Eu Nao sou Perfeita So apenas eu
Eu não paro. Eu sigo adiante. Por mais que o mundo desabe, a poeira levante e a ventania de emoções me desequilibre, eu continuo andando. Se as cores fugirem, eu tenho meu próprio tom. Se a tempestade chegar, lavo a alma. Se a ilusão me cruzar, ofereço meu otimismo. Nada me para. A vida deve ser vivida, e o medo de errar nos tornam incapazes. Falam que eu tenho sorte, prefiro dizer que tenho fé. A estrada é grande, mas eu continuo a andar e seja bem vindo quem quiser me acompanhar.
Retornar, retornar, não importa quantas vezes, eu sempre escolherei retornar. Repetindo o mesmo período de tempo, de novo e de novo, procurando pela única saída. Um caminho fora do destino do desespero.
Meus Delírios
Estou alucinado já não sei o que fazer!
Você me domina, hipnotiza,
Eu não consigo te esquecer!
Tua boca,
Teus olhos,
Não paro de imaginar!
Já estou ficando louco
De vontade de te beijar!
Então você levanta
E vem em minha direção.
O teu jeito,
O teu corpo,
Me deixa louco de paixão.
Um toque,
Um sussurro,
Um beijo apaixonado.
Não posso mais me segurar,
Eu estou descontrolado!
Minha mão deslisa no teu corpo e
Tua boca beija minha boca e ai
Minha roupa cai no chão,
Tua roupa cai no chão.
Então
Te jogo na parede nossos corpos se enroscam.
Então
Te beijo o corpo inteiro: boca, seios, coxas e costa.
Então
Rolamos pelo chão e faço do jeito que você gosta.
E ai
Nossos corpos se contraem de prazer. Oh minha nossa!
Um ser animalesco,
Agoniando no chão.
Um animal de oito patas,
Movido pela paixão.
Somos dois corpos suados,
Juntos em um único ser.
Dois amantes,
Apaixonados,
Cansados de tanto prazer!
Mas não consigo mais parar!
Minha mão deslisa no teu corpo e
Tua boca beija minha boca e ai
Minha roupa cai no chão,
Tua roupa cai no chão.
Então
Te jogo na parede nossos corpos se enroscam.
Então
Te beijo o corpo inteiro: boca, seios, coxas e costa.
Então
Rolamos pelo chão e faço do jeito que você gosta.
E ai
Nossos corpos se contraem de prazer. Oh minha nossa!
Eu não preciso me submeter a nada para provar algo pra qualquer pessoa. Não me preocupo com opnião alheia, simplesmente porque é alheia.
Amei você de um modo que se você conseguir que outra te ame, não desgrude dela como permitiu que eu desgrudasse de você, e acredite quando digo que não te culpo pelo nosso rompimento, não culpo agora, que sei que você não tinha controle sobre meu ímpeto de me machucar.
É natal! Mas que maravilha... Essa data nos move em compaixão. Eu queria dar o que não tenho e ver as crianças em reunião, brincando felizes e orgulhosas. Ao ver de perto a alegria dessas crianças simples que não conheço, eu as amaria como sempre sonhei. Ajudaria no que precisassem, para vê-las sorrir por um dia e aprenderia muito com elas também. Dividiria preciosos momentos de pura fantasia. Ensinaria o verdadeiro significado da palavra amor e juntos comemoraríamos o nascimento de Jesus.
E, eu não vejo a hora, de acabar com essa distancia toda. Não vejo a hora, de eu começar o meu dia, abrindo os meus olhos, olhando pro lado na cama, e vendo você, toda descabelada, e eu apenas ali, sorrindo, eu a acordando com beijos e dizendo, ‘bom dia meu amor’, e você nervosa, querendo dormir mais, e nesse instante, irei começar a te fazer cocegas, até você não aguentar mais e levantar da cama. Nós iriamos pro banheiro, e lá tomaríamos banho juntos. Depois, eu iria para a sala, e você para a cozinha, enquanto eu escolheria um filme pra assistir, você prepararia algo pra nós comermos, então, você viria, deitaria junto comigo em um colchão, ali mesmo estendido de qualquer jeito na sala, e ali, assistiríamos o filme, logo depois do filme, eu iria assistir o jogo do meu time, e você ali em cima, torcendo contra. Com o término do jogo, logo você iria correndo ligar o vídeo game, e jogaríamos o seu jogo favorito. No final, eu te deixaria ganhar, e jogaria isso na sua cara como de costume, você não iria gostar, e ali começaríamos a ter uma briga boba. Mas no final de tudo aquilo, a gente terminaria dentro do nosso quarto, com uma noite de prazer, uma noite de amor
Aprendi que nada realmente dura para sempre.
