Eu Gosto do Risco dos que Arriscam
Beijo é bom, tão bom
que engana pensamento.
Fácil é perder-se em meio aos sinais do corpo.
Enganar-se sóbrio, no entanto,
não é veneno enguelado às cegas.
Cegueira é tua, tão tua que outros a veem primeiro.
Não apressa-te ao beijo,
beijo ausente de sentimento
é cegueira desbravada,
uma tolice imatura.
Conhece-te a ti e
aos outros sem medo,
verás então o beijo último
dado como primeiro.
Vai ficar uma coroa bonitona e sedutora, matando todos os velhinhos do coração! O 1º velhinho a infartar sou eu!!! Beijos.
Gratidão é um dos sentimentos mais belo do ser humano. Todos nós deveríamos saber agradecer em forma de palavras em gestos, as coisas boas e ruim que acontece em nossas vidas.
Se soubéssemos o quanto é lindo agradeceríamos ao levantar, ao sol, a chuva, a saúde, daríamos mais valor as coisas mais simples em nossas vidas.
A palavra obrigada é tão pequena para agradecer a atenção e a paciência que você tem oferecido.
É um privilégio ter a nossa volta pessoas assim como você que nos ajuda, que nos ensina, que nós acalma, cada um a seu modo e do seu jeito.
Obrigada a vocês que me deram a mão quando eu cai, que só propuseram a me escutar quando eu chorei, que me acalmaram quando estava desesperada.
Devemos ser gratos pelos pequenos gestos e detalhes da vida, porque são nesses momentos que descobrimos a realidade de cada pessoa, e o valor de cada ser humano...
solidão, tão só
e quietinha.
Dá-me dó
te ver sozinha
nesse teu canto só.
Não sei que segredo
tens para viver-te
tão bem sozinha
no teu canto só.
Gabriel Marques
Você sabe a diferença de Evento para O Vento?... Pois então fique sabendo já! Evento: acontecimento (festa, espetáculo, comemoração, solenidade etc.) e agora O Vento?...
Fique sabendo que a poesia "O Vento" de Luiz Maria Borges Dos Reis, foi classificada entre as 250 poesias melhores do Concurso Nacional Novos Poetas/Prêmio Sarau Brasil 2017, Vivara Editora Nacional, cujo livro Prêmio Sarau Brasil 2017 - Antologia Poética, está sendo lançado neste mês de Agosto de 2017, contendo o seguinte texto:
O Vento (Luiz Maria Borges dos Reis)
A brisa sopra lá fora
Um ar triste, cadavérico.
Dentro de mim um ai:
Tenho medo da morte.
As janelas tremem também,
Talvez pelo frio que sentem, quem sabe?...
Mas, como sentir pode,
Um punhado de lenha, um pouco de gelo a correr-lhe as veias?...
Sinto o bater das portas alvoroçadas,
Parecem estar com alguém brigadas!
No meu ser que se esvai...
O vento continua...
A brisa passa, como passo pelo tempo.
As coisas ficam e, sou eu quem vou,
Caminhando para o nada sem nada!...
Ah! Vento sagrado, que tudo sopra,
Por que não leva também a mim?...
Vivo lamentando o meu viver,
Mas, tenho medo de morrer!...
