Eu Gosto do Risco dos que Arriscam

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Ninguém pode compreender verdadeiramente outra pessoa. Se pudéssemos não nos sentiríamos tão sós.

Ela acha que nosso amor é uma fraqueza. Mas não é. É a nossa força.

Nem sei o que estou fazendo nesta viagem de trem... agora mesmo estava num bosque... e gostaria de poder voltar para lá!

É verdade… Existem cerca de cinco bilhões de pessoas nesse planeta. Mas a gente acaba se apaixonando por uma pessoa determinada e não quer trocá-la por nenhuma outra

Em algum lugar do universo, existe uma pessoa que é 100% compatível comigo. O problema é encontrar alguém em meio às 7 bilhões de pessoas que vivem somente no planeta Terra.

Cegueira muito maior que a escuridão é a do excesso de iluminação

Não sei quando comecei, mas a minha impressão era que estava cantando aquilo havia muito tempo!

Você não confia em mim. Você não confia em ninguém. Você simplesmente controla as outras pessoas.

O amor é como a água, quando transborda desperdiçamos,
quando escasso, imploramos por uma gota.

Se minha alma virasse sol,
meu corpo seria um girassol.
Então, não temeria esse temporal,
dessa chuva fria de ilusões,
que sempre me afoga em desejos!

"A verdade é que chegamos ao mundo sozinhos, e saímos exatamente do mesmo modo."

⁠Memento mori, não há razão para você não seguir o seu coração. Lembre-se, você estará morto em breve. Então, expectativas, frustrações, orgulho, vergonha, erros, acertos... caem por terra diante da morte eterna. E o que te resta? Lembre-se, você vai morrer... Não caia na armadilha de pensar que tem algo a perder. Você já está nu... siga o seu coração. Que se foda a razão!

⁠Cê tem meu WhatsApp
Quando der vontade
Se sentir saudade
Se sentir carente
Ou lembrar da gente
Me chama que eu vou

Charlie Brown: Dizem que a força da gravidade é 13% menor do que era 14,5 bilhões de anos atrás.
Lucy: De quem é a culpa?
Charlie Brown: Culpa? Não há culpa
Lucy: O que você quer dizer “Não há culpa?” Tem que ser culpa de alguém! Alguém tem de tomar a culpa! Encontre um bode expiatório!

Pode olhar para a sua frente, e para os dois lados, se quiser, mas não pode olhar para tudo à sua volta... a menos que tenha olhos na nuca.

Deram-me... como um presente de desaniversário.

Como é que isto se chama, afinal? Acredito que não tem nome... ora, com certeza não tem!

⁠Ainda bem
que não morri de todas as vezes que
quis morrer – que não saltei da ponte,
nem enchi os pulsos de sangue, nem
me deitei à linha, lá longe.

Ainda bem
que não atei a corda à viga do tecto, nem
comprei na farmácia, com receita fingida,
uma dose de sono eterno.

Ainda bem
que tive medo: das facas, das alturas, mas
sobretudo de não morrer completamente
e ficar para aí – ainda mais perdida do que
antes – a olhar sem ver.

Ainda bem
que o tecto foi sempre demasiado alto e
eu ridiculamente pequena para a morte.
Se tivesse morrido de uma dessas vezes,
não ouviria agora a tua voz a chamar-me,
enquanto escrevo este poema, que pode
não parecer – mas é – um poema de amor.

” — O que você quer ser quando crescer?

— Encontrado!”

Utilize o tempo para moldar-se
modere suas palavras
melhore sua conduta
modele sua sabedoria
e recicle seu caráter
você não será perfeito
e sim um ser humano de valor