Eu Nao sou Perfeita So apenas eu
Assisti ao filme “Dúvida” no final de semana passado, só peguei por que tinha escrito na capa 5 Indicações ao Oscar, deve ter sido Oscar de fotografia por que o filme é uma bosta (minha opinião), porém teve um trecho do filme que eu amei. Foi mais ou menos assim o sermão de um padre: “Uma mulher blasfemou com outra a respeito de um homem que ambas não conheciam, a noite ela teve pesadelos e no outro dia foi se confessar com o padre. O padre disse que ela tinha agido de maneira errada e deu a seguinte penitência: - Vá até sua casa, pegue uma faca e um travesseiro, suba no telhado e dê muitas facadas no travesseiro até que ele esteja completamente destruído. Fazendo isso volte aqui e me conte como foi. - A mulher fez como o padre pediu e retornou a igreja. Chegando lá o padre pergunto: - Me conte como foi? - Fiz tudo como senhor pediu, estraçalhei o travesseiro com a faca, enquanto eu fazia isso voavam muitas penas pra todos os lados. O que devo fazer agora? - disse a mulher. - Agora volte até lá e busque cada uma das penas que voaram. - A mulher assustada indagou: - Mas padre como farei isso? Eram muitas penas voaram pra longe, pra lugares desconhecidos. Isso é impossível. – então o padre explicou – Assim são as palavras que você jogou ao vento sobre aquele homem, impossíveis de serem recuperadas.” Não é um máximo? Eu adorei, por isso fica a lição. Suposições e interpretações nunca serão fatos, muito CUIDADO ao sair por aí falando dos outros sejam eles desconhecidos ou conhecidos.
Alimentar a ignorância é por si só um defeito de caráter gritante, mas esconde-la por trás de qualquer rótulo ou justificativa histórica e social a fim de persuadir e beneficiar-se do desinformado é um crime.
Bondade e maldade são de uma só cor, cuja tonalidade muda de acordo com o ângulo de visão de quem a olha.
Para acentuar sua autoestima é preciso aliar razão e sensibilidade. Só assim você torna-se consciente do seu próprio valor.
Pintar o amor é uma arte que todas as pessoas tem capacidade para exercer. É só segurar com firmeza e desejo o pincel da bondade.
Só Nos Resta Viver
Angela Rô Rô
Dói em mim saber que a solidão existe
E insiste no teu coração
Dói em mim sentir que a luz que guia
O meu dia, não te guia, não
Quem dera pudesse
A dor entristece
Fazer compreender
Os fracos de alma
Sem paz e sem calma
Ajudasse a ver
Que a vida é bela
Só nos resta viver
A vida é bela
Só nos resta viver
Dói em mim saber que a solidão existe
E insiste no teu coração
Dói em mim sentir que a luz que guia
O meu dia, não te guia, não
Quem dera pudesse
A dor entristece
Fazer compreender
Os fracos de alma
Sem paz e sem calma
Ajudasse a ver
Que a vida é bela
Só nos resta viver
A vida é bela
Só nos resta viver
SÓ
Esperei sózinha por ti
Te encontrei...
E sózinha, me perdi
Olho para trás
E vejo-me
Sózinha
Nunca estiveste ao pé de mim
Peço que me vejas
E... sózinha
Vejo que me vês sem olhar
Sózinha estou...
Sem estar
Perdida num mundo
Que é teu
Sozinha... eu
Em uma frase bem conhecida, Buda disse: “O ódio jamais pode cessar com ódio. O ódio só pode cessar com amor. Esta é uma lei eterna”. Podemos começar a transcender o ciclo de aversão quando conseguimos parar de ver a nós mesmos, pessoalmente, como agentes da vingança. No final, todos os seres são os donos de seu próprio carma. Se alguém causou dano, irá sofrer. Se causamos dano, iremos sofrer. Como o Buda disse no Dhammapada: “Somos o que pensamos”. Tudo o que somos surge com nossos pensamentos. Com nossos pensamentos, fazemos o mundo. Fale ou aja com uma mente impura e problemas te seguirão assim como a roda segue o boi que puxa a carroça. Fale ou aja com uma mente pura e a felicidade vai te seguir como sua sombra, imperturbável. Felicidade e tristeza dependem de nossas ações.
Às vezes, só para irritar a mamãe um pouco mais, ele também levava o instrumento para a cozinha e tocava até o fim do café-da-manhã.
O pão com geleia de papai ficava meio comido em seu prato, enrolado no formato das dentadas, e a música olhava de frente para Liesel. Sei que soa estranho, mas era assim que ela a sentia. A mão direita de papai passeava pelas teclas cor de dente. A esquerda apertava os botões. (A menina gostava especialmente de vê-lo apertar o botão prateado cintilante - o dó maior.) O exterior do preto acordeão, arranhado, mas reluzente, ia para um lado e para o outro, enquanto os braços de Hans apertavam os foles empoeirados, fazendo-os sugar o ar e tornar a expeli-lo. Na cozinha, nessas manhãs, papai dava vida ao acordeão. Acho que isso faz sentido, quando a gente realmente pára para pensar.
Como é que a gente sabe se uma coisa está viva?
Virifica a respiração.
