Eu Gosto do Risco dos que Arriscam

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Eu gosto de gente de verdade... que chora e reconhece seus erros. Gente, que tem valor e não movida a valores. Eu gosto de sentar e esclarecer tudo aquilo que não está me fazendo bem, eu gosto de clareza e de gente movida de luz. Admiro motivação, garra e autenticidade. Gosto de gente que sabe o valor de um favor e não vive de bajulações para um sorriso despertar. Eu gosto de agregar emoções a quem me desperta as maiores já vividas. Eu vivo com fé de que o amanhã será melhor, eu gosto de gente que faz isso de uma prática diária. Eu sou fã de
quem sabe que erra e não tem medo de voltar atrás e pedir desculpas. Eu gosto de gente que não exita em demonstrar amor, seja por quem for. Gosto de cara na cara, brilhos nos olhos, eu gosto de viver a vida com aquilo que levo dentro do meu coração.

Uma menina feita de trevas.

Estou sempre achando seres humanos no que eles têm de melhor e de pior. Vejo sua feiura e sua beleza e me pergunto como uma coisa pode ser as duas.

⁠não esquece de contar que eu
era o lugar mais quente do mundo
e você me deixou fria

Não ir embora: Ato de amor e confiança.

Em algum lugar, em toda aquela neve, ela via seu coração partido em dois pedaços.

Meu vicío de hoje, pode ser o passo pro meu abísmo de amanhã.

"A única coisa que você pode controlar são suas escolhas."

O ser humano não tem um coração como o meu. O coração humano é uma linha, ao passo que o meu é um círculo, e tenho a capacidade interminável de estar no lugar certo na hora certa. A conseqüencia disso é que estou sempre achando seres humanos no que eles têm de melhor e de pior. Vejo sua feirúra e sua beleza, e me pergunto como uma mesma coisa pode ser as duas. Mas eles tem uma coisa que eu invejo. Que mais não seja, os humanos têm o bom senso de morrer.

Como a maioria dos sofrimentos, esse começou com uma aparente felicidade.

Odiei as palavras e as amei, e espero tê-las usado direito.

Por algum motivo, os homens agonizantes sempre fazem perguntas cujas respostas já sabem. Talvez seja para poderem morrer tendo razão.

Olhou para o rosto sem vida, e então beijou a boca do seu melhor amigo, Rudy Steiner, com suavidade e verdade. Ele tinha um gosto poeirento e adocicado. Um gosto de arrependimento á sombra do arvoredo e na penumbra de coleçao de ternos do anarquista. Liesel o beijou demoradamente, suavimente, e, quando se afastou, toucou-lhe a boca com os dedos.

A pergunta é: e quando o outro é muito mais do que um?

-Que tal um beijo, Saumensch?
Ficou parado mais alguns instantes, com água pela cintura, antes de sair do rio e lhe entregar o livro. Tinha as calças grudadas no corpo e não parou de andar. Na verdade, acho que ele sentiu medo. Rudy Steiner ficou com medo do beijo da menina que roubava livros. Devia ter ansiado muito por ele. Devia amá-la com uma intensidade incrível. Tanto que nunca mais tornaria a lhe pedir seus lábios, e iria para sua sepultura sem eles.

Que tal um beijo Saumensch?

Ele era o segundo boneco de neve a derreter diante de seus olhos, só que esse era diferente.
Era um paradoxo. Quanto mais frio ficava, mais derretia.

Até a morte tem coração.

Só confiamos nas pessoas em quem temos de confiar.

Duas semanas para mudar o mundo e quatorze dias para destruí-lo.