Eu Nao sou Perfeita So apenas eu
💔 Bom Dia e a Realidade Cruel, Meu Amor
Bom dia. Eu espero sinceramente que, apesar de mim, o sol consiga te alcançar hoje.
Olha para a vida com clareza, meu amor. A verdade é dura, mas necessária: a vida é implacavelmente justa. Não espere que Deus te dê o que você deseja – Ele te entrega, com frieza, apenas o que você precisa para seguir em frente.
Eu sou, e sempre serei, apenas um capítulo curto, talvez uma nota de rodapé na sua biografia. E é exatamente por isso que eu te imploro: não me dê o seu tudo.
Preste atenção em cada vírgula deste tempo, mas não se anule por essa história. Você precisa de ar.
Porque o amor, no final das contas, é uma ferida aberta. Ele dói quando a rotina esmaga o extraordinário, quando a familiaridade se torna um peso. Dói quando os "bom dia" se tornam meros ecos vazios, e as ligações noturnas, que costumavam ser salvação, agora são apenas um lembrete frio de que você ainda está ali.
Não se apegue a essa dor futura, meu bem.
Eu não serei seu porto seguro para sempre; talvez eu seja a tempestade que te ensina a nadar sozinho(a).
Melhor que a gente não se perca por completo em algo que, no fundo, já tem um fim escrito.
O Dia Que Me Senti Mais Importante
Eu nunca vou esquecer a última vez que nos falamos,
A última música que juntos cantamos,
O versículo lindo que recitamos,
E as lágrimas que em silêncio derramamos.
O corredor do hospital parecia sem fim,
Cada passo pesava demais em mim,
O peito apertado, o coração vacilante,
Carregando uma dor sufocante.
Te deixei ali, sem poder aliviar,
Nem tua sede, nem fome, nem o teu penar.
Me senti tão pequena, tão impotente,
Querendo ser forte… mas frágil por dentro da gente.
Mas entre lembranças, ficou radiante,
Aquele instante mais comovente,
O dia que, em meio ao pranto constante,
Eu me senti... a mais importante.
Pois segurei tua mão tremendo,
E o amor ali seguia vivendo,
Mesmo na dor, mesmo distante,
Pra sempre em mim — eterno e vibrante. 💫
Para minha vó Maria da Penha Teixeira
Eu quero me impregnar em suas belas imperfeições, me incendiar no teu olhar encantador, no teu sorriso que me fascina, na elegância da sua explícita simplicidade, nas nossas conversas tão inspiradoras que me faz esquecer que o tempo ainda existe.
Definitivamente, das verdades do passando, nada me importo!
A diferença entre eu e você, é que enquanto você acha que está tudo perdido, é exatamente isso que eu quis que você pensasse. Aprenda a confundir o inimigo e não a dar palco para ele.
Eu queria muito, mas muito mesmo, que você sentisse o mesmo.
Eu queria muito, mas muito mesmo, entender o porquê de você simplesmente ter parado de sentir aquilo que parecia no começo.
Eu queria muito, mas muito mesmo, ao menos entender tudo isso e o porquê de ter acontecido da maneira que aconteceu.
Eu queria muito, mas muito mesmo, entender o que foi que eu fiz de errado — qual foi a palavra que eu disse, ou qual o segundo atrasado que eu errei.
Eu queria muito, mas muito mesmo, que você me amasse como disse no início — não como amigos, mas como um casal.
Eu queria muito, mas muito mesmo, te entender e te ter. Eu só queria, mas muito mesmo, que você aceitasse ser amada em voz alta por mim.
Eu queria não querer te querer. E, no fundo, eu queria — mas queria muito mesmo.
"Beber café puro é um pacto diário: eu escolho o essencial, mesmo que seja difícil, em vez do prazer imediato e fácil."
Colibri Dourado
Colibri Dourado
Que minha penas alcem voo, que eu seja um ramo molhado para pousares, ó efêmera maravilha que danças com a chuva. E que estas palavras sejam as gotas que escorrem de tuas asas, contando o segredo que vieste me sussurrar.
