Eu Mesmo
Eu sou, nem eu mesmo sei quem sou, não sei se mau , nao sei sou bem, não sei se sou bom, não sou nem de meias palavras, pois me conheço bem, me entendo tanto, mas tanto, que acabo nem mim entendendo.
Enquanto Professor, não posso reclamar (do estudante) uma péssima redação, se eu mesmo não escrevo;
Enquanto Professor, não posso questionar (o estudante) uma equivocada leitura, se eu mesmo abomino e não gosto de ler;
Enquanto Professor, não posso criticar (o estudante) de sua má formação ‘intelectual’, se eu mesmo não me atualizo/ aperfeiçoo;
Enquanto Professor, não posso conclamar (junto ao estudante) que a Escola é um vínculo de transformação social e humana, se eu mesmo a vejo como uma ocupação- um local que ganho dinheiro para pagar minhas contas;
Dito isso, aproximo a teoria da prática, pois distantes desse eixo entraria em um circulo que viola a Ética e a Moral. Portanto configura-se em um caminho sem volta, de quem necessita repensar sua carreira profissional, pratica didática- metodológica! E cá entre nós, soa a oportunismo barato. Logo não se cobra aquilo que não pode dá! É perceptível perante a clientela, é injusto, é ilegal, é incoerente e leviano.
Ninguém pode me ajudar, a não ser eu mesmo. É difícil, as pessoas que eu mais amo encontram-se longe.
"Poesia é meu pão
E a vida meu juiz
Meu destino eu mesmo é que fiz.
Meu coração, amar
Minha razão, brigar pelo país
A minha fé, sonhar
Minha paixão, viver solidário e contigo
É viver feliz.
Minha canção cantará
Quem souber esse caminho
Quem souber de lua e mar
Poesia espaço de criar
Quem não quer ficar sozinho
Que conjugue o verbo amar
Poesia espaço de brincar
Meu coração vencerá.''
Nem eu mesmo entendo as minhas escolhas.. O pq eu ajo desse jeito com as pessoas... Mas pode acreditar eu tenho os meus motivos...
APRENDER
Eu mesmo não queria
Que as flores retornassem
Ainda verdes de se ver
E cavei o chão do tempo
Para enterrar as cáusticas
Que me puseram
Enquanto a chuva cantava
O inverno mais frio
No tom da minha lástima
No espelho d’água que surgia
Eu via meu sorriso bailar
E o meu olhar aplaudir
Agora eu quero me aquecer
Na luz mais quente
Do olhar que horas me prova
Que as flores dadas
São gestos adversos
A quem se deveria fazer.
((Caverna do dragão))
Me condeno por ser eu
Mesmo que eu seja ninguém
Mas se o condenado é eu
Mas um *M* A frase tem
Meu cavalo voador
Meu pai mago era do "bem"
Me chamam de "vingador"
Mais um *M* aqui também
Nesse mundo eu sou terror
Essa é a visão que tem
Deixo de ser vingador
Na hora que me convém
O parque de diversão
Esconde um grande portal
Você ta errado então
Se pensou que eu era o mal
Mau não sou nem vingador
Sou poeta coisa e tal
Vira e mexe sempre sou
Mau com L no final
Não se culpe por errar. Eu mesmo não me culpo por algum dia ter errado, até porque eu sei que vou errar até o me último suspiro e se for pra me arrepender vou gastar o pouco tempo que me resta. Errar... que engraçado essa palavra né? Como alguém pode saber se eu erro ou acerto? Quem denominou erros e acertos? Quem? Porque? Onde? Não se culpe, não importa, só aproveite, só viva, a vida.
O instrumento é assim.
Parece que fala quando eu mesmo me calo.
Parece que diz o que nem sei sobre mim.
Quando o som ecoa minha angústia se acalma. Um perfume exala, minha alma sorri.
A música embala e meus sonhos afaga.
Ouvir seus acordes faz a dor não sentir.
A pauta acaba, e a esperança me ampara,
Pois tudo na vida um dia tem fim!
Cansei de estar certo e mesmo assim continuar sendo errado, de agora em diante quero ser eu mesmo e estar em paz.
