Eu Nao sou Perfeita So apenas eu

Cerca de 854882 frases e pensamentos: Eu Nao sou Perfeita So apenas eu

Eu te amo,uau,como eu te amo,
assim como o sol ama a lua,e a abelha
ama o mel eu te amo,mas assim como eles
também se separam,este também será meu papél,pois embora eu te ame,vocênão me ama,mas como eles eu também sempre te amarei eternamente,pois continuaremos a olhar para o mesmo céu,
mesmo seguindo caminhos diferentes.

Se há 20 anos alguém dissesse que eu teria uma vida boa, estaria concursado e feliz com o que tenho hoje, eu diria que essa pessoa faltava com a verdade. Minha realidade era totalmente diferente.

Para alguns familiares, professores e até colegas, eu era o mais analfabeto, preguiçoso e vagabundo.

Hoje não sou o mais inteligente, nem o mais trabalhador, nem o mais enérgico no serviço. Entretanto, estou na média social — e posso afirmar que estou acima daqueles que me criticavam.

Só tenho a agradecer a todos e todas que me humilharam, que me negaram trabalho e que me expulsaram de suas casas. Tenho lembranças de uma surra que levei aos 12 anos, dada por minha mãe, com fio elétrico, por estar na casa de uma tia. Os familiares não me queriam ali e me expulsaram do local. Ela não gostou da situação e, naquele dia, me corrigiu. Sei que é errado agredir em forma de “peia”, mas aquilo abriu meus olhos para muitas coisas.

Aos 18 anos, depois de muitas desilusões familiares e de mendigar emprego, resolvi trabalhar. Com 21, iniciei minha primeira graduação — e nunca mais parei. Fui o primeiro filho a trabalhar, a ingressar em uma Universidade Pública e a ser concursado.

O “louco” para muitos, o que ninguém queria em casa e até evitava chamar de parente, hoje é convidado para muitas coisas. O mundo não gira, ele capota.

se Kafka foge do amor e Dostoiévski vai ao encontro do mesmo... eu prefiro fazer a experiência da vivência do mesmo... no final posso decidir o que será ou o que foi.

Gustavo Cardoso

Eu deixei um pedaço do que eu sinto em cada palavra que eu digitei neste texto.


Clarice Lispector, Freud, e Carlos Drummond com certeza iriam usar uma língua perfeita pra dizer isso, talvez diriam:


"Eu não apenas escrevi — eu me espalhei. Em cada palavra ficou um pedaço de mim: ora silêncio disfarçado de grito, ora desejo que se esconde do próprio olhar, ora pedra transformada em pão. Deixei ali o que não cabia em mim — e ao digitar, fui me desfazendo para poder existir.”


Eu não posso deixar de lembrar do saudoso Fernando Sabino, e Rubem Alves. Se eu dissesse a Freud estou me perdendo nas coisas boas ele provavelmente me faria esta pergunta:


"Mas diga-me… ao se perder nas coisas boas que escreve, de que exatamente você está tentando se encontrar ou se esconder?"


Eu claramente responderia assim se eu fosse como Fernando Sabino:


“Quando me perco no que escrevo, não é tanto para me esconder, mas para me revelar. A gente escreve porque a vida não cabe inteira no silêncio. E, ao tentar me encontrar, descubro que o melhor de mim se revela justamente no pedaço que parecia perdido. Escrever é me perder para me achar de novo — e nesse vai e vem, vou sendo um pouco mais eu.”


E se eu perguntasse a Rubem Alves, porque as pessoas desejam alguém que as escute de maneira calma e tranquila, em silêncio? Se eu perguntasse a ele porque no tempo de nosso amigo Freud as pessoas procuravam terapia para se curarem da repreensão e hoje procuram por causa da dor de não haver quem os escute?


Ele talvez me responderia assim…


“Minha querida, as pessoas sempre tiveram sede de escuta. No meu tempo, buscavam terapia porque carregavam dentro de si a ferida das proibições, das vozes que gritavam ‘não pode!’, ‘não deve!’, ‘cale-se!’. O mundo estava cheio de regras, e o coração ficava aprisionado.


Hoje, o que vejo é uma dor diferente. Não é a dor da repressão, mas da solidão. Não é o excesso de vozes, mas a falta delas. As pessoas sofrem porque não há quem as escute em silêncio — silêncio que não julga, não apressa, não dá respostas prontas.


O maior consolo que um ser humano pode dar ao outro não é um conselho, mas a sua presença atenta. Escutar é como oferecer um copo de água a alguém que atravessa o deserto. Quando alguém nos escuta de verdade, nós renascemos.


E talvez seja por isso que tantos procuram terapia hoje: não por doença, mas por fome. Fome de escuta. Fome de existir nos ouvidos e no coração de outro ser humano.”


