Eu Nao sou Perfeita So apenas eu
Meu erro está em seguir o caminho dos outros, mesmo que eu acerte.
Meu acerto está em seguir o meu caminho, mesmo que eu erre.
O mundo é meu, e eu transformo ele do jeito que eu quiser, da maneira que me convém, que me faça bem, pois meu mundo interno só eu mudo.
De todos conselhos que já ouvi do que devo fazer na vida, o melhor foi eu ter ouvido meu próprio sentimento.
Desde que nasci, eu nunca saí de dentro de mim; porque me iludir então, vivendo para o mundo longe de mim?
Neste pequeno texto, existe o início e o fim. O início do texto, o fim do texto, que é quando eu concluir o mesmo, e a passagem, que é a passagem em que está passando, lendo o texto no agora...
Em referência, é como a vida: o nascimento é o início, a vida é a passagem, e a morte é o fim.
Só que perceba: indiferente de quantos pontos finais dê, nunca é o fim, porque esse texto pode ser modificado, transformado quantas vezes quiser, pela minha mente, por em um papel, em uma parede, por na mente de alguém através do que lê, ou por qualquer coisa. Então, não existe um fim, nem um início, já que eu posso mudar o início e também o fim. A vida é transformação, eternidade, já que, mesmo colocando um fim nisso, eu posso transformar, ler esse texto, essa vida, quantas vezes eu quiser...
A morte nada mais é do que a transformação do fim para um início do agora.
Primeiro, eu escuto;
Segundo, eu entendo;
Terceiro, eu falo.
Se a ordem é ao contrário disso, ninguém se compreende.
Meu pensamento é moldado pelo que eu quero, ele direciona minha mente para aquilo que escolho pensar. Ao pensar no que desejo sentir, passo a vivenciar as emoções geradas por esses pensamentos. Cada sensação que se manifesta, surge daquilo que pensei, e então me questiono sobre o motivo dessa sensação. Tento entender o que me levou a sentir o que sinto a partir do que pensei. E assim, continuo pensando, explorando e refletindo sobre esse ciclo constante entre o que penso e o que sinto.
Tudo tem sentido, e ao mesmo tempo, nada tem sentido.
O sentido é aquilo que eu invento e me convenço de ter sentido.
Se eu me convenço de que o sentido é não ter sentido, então não terá sentido nenhum;
Se eu me convenço de que o sentido é ter sentido, então terá todo sentido.
O que eu escolho ver como sentido? É o que eu escolher ver como sentido, e mesmo que eu diga para mim mesmo "nada tem sentido", já estou criando um sentido nisso.
A escolha é minha.
Todo problema no sentimento faz parte da interpretação de um problema que eu mesmo criei na minha mente.