Não me falaste da liberdade com os lábios, mulher-Pernambuco, colibri dourado.
Falaste com o arco de teus pés descalços na terra avermelhada,
Enquanto o aguaceiro te beijava, os cabelos loiros e te embalava o ritmo antigo.
Os tolos pensam que a liberdade é uma gaiola aberta,
Um voo para longe da nuvem negra, um abrigo.
Mas tu, naquele instante em que o céu se partiu em lágrimas,
Me mostyraste que a verdadeira liberdade é a coragem de dançar sob a tormenta.
Não fugiste. Não te encolheste.
Abriste os braços como quem aceita um manto de diamantes líquidos,
E teu corpo se moveu não apesar da chuva, mas por causa dela,
Num pacto ancestral com o temporal.
Era a alegria selvagem do cacto que floresce após a seca,
A sabedoria da cana-de-açúcar que se dobra ao vento sem se quebrar,
A memória do mar, que habita em teus ossos, celebrando a chegada da própria origem.
Disseste-me, sem uma palavra, que o ser livre não é aquele que evita a chuva,
Mas aquele que se torna um com ela,
Que deixa que a água lave suas certezas e que o vento desfaça seus cabelos,
E mesmo assim, no centro do caos, encontra a melodia para a sua dança.
Ó mulher-colibri, de penas banhadas de ouro e de água,
Tu és filha do sol e da nuvem pesada.
Ensina-me a ser terra, para receber a chuva sem medo.
Ensina-me a ser rio, para correr sem destino, apenas por correr.
Ensina-me a ser como tu: que encontra na queda da água a razão do seu voo...
E assim, sempre que a chuva descer,
Eu me lembrarei de ti.
E em vez de buscar um teto,
Estenderei meus braços para o céu,
E simplesmente dançarei.
Que minha penas alcem voo, que eu seja um ramo molhado para pousares, ó efêmera maravilha que danças com a chuva. E que estas palavras sejam as gotas que escorrem de tuas asas, contando o segredo que vieste me sussurrar.
Não me falaste da liberdade com os lábios, mulher-Pernambuco, colibri dourado.
Falaste com o arco de teus pés descalços na terra avermelhada,
Enquanto o aguaceiro te beijava, os cabelos loiros e te embalava o ritmo antigo.
Os tolos pensam que a liberdade é uma gaiola aberta,
Um voo para longe da nuvem negra, um abrigo.
Mas tu, naquele instante em que o céu se partiu em lágrimas,
Me mostyraste que a verdadeira liberdade é a coragem de dançar sob a tormenta.
Não fugiste. Não te encolheste.
Abriste os braços como quem aceita um manto de diamantes líquidos,
E teu corpo se moveu não apesar da chuva, mas por causa dela,
Num pacto ancestral com o temporal.
Era a alegria selvagem do cacto que floresce após a seca,
A sabedoria da cana-de-açúcar que se dobra ao vento sem se quebrar,
A memória do mar, que habita em teus ossos, celebrando a chegada da própria origem.
Disseste-me, sem uma palavra, que o ser livre não é aquele que evita a chuva,
Mas aquele que se torna um com ela,
Que deixa que a água lave suas certezas e que o vento desfaça seus cabelos,
E mesmo assim, no centro do caos, encontra a melodia para a sua dança.
Ó mulher-colibri, de penas banhadas de ouro e de água,
Tu és filha do sol e da nuvem pesada.
Ensina-me a ser terra, para receber a chuva sem medo.
Ensina-me a ser rio, para correr sem destino, apenas por correr.
Ensina-me a ser como tu: que encontra na queda da água a razão do seu voo...
E assim, sempre que a chuva descer,
Eu me lembrarei de ti.
E em vez de buscar um teto,
Estenderei meus braços para o céu,
E simplesmente dançarei.
Se eu fosse um poeta, a minha musa inspiradora se chamaria melancolia! Ela esteve por trás de todas as reflexões que fiz em minha vida e de 90% dos pensamentos que compartilhei com o mundo!
