Eu e Voce de Luiz Antonio Gasparetto

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Quando a dor da alma é imensa e sufoca o ser, muitos recorrem a dor da morte para alívio trazer.
Mas o que será que tem, após a morte também?
Se a momentânea e insistente dor tem fim, será que haverá alívio no tempo sem fim? Há uma eternidade a seguir, onde o tempo deixará de existir? Se das eternas portas haveremos de proceder, vida ou morte pode advir, incertezas para meros mortais, na esperança de dias vindouros de eterna paz.

Os homens se matam por dinheiro, ajuntam para outros gastarem o preço ao qual eles deram pelas suas vidas.

Dizem que a vida é feita de escolhas, mas o acaso se dá inesperadamente.

Que diferença faz, alguns anos a menos ou mais, diante da eternidade? Creio que a partir da concepção surgimos para a eternidade.

A falta de amor está afetando o equilíbrio da natureza, até os animais estão sofrendo tamanha escassez por parte dos humanos.

Não é preciso muita coisa para viver bem neste mundo, basta observarmos os animais, extraem do meio tão somente o necessário à subsistência. Mas os homens não, possuem tamanha ganância capaz de destruir o próprio meio ao qual vive, sem poder alcançar saciedade. E assim vamos seguindo vivendo, cada vez menos humanos.

A constância é o que sustenta todo hábito.
A falta de constância é similar a construir uma casa sobre um aterro mal executado, parece firme, mas sabemos que em algum momento vai desabar.

Nada há mais repugnante do que a soberba de um ser insignificante.

O Socialismo é o passado do Comunismo.

A verdade tarda, mas sempre aparece.

O que nasce do coração não se apaga com o tempo. Transforma, inspira, e permanece

Solidão não é falta de gente, é excesso de lembrança acesa, é um coração morando sozinho em uma casa cheia de mesa.

Quando teus olhos azuis surgem na memória
minha mente cede, entra em colapso suave
como se o mundo pausasse só pra te olhar

Quando te vejo, é filme sem cortes
rodando na minha cabeça
me convencendo, cena após cena
de que não existe
nem existirá
alguém tão perfeito quanto você

E quando durmo…
ah, quando durmo
até os pesadelos se rendem
porque neles tu apareces
herói improvável
salvando meus medos
e ficando, a cada sonho,
ainda mais impressionante

Tu és presença
mesmo quando ausente
és certeza
mesmo no caos
e és silêncio bonito
que bagunça tudo dentro de mim

Há dias em que o silêncio pesa
como se a casa estivesse cheia de ausências

O tempo passa
mas não passa por mim
ele apenas me atravessa
sem pedir licença

Carrego sorrisos que não uso
palavras que nunca disse
e sonhos que ficaram
encostados no canto da alma

Não é tristeza gritante
é esse cansaço manso
de existir sentindo demais
e sendo pouco sentida

Algumas noites
eu não choro
apenas fico
olhando o escuro
esperando que ele me entenda

A depressão não grita.
Ela senta.
E fica.

É um cansaço que não passa dormindo,
uma tristeza sem espetáculo,
uma ausência de vontade
até do que antes doía.

Acordo e já estou atrasada da vida.
Não triste exatamente
vazia de impulso.

Tudo continua existindo fora de mim
com uma normalidade ofensiva.
O mundo funciona
enquanto eu esforço
o simples ato de estar.

A depressão não é querer morrer.
É não saber muito bem
como continuar viva
do jeito que se espera.

Penso menos no futuro.
Não por falta de sonho,
mas porque sonhar
exige uma energia
que agora me falta.

Há momentos de lucidez
que doem mais que a dor.
Percebo tudo.
E mesmo assim
não consigo mover.

Não é drama.
É química, é história, é silêncio.
É o corpo pedindo pausa
e a alma sem voz
para explicar.

E ainda assim,
respiro.
Não por esperança grandiosa,
mas por hábito,
por instinto,
por essa teimosia mínima
de continuar
mesmo sem saber por quê.

Talvez isso seja viver agora:
seguir em estado bruto,
com menos luz,
mas ainda aqui

A insanidade raramente se anuncia.
Ela se infiltra.

Começa como um pensamento a mais,
uma lucidez excessiva,
uma sensibilidade fora de medida.

