Eu e Voce de Luiz Antonio Gasparetto

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Sopra o vento
Segura-te borboleta!
Na pétala da flor.

Paciência e nada de pressas fazem mais do que a força e a ira.

É pelos defeitos que podemos governar os que nos amam.

Aquele que perde a reputação pelos negócios, perde os negócios e a reputação.

Mudamos de paixões, mas não vivemos sem elas.

O orgulho é o caminho do erro.

O valor do casamento não está no fato de que adultos produzem crianças, mas em que crianças produzem adultos.

A religião supre o juízo e a razão que falta em muita gente.

Sem os males que contrastam os bens, não nos creríamos jamais felizes por maior que fosse nossa felicidade.

Se as viagens simplesmente instruíssem os homens, os marinheiros seriam os mais instruídos.

Não fazer nada, é ser vencido.

Um devoto é aquele que, sob um rei ateu, seria ateu.

A ignorância, lidando muito, aproveita pouco: a inteligência, diminuindo o trabalho, aumenta o produto e o proveito.

É que a sabedoria é um trabalho, e sermos apenas sensatos custa muito, pois para se fazerem asneiras basta deixarmo-nos ir.

Causam menos danos cem delinquentes do que um mau juiz.

Uma coisa não é justa porque é lei, mas deve ser lei porque é justa.

A virtude é mais perseguida pelos maus do que amada pelos bons.

Miguel de Cervantes
Dom Quixote, vol. I

As grandes livrarias são monumentos da ignorância humana. Bem poucos seriam os livros se contivessem somente verdades. Os erros dos homens abastecem as estantes.

Deus, arquitecto do universo, proibiu o homem de provar os frutos da árvore da ciência, como se a ciência fosse um veneno para a felicidade.

Fábula: A Raposa e a Cegonha

A Raposa convidou a Cegonha para jantar e lhe serviu sopa em um prato raso.

-Você não está gostando de minha sopa? - Perguntou, enquanto a cegonha bicava o líquido sem sucesso.

- Como posso gostar? - A Cegonha respondeu, vendo a Raposa lamber a sopa que lhe pareceu deliciosa.

Dias depois foi a vez da cegonha convidar a Raposa para comer na beira da Lagoa, serviu então a sopa num jarro largo embaixo e estreito em cima.

- Hummmm, deliciosa! - Exclamou a Cegonha, enfiando o comprido bico pelo gargalo - Você não acha?

A Raposa não achava nada nem podia achar, pois seu focinho não passava pelo gargalo estreito do jarro. Tentou mais uma ou duas vezes e se despediu de mau humor, achando que por algum motivo aquilo não era nada engraçado.

MORAL: às vezes recebemos na mesma moeda por tudo aquilo que fazemos.