Eu Nao sou Perfeita So apenas eu
Caminho não me preocupando com nada ultimamente, mas em todas as orações eu peço ao Senhor oque eu preciso segundo a vontade dEle, sempre com o coração agradecido. E a paz de Deus, que ninguém consegue entender, guardará o nosso coração e a nossa mente, pois estão unidos com Cristo Jesus.
O NOME NÃO DIZ TUDO
Em um final de tarde, estando eu, a passear pelas rua do Recife, fui atraído por um vendedor de livros. O sujeito começou a me mostrar os livros mais antigo, percebendo o meu interesse, abriu um grande baú, de onde tirou vários títulos.
O titulo que me chamou a atenção foi “ESPALHA BRASAS”de um escritor Paraibano de nome José Cavalcante. Folhei-o lentamente, e dei de cara com os seguintes versos:
Eu sou José Cavalcante
Conhecido por Zé bala
Moço, fui bicho elegante
Velho, foi-se minha gala
Mulher a de pouco siso
Que me chamam de pidão
Eu peço por que preciso
E elas porque me dão.
Comprei, paguei cinco reais por uma obra tão rara, esse é o valor do escritor brasileiro.
Continuei meu caminho, vinte minutos depois, esteva na praça dois irmão, eis aqui um lugar que deveria ser cuidado pensei! Cuidam nada! esses caras querem, é só gastar o dinheiro do povo. Isso eu só pensei, quem repetiu meu pensamento, foi um jovem casal que passava ao meu lado. (até parecia que lia meus pensamentos).
poucos minutos depois, estava assentado em um antigo banco de metal, debaixo de uma grande arvore.
Em vão procurei algum fruto, afim de identificar a arvore, isso mesmo, frutos, só identifico a arvore pelo fruto, e isso não é um principio bíblico, é falta de conhecimento mesmo. Se tem manga, repito: essa é uma mangueira, se eu vejo goiaba, já a identifico imediatamente como sendo uma goiabeira, e da ir por diante.
Não vi fruto, valia a sombra.
Fui a leitura, agora com mais calma, sendo interropindo as vezes, por uma mãe raivosa.
-sai daí menino, deixa o animal quieto!
-mãe, ele quer me morder!
Lia, e absorvia cada pagina!
Eu sou um tipo de animal que não morde crianças. Ou mordo?
Cinco minutos de pleno silêncio. É nesses momentos que me transporto de um lugar a outro com facilidade.
O pensamento cria asas.
Passaria o resto da minha vida ali. Aquele banco de ferro, ou era de bronze? Não sei. Só sei que faria dele o meu mausoléu, tal qual Manoel Bandeira. Percorreria as mesmas ruas. Visitaria aquela criança doente. "Em uma casa, a mãe embala uma criança doente".
Faria uma reforma na "Ponte Buarque de macedo, indo em direção a casa agra" E como Augusto dos Anjos, "Assombrado com minha sombra magra"
Construiria a minha tese em cima dos versos de Mario Quitana.
Todos aqueles que atravessa meu caminho
Eles passarão
Eu, passarinho.
Ou simplesmente releria as ultimas estrofes de Zé Cavalcante:
Eu peço por que preciso
E elas por que me dão.
Tudo seria possível, se não fosse aquele grito, que parecia vir do além.
Cruel, ou Cruel! Vem aqui por favor!
Fui tentado a sair do meu transe momentâneo, e me transporta a vida real.
O grito de alguém, chamando outro alguém, eram insistente, Cruel, ou Cruel.
Fui forçado a me virar. Mais não fiz isso de forma brusca, agi como que estar em câmara lenta, estava mas curioso em saber quem era Cruel, do que, em quem chamava.
Seria algum animal? se fosse, o animal, seria da raça Pit-Bul, sendo assim, seria melhor eu ser cauteloso em meus movimentos.
De repente, passa por me um jovem, não era do tipo negrão, Galegão, ricardão. Era apenas um jovem.
Era magro, muito magro.
fixei meu olhar naquela figura. Seus traços finos, voz suave. No seu andar, tinha a leveza da brisa. Mãos na cintura. Caminhava devagar. Quase parando.
Chega até sei interlocutor, poe-lhe a palma da mão no ombro, sacode a cabeça e pergunta:
-Que queres?
Passavam das seis horas.
Levantei. Sair caminhando lentamente, enquarto pensava:
O nome não diz tudo.
"E eu te olhei tantas vezes implorando. Não morre, por favor. Seja ele, seja o homem que perde um segundo de ar quando me vê..."
Ainda posso vê-lo, com aquele sorriso debochado e um olhar de brilho triste.
Eu não pude desviar o olhar. Aquela tristeza cabia tão perfeitamente na minha.
E foi nessa madrugada que eu senti a dor dela. Que a dor dela se pareceu com a minha. Não a dor da morte, mas a dor de sentir o amado se ir, aos poucos, sem poder fazer algo concreto.
A morte é uma coisa pequena, que faz parte da vida, mas leva coisas irreparáveis, inesquecíveis. É sempre doloroso ver quem você ama, partir. Seja qual for o destino.
Trazemos todas as dores do mundo e todos os sorrisos que demos. Todas as madrugadas de conversas e as brincadeiras sem fundamento.