Há mentes que não quebram
apenas sustentam demais.
Elas funcionam, respondem,
cumprem horários,
enquanto por dentro tudo oscila.

A linha entre sanidade e desvio
não é um abismo.
É um fio.
E muitos caminham sobre ele
sem que ninguém perceba.

A insanidade não é caos explícito.
Às vezes é ordem demais.
Controle demais.
Consciência demais.

Ela se disfarça de normalidade,
aprende a conviver,
a sorrir no momento certo,
a calar no momento errado.

E talvez o mais perturbador
não seja perder a razão,
mas mantê-la
enquanto algo, silenciosamente,
se desloca por dentro.

Porque há estados mentais
que não pedem ajuda,
não fazem barulho,
apenas continuam.

E continuar,
nesse caso,
já é um sintoma.

A ansiedade não anuncia perigo.
Ela antecipa.

É o corpo em estado de alarme
sem ameaça visível,
o coração correndo
sem saber de quê.

O pensamento não descansa.
Ele vigia.
Projeta cenários,
prevê quedas,
ensaia perdas
que talvez nunca aconteçam.

A ansiedade mora no depois.
No “e se”,
no quase,
no que ainda não é
mas já pesa.

Há uma pressa constante,
mesmo quando nada acontece.
Um cansaço que não vem do esforço,
mas da espera tensa.

Respirar vira tarefa consciente.
Relaxar parece descuido.
A mente confunde controle
com sobrevivência.

Por fora, tudo segue normal.
Por dentro,
há um excesso de futuro
ocupando o presente.

A ansiedade não quer machucar.
Ela quer proteger
só não sabe quando parar.

E assim permanece:
alerta demais para descansar,
sensível demais para ignorar,
tentando manter tudo sob controle
num mundo
que nunca prometeu estabilidade.

Há vozes que não pedem entrada.
Elas chegam
com a firmeza do que é real.

O que se vê não parece imaginação.
Tem forma, intenção, sentido.
Negar seria ilógico
quando tudo se apresenta
com tanta convicção.

O delírio organiza o mundo.
Costura sinais,
dá motivo aos gestos,
explica o que ninguém explicou.

A alucinação não confunde
ela afirma.
E quem vive isso
não está sonhando,
está experienciando.

O mais difícil
não é perder a realidade,
mas viver em uma
que não é compartilhada.

O Brasil é "LITERALMENTE" o maior produtor de laranja do mundo, com uma produção de 13 milhões de toneladas na safra 2024/2025, representando 29% do total mundial.
Algumas "CELETAS LARANJAS" valendo dezenas de bilhões de dólares.
São laranjas que não acabam mais. Todos fazendo a vontade do Satanás.
Por que você acha que não existe interesse em combater o crime de forma efetiva e eficaz?
E o que você acha da reinante impunidade no país?
Tudo estratégico e eficaz para se criar cortinas de fumaça, impor a doutrina do medo, aterrorizar o povo, para que este continue subserviente ao sistema maligno e maléfico.
Não se surpreenda em ver religiosos trabalhando para este mesmo sistema, empenhados em distrair as pessoas.
Também não tenhas dúvidas, que se gastem bilhões para artistas medalhões seguirem distraindo o povo.
Em tempo, também não se esqueçam, de quão importante são as drogas, para anestesiar os mais agitados, e amordaçar de todas as formas quaisquer tentativa de reação contra o establishment.
Sorria, a todo momento você é manipulado.
Muito difícil encontrar pessoas realmente sinceras neste meio.
Os agentes do tal establishment (o(s) grupo(s) que detém o poder e a autoridade em uma sociedade ou organização) estão infiltrados em todas as frentes de reação.
Exemplo maior de tudo isso? 08 de janeiro de 2023. Basta analisar tudo com calma, perceber a atuação forte do sistema dentro de todas as instituições do Estado, atuando deliberadamente contra inocentes, atropelando de forma grotesca contra o tal ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO, onde inexiste a tal segurança jurídica. Mas nitidamente, a manipulação orquestrada dos entes e seus agentes para estabelecer uma única NARRATIVA.

Até a tristeza, quando bem cuidada, vira um jeito novo de respirar.