Eu Nao sou Perfeita So apenas eu
O sol se inclina no horizonte,
e a Base de Santa Cruz silencia por um instante...
Não é o som das armas que domina o ar,
mas o pulsar de dois corações que escolheram caminhar juntos.
Hoje, diante dos irmãos e irmãs de farda,
somos testemunhas de algo que nenhuma patente explica:
o amor força que nenhuma guerra vence, e nenhum comando apaga.
Loba Hanson e Ravenna Leatrice...
duas almas forjadas na disciplina,
lapidadas na dor,
e elevadas pela coragem.
Hoje não há hierarquia entre vocês.
Não há posto, nem comando
apenas o sagrado laço de duas vidas que se reconhecem.
O amor é o mais nobre dos pactos,
e esta cerimônia não marca o início de uma caminhada,
mas o reencontro de duas almas que sempre pertenceram uma à outra.
Loba — que carrega em si a bravura e o instinto de proteção.
Ravenna — que traz na alma a sabedoria e a chama serena.
Juntas, formam o equilíbrio perfeito entre força e ternura,
razão e sentimento,
guerra e paz.
Que este laço seja luz nos dias escuros,
escudo nas horas de batalha,
e abrigo quando o mundo lá fora se tornar frio demais.
Bênção poética
Então que o vento leve o nome de vocês
para além dos muros da Base,
e que os céus de Santa Cruz testemunhem esta união.
Que as estrelas desta noite guardem suas promessas,
e que, onde houver escuridão,
seja o amor de vocês a primeira luz que se acende.
Pelo poder que me é confiado,
sob o olhar do Alto Comando e sob a benção do próprio destino,
declaro:
Loba Hanson e Ravenna Leatrice unidas pelo amor, seladas pela coragem, e eternas sob o símbolo de Santa Cruz.
🕊️✨
Que viva o amor, e que jamais falte honra ao coração que escolhe amar.
Dom Romanov, pseudônimo de Gustavo de Paula em OneState.
Às vezes o problema está não no outro necessariamente, mas talvez em você querer encontrar nos outros aquilo que você não possui ou não encontrou dentro de si, não lhe permitindo enxergar aquilo que de fato o outro tem a lhe dar.
“O maior risco não está na taxa de juros que você paga, mas na mente que decide pagá-la. A verdadeira riqueza começa na inversão da sua psicologia, não do seu extrato.”
"O verdadeiro investidor não tem pressa de ficar rico; ele tem paciência para se proteger de ficar pobre. Blindagem é a sua primeira e melhor rentabilidade."
"O seu maior ativo não é o dinheiro, mas o tempo que você compra de volta da necessidade de trabalhar. Invista para ter tempo, não para ter coisas."
"Não é o quanto você ganha que o empobrece; é o quanto você ignora sobre o seu próprio comportamento. A liberdade não é sobre o saldo, mas sobre a decisão."
"O medo de agir não é a ausência de coragem, mas a priorização do conforto imediato sobre a inevitabilidade da mudança."
"Você não está preso às suas circunstâncias; está preso às regras que sua mente criou para justificar a inação."
"A vida não é medida pelo que foi acumulado, mas pela qualidade do tempo que se recusou a trocar por dinheiro."
"Não existe equanimidade sem educação. Isso inclui até mesmo as crianças que, desde cedo, nascem com desafios à saúde mental; elas ainda assim aprendem e estudam."
“Existem pessoas que te odiarão pelo que você é e outras que te amarão pelo mesmo motivo; não se preocupe com isso. O jeito que você é, suas particularidades e essência, é único e especial. Muitas vezes esquecemos do óbvio: a singularidade de cada ser merece ser reconhecida e valorizada.”
Ela brincava com os dedos perdida em algum pensamento desimportante. Não que se pudesse entrar em sua mente e se saber o que se entranhava por ali. Nem que se fosse possível avaliar a exatidão de suas prioridades, a ponto de se calcular o que lhe importava ou não. Ela tinha um jeito meio prisioneiro de sentir: se ria, não ria. Não chorava, se chorava. Não que houvesse algum meio de se saber se guardava no peito tempestade ou pouca brisa. Mas, enquanto o vento fazia o seu curso, enquanto as mulheres com olhar cansado encurvavam o corpo de frio, e os passantes pisavam a calçada molhada... algo dela, e estritamente dela, ficava no ar. Eu apanhava com as mãos frias, disfarçando. Com um esforço quase místico. Ela doía por dentro. E eu sabia com exatidão, talvez por me doer também. Vivíamos no mesmo mundo, eu e ela, respirando a fumaça indiscreta da solidão. Sentei à sua frente inquieto. E não pelo frio ou o cinza do céu. Nem pelos cachorros solitários da praça. Sentei à sua frente. Ninguém nos compreendia. Ninguém, entre pernas e olhares apressados.
Ela tinha o olhar ensimesmado. Olhava talvez para dentro de si. Fazendo talvez as perguntas que eu fazia. Não que se pudesse investigar as possibilidades do seu mundo, nem que eu ousasse averiguar com precisão os seus anseios. Eu lhe era um desconhecido. Ela me era uma estranha. E não havia entre nós qualquer comunicação que pudesse revelar o espírito. Mas eu sabia. Eu sabia muito sobre ela. Aquela estranha. Talvez a conhecesse de alguma outra vida. Quem saberá? Depois de algum tempo ela levantou e se foi, levando parte de mim. E eu fiquei com o frio e a chuva, respirando a fumaça indiscreta da solidão.
Michelle Portugal
A escola não pode continuar a ser uma fábrica de adaptações curriculares; precisa de se tornar num laboratório de possibilidades,onde o erro é a ferramenta,o diálogo a ponte e o aluno o protagonista.
© 22 out.2025 | Luís Filipe Ribães Monteiro
Educar não é adaptar o aluno ao mundo que existe; é ajudá-lo a imaginar o mundo que ainda não nasceu.
© 22 out.2025 | Luís Filipe Ribães Monteiro