Eu durmo com as cicatrizes eu tenho as que não irão sarar
Elas não irão sarar
Pois toda vez que pareço me apaixonar,
Crash! Boom! Bang!
Eu encontro o coração, mas então bato com a cara na parede,
Crash! Boom! Bang!
Esse é o chamado, esse é o jogo, e a dor continua a mesma.
Você não voltou, e talvez não precisaria mais, pois ficou, mesmo que eu acredite que nada é para sempre.
Eu acho assim: se não quer, não fica enganando a pessoa. Coisa de covarde.
Então você vira as costas e eu faço de conta que não me preocupo. Mas a verdade é que eu almoço você todos os dias. E hoje, quando você disse "Ei, almoça comigo?", eu disse sim como se você me pedisse em casamento. Porque eu espero todos os dias você me pedir alguma coisa. E você me pede um copo de água, me pede para alcançar a caneta pra você, me pede uma ajuda com aquela coisa toda que você faz toda semana e eu não entendo nada, mas faço de conta que sim porque eu adoro dizer sim pra você.
Meu coração diz sim pra você faz tanto tempo, mas você não pede nada pra ele. Minha boca diz sim pra você, mas você me deixa falando sozinha. Meus olhos dizem sim pra você, mas você está olhando a janela. Depois vem com todo aquele ombro largo, com toda aquela voz macia, me pede desculpas, me pede de novo. Eu gosto tanto de você.
Você fala comigo e o mundo vira qualquer outra coisa que não faz a menor diferença. Não há calor, não há frio, não há vontade qualquer de me alimentar que não seja das tuas coisas. Eu queria ser você. E ter teus olhos e a tua risada exagerada. Porque todo mundo adora você e o jeito que você ri. E eu fico morrendo de orgulho repetindo que você é meu e ninguém sabe, nem mesmo você.
Eu presto atenção no que eles dizem
Mas eles não dizem nada
Fidel e Pinochet tiram sarro de você que não faz nada
E eu começo a achar normal que algum boçal atire bombas na embaixada.
Eu abro meus olhos
Eu tento enxergar, mas eu estou cego
Pela luz branca
Não consigo lembrar como
Não consigo lembrar o por quê
Estou deitado aqui esta noite
E eu não posso suportar a dor
E eu não posso fazê-la ir embora
Não, eu não consigo suportar a dor
Como pôde acontecer isso comigo?
Eu cometi meus erros
Não tenho para onde fugir
A noite continua
Enquanto sumo aos poucos
Eu estou cansado desta vida
Eu só quero gritar:
Como pôde acontecer isso comigo?
Todo mundo está gritando
Eu tento fazer um som
Mas ninguém me ouve
Eu estou deslizando fora da borda
Eu estou pendurado por um fio
Eu quero começar isso mais uma vez
Então, eu tento segurar
Em um tempo quando nada importava
E eu não posso explicar o que aconteceu
E eu não posso apagar as coisas que eu fiz
Não, não posso
Como pôde acontecer isso comigo?
Eu cometi meus erros
Não tenho para onde fugir
A noite continua
Enquanto sumo aos poucos
Eu estou cansado desta vida
Eu só quero gritar:
Como pôde acontecer isso comigo?
Eu cometi meus erros
Não tenho para onde fugir
A noite continua
Enquanto sumo aos poucos
Eu estou cansado desta vida
Eu só quero gritar:
Como pôde acontecer isso comigo?
É que as vezes eu tento ser perfeito...
Mas depois me lembro que pessoas perfeitas não existem...
E que querer ser perfeito é o mesmo que que desejar não existir!
Na sala da minha casa tem uma TV que não liga.
Eu poderia mandá-la para arrumar ou jogar fora
e comprar outra nova, mas eu gosto dela assim.
Aprecio sua companhia e seu afável silêncio.
Às vezes sento-me no sofá e fico olhando para ela.
Ela é preta, e quando está dia me reflete.
É nesse momento em que eu paro para pensar em mim.
Gosto de ser espectador dos capítulos da minha vida.
Agora penso: se a TV estivesse ligada eu não me veria.
É tão fútil ouvir falarem sobre sua programação.
Eu não preciso desse falso entretenimento e viva alienação.
Preciso demais de mais vida e me ver na tela preta.
