Eu Nao sou Perfeita So apenas eu
Sou a escolha errada de um verso vivo mal-entendido, porém verdadeiro escrito em algum instante por qual quer filosofo não menos importante;
Posso ser a fúria do acalento que se mostra pelo silêncio cortante que emite a pureza da inocência... Ah as tuas manhãs de felicidades me inspiram para escrever a tua história;
Desejo ser o teu sorriso mais perfeito que já se desenhou em tua face e com a definição de gostoso...
Sou a música que muda de tonalidade conforme a melodia... Sou a nota dominante que soa em uma semibreve com a batida do meu coração...
Pois na minha realidade os volumes não distorcem o compasso em uma escala dissonante entre a modernidade...
Não me escute, mas sim me sinta... Deixe que eu flua em teu sangue e me defina em teu coração;
Sou melodias simultâneas no qual se equilibra em acidentes sentimentais... Acidentes sentimentais! Como pode ser acidente dois corações que se encontram?
Então se tornaria mórbido os sentimentos dos seres ilusórios, por quê? Pra que? Valeria a miséria do coração...
O coração não se alimentaria de vertigens ou solidariedade passiva com intenções subjetivas;
Morda-me, me maltrate e diga-me que sou o teu alimento mais que gostoso... Satisfaço-te como ninguém... Diga-me!
Feche teus olhos e me imagine entrelaçado pelo teu querer... Pelo teu gosto de amar e ser amada;
Saboreia-me com toda vontade que te faça enlouquecer ou que faça o seu corpo estremecer...
Se perca em mim que eu te encontro por entre o seu prazer, excedendo a tua vontade de me beber ou me comer;
A minha fé é protegida... E língua envenenada alguma desacreditará o meu coração, pois sou mulher guerreira e vencerei porque estarei sempre de joelhos no chão...
Diga-me olhando em meus olhos, que é a mim que desejas...
Que sou o responsável pelos teus sorrisos e pela
Esperança suficientemente sonhada
Por você!
Cruzo os meus dedos para que você entenda os meus desejos por você
Sou sonhador apaixonado esperando a permissão de amar por querer;
Nem sei mais quem sou realmente... Nem para onde devo me direcionar
Sem esperança de mudanças ou crédulo no que faço para me reconhecer;
Sinto dores em sintomas que desvirtua a minha coragem...
Minha consciência me perturba como em um copo d’ água
Que transborda pela ânsia de suportar o melhor;
Às vezes quero gritar me livrar do que nem sei
Do sonho real... Talvez ou do que anseio;
Jogo-me por inteira perco-me no ar
Entrego-me a você para muito te amar;
Sou coragem no amor e reverso da dor
Não me ame pelo que tenho, mas sim pelo que sou;
Veja que não me doou pela metade
Tenha-me por inteira ou nem tente
Viver as minhas verdades...
Ainda há corações que se refugia das palavras dadas de bom agrado
Fui... Sou e sempre serei exagerado ao me refugiar à tua porta
Para que sua importância seja despertada a mim
E gritaria no meu silêncio... Conforta-me!
Mas, contudo você não vieste me estender as mãos
Mesmo porque espero que estenda o teu coração
Para me acolher na proporção de um amor;
Mas pelo-lhe me disperse a solidão
De mim o quanto antes de uma
Natureza morta em ermos túmulos;
Sou o meu próprio coração, ferido de amor... Incrédulo da paixão, mas corajoso por tentar mesmo caído no chão;
Em meus versos sou um pequeno príncipe perdido no mundo da lua
Mas com certezas no que absorvo em meu quotidiano
Valorizando a minha própria simplicidade, meus passos e escolhas...
Dando sentido à visão do meu coração que vão além do que se possa imaginar;
Sou como me enxergam... Sem compreensão ou entendimento
Mas com a minha direção, superando quais querem...
Que sejam as dificuldades;
