Eu Nao sou Perfeita So apenas eu
Sentimentos não são descartáveis, seres humanos não são objetos, mentiras não duram e máscaras sempre caem. Valorize-se e respeite o próximo.
As pessoas estão sempre gritando que querem criar um futuro melhor. Não é verdade. O futuro é um vazio apático que não interessa a ninguém. O passado está cheio de vida, ansioso para nos irritar, provocar e insultar, nos tentando a destruí-lo ou a repintá-lo. A única razão pela qual as pessoas querem ser donas do futuro é para mudar o passado.
Todos nós precisamos ter alguém,
não que não seja possível
ser feliz sozinho. Mas a felicidade
compartilhada é felicidade duplicada.
Esse alguém não precisa ser perfeito,
mas precisa ser ideal. Ideal só para você!
Alguém tão especial que você sinta
que a sua vida não valeria a pena
se não o tivesse encontrado.
A vulnerabilidade é o que me define como ser vivo. É por ser vulnerável que amo. Não tenho cercas na alma. Vivo exposto.
E prefiro.
Ele não é meu namorado. Ele é mais para mim do que pode imaginar. É a lua quando estou na escuridão e o calor quando tremo de frio. O beijo dele ainda me arrepia depois de milênios. O coração dele é de uma bondade da qual este mundo não é digno. Eu amo esse homem sem medidas e razão. Ele não é meu namorado. Ele é tudo e é mais.
Para quem confia em Deus, o bem sempre vence o mal.
Não há mal que vingue e nem tristeza que dure para sempre. O choro pode durar uma noite! Mas a alegria vem pela manhã. A vitória é certa para os que confiam no Senhor. O caminho pode ser longo, mas ele sempre vai te dar água. Pau que nasce torto, o carpinteiro de Nazaré endireita. E só mais uma coisinha: Deus não escreve certo por linhas tortas! Ele escreve com uma caneta que não borra, não apaga e não falha! Confie nas promessas de Deus.
Se o futuro assim permitir, não pretendo viver em vão.
Bonito é não esconder a idade e nem as marcas do tempo! Deixar resplandecer as fases da vida e a experiência adquirida com ela.
Nutro-me de Esperança
Mas não são os demônios que me alimentam — ao contrário, são eles que devoram pedaços que não lhes ofereci.
Eu, frágil, me volto ao céu, onde imagino um socorro que me ultrapassa.
De mim mesma nada sei, senão o cansaço que me habita, mas ainda assim creio. Creio em um Deus que me sustenta sem que eu entenda, um Deus que transborda até o vazio.
E, no entanto, mesmo no meio da fé, eu tremo. Porque dentro de mim existem enigmas que não se dissolvem, pensamentos que me limitam, vozes que dizem: “Não és vista”.
E nesse instante sou humana demais – humana a ponto de duvidar, ainda que creia.
É nesse paradoxo que existo: esperança e descrença, fé e sombra, luz que insiste em nascer da noite.
