Eu e Voce de Luiz Antonio Gasparetto
Eu só queria mostrar o meu trabalho e contar um pouco da minha história, mas nunca imaginei que neste processo surgiriam tantos idiotas para me atrapalhar...
Às vezes nem é preciso mostrar, mas eu tenho esta mania de querer te apresentar, dizer que somos um só, que se completa no olhar, no sorriso de graça e no jeito simples de amar!
Eu sempre perdoo com muita facilidade, mas do ato não me esqueço, para que não se repita o semelhante erro com a mesma intensidade!
Ah, como eu gosto de agosto, lindo de viver, sim, gosto, pois o mês de agosto teve o gosto de me ver nascer!
Se todos os meus erros do passado neste exato momento sumissem, eu nada ganharia, pois, com este fato, imediatamente todos os meus conhecimentos e experiência de vida, também desapareceria.
Eu não sou cantor, mas amo cantar, nem ligo com o meu desafinar, solto a minha voz sem medo, canto bem alto sem me importar, não sou maluco, faço isso apenas para que a minha felicidade eu possa espalhar!
Peço licença, simplesmente para dizer, direcionada aos que insistem em me desmerecer, que um dia eu vou passar, mas a minha história irá permanecer!
MEU EU
Em relação a sentimentos, eu sempre me entreguei demais, seja em relações amorosas ou mesmo de amizades.
Quando menino, eu me doava, minha vida de bandeja eu entregava, demais eu cofiava, deste modo, sempre acreditei em tudo, no amigo que dizia ser parceiro, na menina que dizia que me amava.
Por acreditar demais, as decepções vinham em dobro, de um lado, era o amigo que mentia, do outro, era a menina que me traía, deste modo, a vida, pouco a pouco eu conhecia.
Eu chorava, eu sofria, mas dia após dia, entre decepções e amarguras, eu crescia.
Eu chorei, em meu rosto a lágrima descia, era doloroso, dentro da minha alma, doía, era o mundo se apresentando, estava aprendendo com a vida.
Ainda hoje sou assim, acredito, confio e me entrego, mas tenho algo diferente, o que conquistei com anos de estrada, a experiência, algo que me deixou com a visão muito mais aguçada.
Vejo melhor e percebo a maldade, isto eu conquistei com a vivência da idade, não quer dizer que não me decepcione, pois esta fraqueza ainda tenho, mas não demonstro como antes, ainda choro, ainda sinto a dor, acredito haver em cada ser humano a presença do verdadeiro amor.
Meus sentimentos são os mesmos, mas a minha força e confiança, esta mudou!
(Jean Carlos de Andrade)
O que eu faço quando chegar aos 25? Assim eu pensava, há algum tempo, ainda menino! Hoje ainda não sei, vejam só, que pensamento esquisito, o tempo passou e continuo menino, 48 anos bem vividos, mas a mesma pergunta de antes ainda me atenta, o que eu faço quando chegar aos 50?
Eu errei bastante, mas poderia ter errado muito mais, caso tivesse ouvido certos conselhos e não seguisse minhas próprias vontades!
BATALHA DAS IDEIAS
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Eu também quero me manifestar
Contra o que está a me incomodar
Neste País e também no Planeta
Uns marcham com gritos de guerra
Outros brigam como se fossem feras
E eu me manifesto com a caneta.
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Criticamos os desvios do erário
Nas construções dos estádios
De futebol para a Copa
Mas só tem direito de criticar
Aquele que se põe a gritar
Estando do lado de fora.
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Todo aquele que vai às arenas
É conivente com a triste cena
Do roubo do dinheiro do povo
Quem grita das arquibancadas
Não tem direito a mais nada
Além de considerar-se um bobo.
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Eu quero um País sem corrupção
No qual a pacífica população
Possa ter acesso às riquezas
Traduzidas na saúde, educação
Segurança, transporte, recreação
E ao bom alimento na mesa.
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Mas rechaço o oportunismo
De podres partidos políticos
Que promovem a baderna
Transformando as manifestações
Cheias de boas intenções
Em verdadeiros cenários de guerra.
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Todo ato violento deve ser reprovado
Seja ele do povo ou do Estado
Para que a vitória se eternize
Porque as lutas inteligentes
Fazem surgir nas mentes
As mais profundas raízes.
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Grite nas ruas e sussurre aos ouvidos
Ideias que criem conceitos definitivos
Mas que a nossa luta seja harmônica
E se lembre que a arma mais eficiente
Para mudar o que nos faz descontentes
É a poderosa urna eletrônica.
Depois que se aprende a andar, fica mais fácil lidar com o verbo correr. Quem dera eu pudesse aprender a viver, talvez fosse mais fácil lidar com o verbo morrer.
Eu acredito que a vida é uma coisa divina, divina e divina. Eu diria um milhão de vezes que a vida é divina porque não existem palavras mais perfeitas para expressar isso. Em relação ao sentido da vida, eu aprendi que a alegria só existe para combater a tristeza. É impossível criar um universo apenas com tristeza porque se você cria a tristeza consequentemente haverá a alegria para combate-la e é impossível criar um universo apenas com a alegria porque ela só existe para combater a tristeza. E se você cria um universo sem tristeza, esse universo vai ser sem alegria e consequentemente sem sentido. Então, o sentido da vida para mim é procurar a alegria mesmo na tristeza porque o oposto disso é procurar a tristeza que é essencial para o significado da vida mas é ruim para o ser.
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