A gente começa a entender a simplicidade, quando algo tão pequeno e complexo, como a morte, aparece. A gente sempre aprende no erro e na dor.
Nunca fui e nem quero ser exemplo, muito menos, motivador. Mas ainda quero me arrepender o menos possível quando eu ver quem amo, partir.
Ela, com lágrimas nos olhos, mostrou a dor que sentia e sente. Amoleceu minha perna e me fez doer o peito.
Nem com lágrimas nos olhos e rosto abatido, deixava de ser linda e encantar qualquer vida que se fizesse presente.
Moça, as lágrimas virão novamente. Elas rolarão pelo teu rosto e talvez molhem sua boca, sem alguém para enxugá-las. Mas a vida ensina que a lágrima é salgada e viver ainda é doce.
Somos fortes e calejados pelos destino. Temos o orgulho de poder encarar a vida e termos seres que nos amam.
Que esse sorriso nunca se apague. Que esse amor, nunca se esgote.
E que essa vida, seja digna das lágrimas de nossos amados.
A verdade é que eu gosto de estar em paz e eu me sinto em paz sem você, o ruim é que não me sinto feliz.
As vezes, não sei qual é o pior, se é não ter paz ou não ser feliz...
Cheguei a conclusão de que eu me dôo muito pra aceitar tão pouco das pessoas e que não é qualquer um que merece viver no meu pedestal. Eu sou 8 ou 80, não sei gostar pouco. Quando eu gosto, gosto até dos desfeitos, quando não gosto, não há qualidade que sobressaia. Eu sou do tipo que demonstro tudo que sinto e não espere eu te procurar pra falar o que penso, sou transparente demais pra você entender quando as coisas não vão bem. Eu vivo com a cabeça no futuro, feliz é aquele que vai fazer parte dele. Eu não sou ciumenta, sou possessiva! Troco fidelidade por lealdade. Prefiro alguém pra toda vida do que um por noite. Tenho o desejo de construir uma família tipo aquelas de comercial de margarina. E quero logo, quero já! Então depois de tantos tombos eu resolvi me proteger de tudo o que possa me causar alguma dor, a partir de hoje só entra ou permanece na vida quem realmente merece ficar, sem desculpas, sem medo, sem dúvidas!
Eu estou a procura de mim mesma e não me encontro em lugar algum onde foi que me perdi.
Fico imaginando como são as coisas abrimos sempre a porta do nosso coração a pessoas que nunca antes pensamos ou imaginamos que elas existisse ou que poderia passa na nossa vida.
Então no caderninho da vida tenho muitas historia pra conta mesmo não podendo! Eu soube, e vou vive tudo que tenho que viver com sabedoria e destreza e só assim poderei um dia disser-eu sim vivi realmente o que eu queria viver levo comigo sempre nas lembranças saudade de você.
Se eu for mais que isso vou deixar de ser eu mesma...
Já não te inspiro
Já não te surto
Já não te emociono
Acabou adrenalina
Acabou desejo
Acabou o coração parar
A falta de ar
A bolha estourou
A história esfriou
Eu fiz de tudo ...
Eu fiz história pra contar história
Eu fui um momento passageiro
Já não me faço notória
Nem sonhos nem pensamentos ...
Me fiz apagar
Por não querer mais suspirar,
Por mim
"Não tema. Enquanto o mundo te condena por seus desejos, eu aceito de bom grado todos seus pecados. Não quero seu mau, tampouco sua destruição, posso te oferecer tudo o que pede a ambição em seu coração, em troca… sua simples alma, basta que aperte a minha mão."
Esperar não é uma das minhas virtudes, mas por você eu esperarei uma volta do ponteiro do meu relógio, mesmo ele estando parado.
"Hoje, procuro me aproximar das pessoas que eu não gosto, porque as que gosto, já estão todas comigo".
Saudade da idade,
Que caiçara eu era,
Não conhecia as feras,
Vivia em minha atmosfera
No mundo da lua,
Na rua,tomando chuva,
Não sabia o que era,
Só sentia,
Uma energia,
Que dominava meu ser,
Recarregava de energia meu viver,
Infância é inocência,
Consequência a experiência,
Da consciência dessa fase,
Foi o que me deu base,
Pra manter aberto meu coração,
Depois que conheci o resto da nação,
Essa que não divide o pão,
Ainda tira o que poucos tem,
Difícil me manter zen,
Porque não vivo mais no mato,
Agora só asfalto,assalto,
Aí olho pro alto,
E lembro da maresia,
Que sentia,
Quando boiava no mar,
E olhava, é o mesmo ar,
Então consigo me conectar,
Lembrar,
Que não existe caminhos sem espinhos,
Mas eles não podem me machucar,
Pois estou aqui para a luz levar !
Eu tenho $onho$!
O$ $onho$ que tenho!
A vida é mai$ do que i$$o.
De$$a maneira não entro no paraiSo.
(quem sabe ainda não escrevo um livro - Me falta viver para escrever. 21/05/2015 - 18 Anos)
VARANDO A MADRUGADA
O espaço
do passo
que eu passo
não passa
do espaço
de um passo
....[sic]...
Alguém online?
passa...
é teu o espaço
eu já passei...
mel - ((*_*))
