Eu Nao sou Perfeita So apenas eu

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Quem te viu no chão não vai entender o seu novo nível. Não explique a sua subida: apenas continueavançando
emsilêncio
🤫✨️

Minha fé não é apenas uma palavra, é a minha vida. Tenho Deus comigo todos
os dias
🙏💙

“Existem silêncios que não significam ausência, mas apenas o momento em que a alma está tentando organizar tudo aquilo que o coração ainda não conseguiu dizer.”

“Há pensamentos que não pedem uma resposta; pedem apenas que alguém tenha coragem de permanecer dentro deles até que deixem de doer.”

Roupa nova não levanta autoestima, apenas engana. O olhar da autoestima é contagiante e faz não notar a roupa.

Eí,quando sentires o cheiro da vitória não fale ,apenas sorria.

Se a razão da sua esperança não for Jesus Cristo, então é vã sua fé, sua vida apenas existe, sem sabor e sem luz .

O tempo não nos pertence.
É-nos apenas emprestado, instante a instante, sem promessa de devolução.

A existência não é posse, é usufruto: cabe-nos a tarefa, sempre inacabada, de converter o que nos é dado em sentido.”

Cair não é o fim da sua história, é apenas o sinal de que sua alma precisa respirar. Respeite o seu cansaço e lembre-se de que até as maiores fortalezas precis

O espelho não devolve apenas feições. Devolve escolhas. Cansaços. Contradições. Devolve a distância entre quem acreditávamos ser e quem estamos nos tornando enquanto ninguém está olhando.

No encontro das nossas metades, o tempo perde a pressa e o mundo silencia.


Não é apenas a paz de duas almas que se reconhecem, mas a febre de dois corpos que nasceram para colidir. No primeiro toque, a eletricidade acorda; na respiração dividida, o desejo se declara.


Somos o encaixe exato e voraz, onde o amor se escreve na linguagem da pele, do suor e dos suspiros. Uma entrega sem freios, um incêndio particular que queima a madrugada até desaguar na mais doce calmaria.

Seria assim tão estranho não desejar a vida?

Não desejar a morte — apenas não desejar a vida.

Talvez exista uma diferença entre essas duas coisas que raramente nos permitimos pensar.

Não falo daquele sofrimento profundo que transforma a própria existência em peso, nem da angústia de quem deseja desesperadamente desaparecer. Falo de algo mais silencioso. Mais difícil de explicar.

Uma espécie de ausência.

A vida continua, o corpo acorda, os dias passam, as pessoas chegam e vão, o mundo permanece acontecendo diante dos nossos olhos. E nós seguimos junto com ele.

Não porque tenhamos sede da vida.

Apenas porque estamos vivos.

E talvez seja estranho admitir isso em um mundo que parece exigir de nós uma paixão constante pela existência. Esperam que desejemos crescer, conquistar, amar, viajar, construir, envelhecer. Esperam planos para amanhã e motivos para levantar hoje.

Mas e quando não há esse desejo?

Quando viver não dói o suficiente para querer partir, mas também não encanta o bastante para querer permanecer?

Talvez exista um intervalo entre querer viver e querer morrer.

Um lugar quase sem nome, onde a pessoa não deseja necessariamente abandonar a existência, mas também não sente que precisa agarrar-se a ela.

Ela simplesmente continua.

Levanta porque amanheceu.

Come porque tem fome.

Trabalha porque precisa.

Sorri porque alguém sorriu.

Dorme porque o dia acabou.

E, no dia seguinte, tudo recomeça.

Talvez o mais estranho não seja isso.

Talvez o mais estranho seja a nossa necessidade de transformar toda existência em uma declaração de amor à própria vida.

Como se estar vivo exigisse entusiasmo.

Como se sobreviver tivesse que significar desejar.

Como se aquele que não sente uma profunda vontade de viver estivesse, necessariamente, quebrado.

Mas será que estamos?

Ou será que existe uma diferença entre amar a vida e simplesmente aceitá-la?

Talvez algumas pessoas atravessem determinados períodos sem encontrar na existência algo que as faça dizer “eu quero estar aqui”, mas ainda assim continuem abertas à possibilidade de que alguma coisa aconteça.

Um encontro.

Uma conversa.

Uma manhã qualquer.

Uma música.

Um lugar.

Uma pessoa.

Ou simplesmente uma versão de si mesmas que ainda não conheceram.

Talvez continuar não seja necessariamente desejar a vida.

Às vezes, continuar é apenas não fechar completamente a porta.

E talvez isso já seja alguma coisa.

Porque há dias em que viver parece uma escolha.

Em outros, parece apenas uma sequência.

E há momentos em que nem sequer sabemos se estamos escolhendo ou apenas seguindo o movimento das coisas.

Talvez a vida seja estranha justamente por isso.

Ela não nos pergunta todos os dias se queremos estar aqui.

Ela simplesmente amanhece.

E nós precisamos decidir o que fazer com mais um dia.

Talvez eu não precise sentir uma fome imensa pela existência para continuar existindo.

Talvez eu possa apenas caminhar enquanto procuro alguma razão que ainda não conheço.

E talvez, no fim, a vontade de viver não seja algo que precisamos possuir o tempo inteiro.

Talvez ela também possa ser encontrada.

Aos poucos.

No meio do caminho.

Sem promessa.

Sem certeza.

Sem nome.

Apenas aquela pequena sensação de que, apesar de ainda não saber exatamente por quê,

talvez amanhã valha a pena descobrir.


Não existe fórmula para a vida,
apenas as garras dos famintos a controlá-lo.

O que não faltam são esses abutres, ávidos por controle, em uma eterna luta por poder, regado de emoções desequilibradas.

A sociedade não é apenas imperfeita.


Ela é estruturada sobre camadas de ficção funcional que a maioria consegue sustentar por dentro.


Quem não se adapta, adoece.

"Não briguem pelos meus erros. Não lutem pelo que deixarei para trás. Apenas preocupem-se em deixar-me descansar em paz." (FURUCUTO, P. D., 2026).

"Quem aprende Matemática não aprende apenas a calcular. Aprende a pensar, a analisar e a encontrar soluções para os desafios da vida. Sem esse conhecimento, a adaptação aos problemas do quotidiano torna-se mais difícil."
FURUCUTO, P. D., 2026.

A justiça não existe apenas para punir o passado, mas para impedir que a injustiça se transforme em destino.

A razão não destrói o mistério; apenas nos ensina a conviver com ele sem inventar respostas.

"A vitória definitiva da civilização sobre o terror não consistirá apenas em derrotar aqueles que disseminam o medo, mas em impedir que o medo nos transforme naquilo que combatemos. É preciso preservar a liberdade sem suprimi-la, garantir a segurança sem renunciar à justiça e honrar a memória sem convertê-la em vingança."

"Não trabalhe apenas para vencer, mas para ser inabalável. O mal não planeja a vitória primeiro; ele foca em ser forte, pois sabe que a força domina o tempo."