncio entre o que sentimos e o que não aconteceu…
eu vi morrer o que nunca viveu além dos meus mais remotos pensamentos.
Não houve história.
Não houve nós.
Só um sentir grande demais…
para caber na realidade.
E mesmo assim… doeu.
Porque foi real pra mim.
Porque, por um instante,
eu vi em você algo além de mim.
E talvez seja isso…
Algumas pessoas não entram na nossa vida para ficar. Entram só para despertar algo dentro da gente.
E depois… vão embora....
Tantos abraços perfeitos.
E todos os desencontros…
Porque eu não estive ali.
Porque não era você aqui.
Eu não me importo se as pessoas gostam ou não da minha pessoa, acredito que todas têm o direito, tanto da repulsa quanto do amor ou até mesmo o fingimento.
Sonhos
Há 25 anos eu não existia e em 2125 eu não existirei mais.
E, nesse curto espaço de tempo, estou aprendendo que os erros cometidos é a principal parte para nos evoluir e, quanto mais tentamos mais erramos.
É assim com tudo!
E, se eu morrer hoje, já consegui o que eu mais queria, tentar me tornar melhor a cada dia.
Oito ou oitenta.
Eu não consigo ser temperante, assim como sugere Aristóteles; a depender da situação sou oito ou, oitenta – não consigo ser quarenta.
Ao me descobrir eu posso me desconstruir, logo me libertar. Tente caminhos alternativos, ainda não conhecidos. Por conseguinte, sinta-se leve e livre; desconstrua-se, só assim conseguirá construir-se.
