Eu e Voce de Luiz Antonio Gasparetto

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Você é o cara que ninguém nunca te deu importância?


Continue assim.
Apenas seja o seu maior combustível.


Pois depois do seu estopim tudo será lorota.

Às vezes o pão que você recusa hoje.
Era apenas a entrada do banquete que será servido amanhã

Mas eles tinham um ao outro e ainda tinham você.

E eles eram felizes e prósperos!

Pois prosperidade não depende de dinheiro nem proventos, mas sim ter o amor e felicidade de ter uma família, e ter todos juntos a você.

Isso sim é mais caro que qualquer valor monetário.
E isso sim é ter prosperidade.

Você se torna gigante quando aprende a valorizar o que é simples.

O difícil e quere colar um vidro que você mesmo quebro.

Deus é onipotente, onisciente e onibenevolente — isso está dito bem aqui no rótulo. Se você tem uma mente capaz de acreditar em todos estes três atributos divinos simultaneamente, tenho uma pechincha maravilhosa para você. Nada de cheques, por favor. Dinheiro e em notas pequenas.


Lazarus Long

Sem você, a batalha pela qual lutamos juntos perdeu o sentido.
Você é minha motivação e energia. Escuta teu coração. Vamos fazer de uma vez acontecer.

Você ensinou que se dá certo ou errado é responsabilidade dos dois.
Então nos punir é pecado já que sabemos a dor que vem depois.
Sorria por da gente lembrar.
Vem me buscar e vou de vez, sem questionar.

Minha vida perdeu a cor
Desde o dia em que você se foi
Ficou no peito essa dor
Que o tempo não destrói.


Nosso amor foi tão profundo
Difícil até de explicar
Você era o meu mundo
Meu jeito doce de sonhar.


Por onde quer que você vá
Meu coração vai te chamar
No canto dos beija-flores no ar
Meu amor vai te encontrar.


Quero que você possa saber
Mesmo distante de mim
Que eu não consigo esquecer
Este amor não teve fim.

"O que você quer ser no futuro: ser mais um ou ser aquele que faz a diferença?"

Cana bis


Vou te enrolar
Passar minha língua em você
Depois sentir teu cheiro e te fazer pegar fogo


Tu faz eu me sentir tão bem
Quero te sentir entre meus lábios
Já disse que tú me faz delirar?


Quero mais, mais e mais...


Eu te sugo e te prendo até perder o fôlego
É difícil seguir sem ti
Confesso que és meu motivo pra sorrir
Mas não é o único.

⁠Há mulheres que vão abrir a vida pra você.
E você vai querer entrar e sair.
Outras vão abrir apenas as pernas.
E você vai querer ficar.
E vai entender a diferença, talvez muito tarde.

⁠Quem é você hoje na vida da pessoa que você escolheu priorizar?

"Saudade" é a forma resumida de: Sinto tanto sua falta que não consigo viver sem você.

⁠Status, o preço a ser pago

Você perdeu sua alma, sua honra, negociou seus valores, vendeu a dignidade, ficou sem moral, sem respeito

Está nu perante si mesmo e vestido de finos trajes para agradar os outros, mas não sabe que por dentro és pobre e infeliz

Se você esmaga uma barata sob o sapato, o mundo aplaude em silêncio: herói anônimo, salvador do asco, executor do invisível inimigo que rasteja nas sombras da cozinha. Ninguém chora pela carapaça estalada, pelo corpo achatado que some no lixo. É justiça prática, vingança contra o repulsivo, o que fede e contamina. Mas mate uma borboleta — ah, que crime! Suas asas iridescentes, pintadas pela alquimia da natureza, tremem no ar como um verso de Mallarmé. Esmagá-la é vandalismo contra a beleza, profanação do frágil milagre que dança no jardim. De herói a vilão em um piscar de antenas. Eis o enigma: o julgamento não reside na morte, mas no estético que a encobre. A barata é o feio encarnado ,crocante, marrom, legionária das trevas, merecedora do extermínio por sua mera existência. A borboleta, em contrapartida, é o belo efêmero, embaixadora do verão, cujo voo evoca a alma poética que lateja em nós. mata-la fere nossa própria sensibilidade, como se o sangue colorido manchasse o quadro da vida. Aqui começa a tirania do olhar: a moral não julga atos, mas aparências. O que repele é punível; o que encanta, sagrado. Essa dicotomia revela o abismo humano: vestimos a ética com roupas de nosso gosto. O herói mata o monstro disforme; o monstro, ele próprio, devora a flor alada. Filósofos como Kant sussurraria sobre o sublime no terror da barata, enquanto Nietzsche riria da fraqueza que poupa a borboleta por vaidade. No fim, somos prisioneiros do espelho: o que é belo absolve, o feio condena. E assim, entre o estalo da barata e o adeus da asa, ergue-se o tribunal supremo, não da razão, mas da retina.

"Você pode se sentir perdida, deslocada ou até colocada no lugar errado, mas isso não significa que ficará ali para sempre."

Você está dentro de uma caçamba de lixo.
Você foi levada para algum lugar por engano.
Você grita.
Pede socorro.
As pessoas avisam o motorista.
Ele para.
E então ele te abraça.

Você não está sozinha.
Há outras pessoas atravessando a mesma ponte, enfrentando a mesma tempestade e tentando chegar ao outro lado.
Quando finalmente chega ao fim da ponte, você pensa que encontrou a saída.
Mas não encontrou.
Existe outra barreira.
E ela é ainda mais assustadora.
Uma parede muito alta, feita de areia, molhada pela chuva, cheia de buracos. Pessoas estão escalando, mas você sabe que aquilo não é realmente seguro.

Você teve medo, congelou, pensou em desistir, olhou para o abismo, procurou apoio, avaliou os riscos e, aparentemente, continuou.
Às vezes, sobreviver não parece uma vitória cinematográfica.
Às vezes é apenas segurar firme no próximo galho.
E depois no próximo.
Até perceber que os seus pés finalmente encontraram terra.