Antes de morrer, eu gostaria de ter tomado um chá ou café com leite com Clarice Lispector, ter atravessado a rua, e um automóvel ter passado por cima de nós, e nós morremos. Ter adiantado as cartas de Fernando Sabino para evitar a decepção dele com os correios. Ter citado tudo aquilo que hoje eu não tenho coragem deitada num sofá de couro com Freud. Ter gastado horas incansáveis vezes pensando num verso que a pena não quer escrever junto com Carlos Drummond. E ver Rubem Alves citando o porque ainda não pensaram numa avaliação para avaliar a felicidade dos alunos, mas que todos se perguntam como os professores estão… - (Obra: A alegria de ensinar)


Eu não escrevo pra viver, eu vivo da poesia…


Se escrevo é porque tenho histórias pra contar.

Eu escolho acreditar nas minhas verdades

Posso dizer muitas coisas da vida, uma delas é que eu nasci pra te amar.

Por eu te amar demais, me entrego ao seu lado, minha querida.

Você é tão linda que me faz perder a noção do que é beleza.
Porque quando te olho, tudo o que eu conhecia se desfaz,
E só resta o brilho do teu existir.

Eu cuido, eu curto, eu adoro você.

Querida, como me despedir se o adeus nunca aconteceu? Sua partida foi silêncio, e eu fiquei preso no instante antes do fim.

As minha memórias se fundiram aos meus pensamentos, mais sujeitos a dizer o que eu sinto dentro de mim. Estou acumulado de paz de espírito ao seu lado, que agora posso contar com a sua companhia.

O futuro é uma ilusão para tolos, eu sei… mas ainda assim me agarro a ele, enquanto as cicatrizes do passado me lembram, com crueldade, quem sou e quem nunca deixarei de ser.

A Cura do Irremediável.”




Eu começo este texto, explicando porque “A Cura do Irremediável”.
Segundo a wikipedia,“Irremediável” é algo sem solução, sem remédio ou possibilidade de ser evitado ou reparado, de forma definitiva, ou fatal.
A Cura do Irremediável, porque soa como um paradoxo, “a cura daquilo que não podia ser curado”.
Em sentido filosófico e existencial, representa a busca humana por lidar com perdas, dores e situações que parecem definitivas.
Existem dores, pessoas, lugares e tempos que não voltam mais.
Com um tempo, se desfaz, e esfarela tudo no vento.
Há algumas perdas que não tem remédio.
Silêncios em excesso que não se desfazem em palavras…
Mas, no fundo da alma cansada, onde o impossível se deita totalmente cansado, nasce uma cura, a cura do Irremediável.
não é apagar o que já passou, é claro.
Mas é aprender a respirar na ausência, e no silêncio que estão te fazendo sentir.
A cura do Irremediável não é devolver o que se perdeu, é transformar a ferida em choro deixado para trás. E transformar esse choro em oração.
E assim, o Irremediável se cura.

Se eu pudesse voltar para a noite, no dia em que te conheci.

Se eu pudesse voltar para a noite, na noite dos jogos.

Ah se eu pudesse retornar, para o que era.

Mas se retornado ao que era, não seremos diferentes que fomos.



Se eu pudesse mudar o dia em que te conheci.

Se eu pudesse mudar a noite dos nossos jogos.

Se eu pudesse alterar, o que aconteceu, talvez então, mudaria oque seriamos.

Mas não seriamos quem somos mais, talvez uma ilusão, criado de um mundo inexistente.

Seriamos e não seriamos, nós ao mesmo tempo.



No fim o passado não se altera, e o futuro inexiste.

Somos o que somos agora, no presente, e nada mais.

Somos nossos atos de agora, e nada mais.

Somos a intensidade do presente e nada mais.



E nada mais.

Mas se eu pudesse ser mais.

Se eu pudesse ter sido menos.



Talvez

Eu teria amado mais.

Eu teria negado menos.



Talvez

Teria na primeira conversa, me entregado mais.

Teria na primeira conversa, guardado sentimentos menos.



Um Talvez........

Talvez tivesse dado certo.

Talvez tivesse dado errado.

Impossível saber, pois ficou inerte, sem atos.





No Fim, A vida não é feita de Se ou de Talvezes

A vida é feita de decisões momentâneas, que regem o futuro incerto.



Talvez recomece, talvez seja realmente o fim. Cabe nossos atos decidir.

No fim, o passado foi, o presente se faz agora, e o futuro é deixado para seguir o fluxo.

Tal dádiva entregue ao homem, por Deus, feita para realizar o presente.

Nada mais é, nada mais será, se não feita por atos agora, se nada feito, o mundo se mantem inerte.