Hoje faz exatamente 5 dias que perdi meu filho... Eu presenciei a morte, pois vi meu filho parar de respirar. Até então me pareço uma pedra, parece que minha vida virou de ponta-cabeça.
Estou muito cansada da vida...
Entre papos e beijos que nunca batemos,
todos os beijos e papos que nunca demos.
Eu entendo.
Mas o tempo… o tempo ainda respira entre nós.
E, pelas regras silenciosas do universo,
das probabilidades e dos amores intensos,
a gravidade há de nos unir,
a entropia há de nos poupar,
e o tempo — esse mesmo tempo —
ele contará.
Anderson Delfino @d
Eu, Karina, me conecto com os meus ancestrais, agradecida por cada pessoa que fez parte da minha concepção.
Agradeço, honro e respeito.
A partir de hoje, sigo as minhas próprias crenças, na confiança absoluta de que a força divina me inspira e me move, sabendo que tudo o que eu preciso saber vem a mim na ordem, no momento e na sequência certa.
O dia me pertence, e neste início de dia farei o melhor que eu puder.
Realizo tudo o que me proponho a fazer com a sabedoria do infinito, ouvindo os comandos do meu coração, entregando os resultados ao mistério e renunciando às expectativas sobre os desfechos das situações.
Me abro para o campo das potencialidades puras, para esse espaço onde tudo é possível.
Sinto que sou capaz de mover o mundo e uso a minha intenção consciente para manifestar os meus sonhos.
Eu tenho o poder de mudar a minha realidade.
Exercitar-me-ei na paciência, na bondade e na longanimidade.
Desfruto de verdadeira abundância em todos os pilares da minha vida.
Sou persistente e trago à realidade aquilo que desejo e faz meu coração vibrar.
Desperto todo o potencial adormecido que há em mim.
Eu quero, eu consigo, eu posso.
Eu sou uma mulher muito feliz, próspera, realizada e saudável.
Eu sou a minha melhor versão.
Peço aos meus pais, avós e antepassados — até a própria origem do clã — que tiveram dificuldades devido à falta de dinheiro, que me abençoem quando escolho viver de maneira diferente.
Peço que me guiem e me inspirem até as origens da família, que viviam em abundância e prosperidade.
Confio em mim mesma e na minha capacidade de mover qualquer obstáculo que cruzar o meu caminho rumo aos meus sonhos.
Gratidão pela vida e pelas descobertas.
Gratidão pelo despertar, pois, na infinidade da vida onde eu estou, tudo é perfeito, pleno e completo.
Tudo está bem no meu mundo.
23/06/2020 08:58
Karina Megiato
Tento segurar tudo com a minha humanidade porque eu quero sentir tudo — desde que deixei de sentir você.
Seguro a água com a ponta dos dedos, seguro o vento e o condeno a viver dentro do meu peito, seguro o fogo mas nunca me queimo. Como me reverter ao fogo quando meu corpo foi destinado ao pó?
Seguro seus braços com medo que escape, tento segurar todo o seu corpo e mantê-lo inteiro, por perto, viva dentro de mim. Tento segurar toda a sua existência na palma da mão, e com a outra amaldiçoo minha própria existência.
Tento segurar tudo com a minha humanidade porque eu quero sentir tudo enquanto não sinto nada. Nem você.
Seguro a angústia da sua falta, a ausência da sua voz, seguro seu fantasma sem nunca tocá-lo. Tento segurar tudo, suas memórias e o que sobrou de mim, e sempre, quase sempre, me faltam forças nos braços para carregar tanto.
Eu aceitei perder minha humanidade quando aceitei te perder. E te perder é, acima de tudo, me perder também.
Sobre os meus olhos, os mistérios diferentes.
Observe, observe... sobre ti, sobre ti.
Eu, eu disse: pequena solidão, pequena,
e, no meu imenso, imenso e grande, imenso,
liberdade.
Karina Megiato
06/10/25 – 21h01
