Eu Nao sou Perfeita So apenas eu
E tens o direito de ser livre
ninguém nesse mundo pode impedir
Porém não espere por esse direito
Acorde, Levante, Lute!
O amor é um estado de espírito assim como a felicidade, é um estado pessoal que não necessita de retribuição para surgir ou perdurar. O amor humano ocorre quando o indivíduo se sente bem com o outro, acompanhado de emoções de prazer, alegria, satisfação e cumplicidade. Na minha visão, o amor é uma evolução da paixão que se resume em um coquetel químico envolvendo endorfina, dopamina, feniletilamina, entre outros elementos.
Aproximadamente após seis meses, esses efeitos passam e, se a relação persistir, cria-se o amor. Sendo assim, o amor é a continuação de uma relação pós-química, onde a amizade, a cumplicidade e o respeito são postos à prova, e a boa relação e admiração são constantes. O amor é a preservação das conquistas da paixão.
Não fomos feitos para o fingimento e sim para a autenticidade, seja ela bonita ou não. Assim, mais cedo ou mais tarde, é quem realmente somos que fica em evidência.
Pare de lamentar o passado,viva o presente e dane-se o futuro,porque sabemos que o ontem não volta e o amanhã pode não chegar.
Há pessoas muito importantes na nossa vida. Não nos lembramos bem como é que elas apareceram e, muitas vezes, nem sequer sabemos porque sairam, mas apesar de tudo é impossivel esquece-las e esquecer muitos momentos pelos quais passamos.
No entanto, em determinada altura precisamos de nos convencer que essas pessoas pertencem ao nosso passado e que não podem influenciar o nosso presente e muito menos condicionar o nosso futuro.
Esta é a teoria. Mas e a prática?É assim tão simples atirar as pessoas para trás das costas? Não, a pratica é bem mais complexa. Afinal como fazer para que uma pessoa importante para nós não influencie a nossa vida? Como lembrar alguem, sem o procurar em todas as pessoas que conhecemos? Como seguir em frente quando acreditamos que deixamos a felicidade para trás?
Podemos mesmo resumir todas aquelas pessoas que marcaram a nossa vida a simples recordações?
Adoro tomar chá, não tem hora e nem estação específica.
Se está frio preparo chá quente, se faz calor chá gelado
é simples assim e sem reclamar
vou encaixando a vida em minha xícara de chá.
Quer uma dica?
Esquece.. Esquece essa teoria barata de não dar moral e não correr atras, seja você. É, esquece. Se quer ligar liga, se quer falar dos sentimentos fala. Mais nunca se humilhe, claro! To falando sério, vai la, quebra a cara me...smo, tenta a sorte, arrisca. A vida é curta, mais curta que a gente imagina. Perdemos a chance de viver um sentimento lindo pelo simples fato de não falar dele.
Orgulho protege sim, mais também faz perder, e perder o que se ama, as vezes, é burrice.
Não perca seu tempo sempre procurando pelos anos perdidos. Encare, aguente firme. Perceba que você está vivendo nos anos dourados.
AO LEVANTAR-SE
Agradeça a Deus a bênção da vida, pela manhã.
Se você não tem o hábito de orar, formule pensamentos de serenidade e otimismo, por alguns momentos, antes de retomar as próprias atividades.
Levante-se com calma.
Se deve acordar alguém, use bondade e gentileza, reconhecendo que gritaria ou brincadeiras de mau gosto não auxiliam em tempo algum.
Guarde para com tudo e para com todos a disposição de cooperar para o bem.
Antes de sair para a execução de suas tarefas, lembre-se de que é preciso abençoar a vida para que a vida nos abençoe.
Tem uns ciclos que se fecham porque aquilo não se encaixa mais na sua vida. Porque a felicidade não se faz mais presente, porque tudo tem fim... porque sim.
O lamento acontece, a lágrima cai, daí vem o rito de passagem, o desprendimento.
Deixar ir embora, saltar, soltar-se.
Estar pronto mais uma vez para os improvisos maravilhosos da vida.
Quando não ficamos com nossa alma gemêa, viramos alma perdida vagando pelo mundo, tentando suprir a solidão com outras almas que também se perderam..
Nós não devemos ver os relacionamentos que terminaram como tempo perdido, e sim como (às vezes) um longo período de aprendizagem para um próximo relacionamento.