Quão chato é morrer, e perceber que o momento que deixamos escapar teria mudado tudo, e nada mais resta senão o silêncio do que poderia ter sido.⁠

Comparsa


De guri eu fui cancheiro
Nas comparsa de esquila
Me juntando com os pila
Nas estância da fronteira

Era lindo a barulheira
Da maquina bordoneando
A indiada esquilando
E eu botandolhe fixa

Ovelha não relincha
Mas dispara igual bagual
E o agarrador, por vez se vê mal
Maniando nas pata o tento

E entrega pro talento
De Quem na mão se defende
O Souza, João clemente,
o Cleber o alemão


Eu guri varrendo o chão
Curando com óleo gracha
Algum talho que se acha
O pente por vez é cruel

Depois enrolava o vel
Largava pro amarrador
Que lançava pro socador
Que a estopa lhe cobrava

E o cozinheiro avisava
Tem churrasco na cozinha
Pão café, farinha
Pra reforço do peão

Depois seguia a função
Naquele mordaço de novembro
Cada detalhe eu lembro
Até o cheiro do galpão

Ja carneado um Capão
Que nas brasa esperava
O meio dia parava
Pra uma boia de repeito

Massa, feijão preto
Antes umas cuia de mate

E o locutor da cidade
Dando no rádio os recado
Um aviso do polvoado
Telefone não havia

E a turma se intertia
Depois a sesta pegava
E a comparsa descansava
Pra aquele resto de dia

Ao fim de mais uma lida
Vinha o banho no açude
Parece até meio rude
O ofício Pra quem nao conhece

Mas é quando o dia anoitece
Os catre já arrumado
Que o galpão fica animado
Uns verso bem declamado

Alguns floreio do gildo
Reconheço que sou grosso
Baile do Chico torto
Resposta do relho trançado

E ali naquele aleredo
Os catre todo ermanado
Se vivia o presente
Especulava o futuro
E lembrava o passado

O que seria da tosa
Com a tal modernidade
Pra quem viveu desse ofício
Apartado da cidade

Se bombeava tanta mudança
Pra quem pouco sabia
Que tinha só a tosquia
Como changa e ganha pão

Era a tal evolução
Que se vinha em desparada
A lã ja valia nada
Mal pagava a comparsa

Mas tudo um dia passa
Hoje em dia o esquiador
Só é lembrado nos versos
E na saudade do payador


Mas ainda no setembro
Me bate aquela agunia
Pra embarcar numa comparsa
E voltar naqueles dia


Rever os meus amigos
Galpao, o velho catre
Aquele assado nas brasa
E os parceiros do mate

Renato Jaguarão.

Que o seu dia seja lindo como esse lindo buquê!
Apesar de ser virtual eu dedico a você!
Pra uma mulher linda e poderosa, + cheia de espinhos,
Charmosa como uma rosa merece todos os meus Carinhos!⁠

De joelho na areia, clamei por misericórdia. E meu Deus e meu Senhor me ouviu. Portanto, eu viverei um longo tempo de paz e alegria. Que meu querido Deus abençoe meus dias e minha amada família. Com fé, viverei um longo tempo de paz e alegria, agradecendo pelas bênçãos em minha vida e pela minha amada família, pois em cada bênção renovo minha fé e gratidão.
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
🙏🏾🕊️🙏🏾🕊️🙏🏾
Tenhamos fé!

Como já dizia Sócrates: “Conhece-te a ti mesmo e conhecerás o universo e os deuses.” Pois então eu vos digo, amigos: encarei o abismo da minha alma, beijei o meu próprio demônio, realizei rituais do meu próprio suor e sangue; e afirmo, em alto e bom som, para que toda a sociedade possa me ouvir: eu sou o são que todos chamaram de louco. Sou a mais linda nascente que brota no rio Eufrates. Sou aquele, dotado de tamanha inteligência, que tentam calar com vossas bocas imundas. Então eu vos digo — não aos vossos ouvidos, mas às vossas mentes fechadas e doutrinadas: uma revolução não começa com um só homem; começa, sim, com doze.

Eu: - Sensação de que já vivi isso antes.
Tu: - Isso é bom ou ruim?
Eu: - Ruim, mas sei o que posso fazer para mudar essa situação.


Isso não é sobre déjà vu, é sobre a oportunidade que você tem para melhorar do que na última vez que te ocorreu essa mesma situação.

O que eu achava que era amor era dependência emocional, onde eu achava que era reconfortante era a depressão, e onde eu achei que não era o amor, era o amor em pessoa pegando na minha mão e dizendo que tem orgulho de mim.


Isso é sobre pessoas e eu. Eu sempre achei que sabia de tudo, mas eu não sabia o que fazer sobre os meus sentimentos e o que era realmente. Fui descobrir depois de 3 anos.