Eu e Voce de Luiz Antonio Gasparetto

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ATÉ NAS AFLIÇÕES AGRADEÇA. EU VIVI UMA SÉRIE DE DOENÇAS, TIVE FALÊNCIA DE ÓRGÃOS, CIRURGIAS... DORES 24 HORAS POR DIA, QUE NÃO PARAVAM POR NADA. NUNCA RECLAMEI! EU AINDA AGRADECIA POR EXISTIR, NO FINAL, DEUS ME SALVOU E EM UM SONHO FEZ ALGUÉM ORAR POR MIM E ME CURAR! ESTÁ COM QUASE 1 MÊS SEM EU SENTIR NENHUMA DOR, EU CREIO QUE A CIÊNCIA ELA VAI ATÉ CERTO PONTO E DEPOIS DEUS OPERA DEFINITIVAMENTE.


15 de agosto de 2026

"Eu descobri que posso ser vista sem precisar me esconder."

“Ainda que eu partisse, volátil,
o abismo, então , se compraz tardio,
Desatando o nó
Do meu próprio canto sombrio.”

Carmen Eugenio-Escartelate

Indefectível Abismo

“E assim o é
e o seria…
Ainda que brando estivesse.
Ainda que eu partisse, volátil…
O abismo, então,
se compraz tardio,
desatando o nó
do meu próprio canto sombrio.”

Carmen De Eugenio
UBE - AFLAMS - ALB - PEN CLUBE

Quem me conhece até sofre, para compreender que nada revela o meu ser....
Eu me conhecer, já é difícil, me entender...


impossível!!

Quando eu era mais jovem,
não tinha experiência.
Errei. Chorei.
Isso, me ensinou.
Eu cai. Me machuquei. Levantei. Cicatrizou.
Hoje tenho, mais cuidado.


Na escola, eu repeti de ano.
Eu senti tristeza.
Precisei estudar. Busca informação.
Consegui resultado. Isso, deixa feliz.


Da simplicidade,
até a grande responsabilidade.


Um caminho. Um passo, de cada vez.


Precisa esperar.
Ter paciência.


No quebra cabeça,
começa pela primeira peça.

Existe uma casa, para eu morar.
Existe um lugar, para eu dormir.
Existe um lugar;
para me proteger da chuva,
do sol,
e do frio.
Existe uma comida e
uma bebida,
que me dá vida.
Existe movimento, no meu corpo.
Um dia eu nasci,
eu vivo,
sei que vou morrer um dia.
Eu fui no Hospital,
lá existe gente que trabalha.
Fico feliz, com o pouco.
Durmo, e acordo.
O tempo passa.
Vejo terra, no chão.
Vejo montanha.
Eu estava em um lugar, fui para outro.
O carro, precisou consertar.

Eu sou o homem,
atrás da cortina.

Aqueles que eu pensei que eram na real nunca foram.

⁠Há no olhar alheio toda sorte de cadeias, de maneira que, no reflexo de seus olhos, eu me desprezo e me condeno. Eu apenas sou feio porque eles decidiram o que é belo. [...] A sociedade, comparada à consciência do feio, não é tão cruel; ela inventou o chicote, e eu estou apenas me flagelando com ele.


- O Feio

Eu morri para Ti, e Tu morreste para mim; matei-O no coração, enterrei-O no âmago da descrença. Os vermes, porém, não devoram a Ti; antes, a minha carne eles consomem. Sou o único verme capaz de roer a Tua alma, ó Deus.

Eu sofro de uma doença chamada Deus.

Estou destinado ao fracasso,e por isso,eu sei que vou vencer

Perdido em meu eu, procuro o caminho, a voltar ao ser meu.

– Não faz mal, eu vou matar ele.
– Que é isso menino, matares teu pai?
– Vou, sim. Eu já até que comecei. Matar não quer dizer a gente pegar o revólver de Buck Jones e fazer bum! Não é isso. A gente mata no coração. Vai deixando de querer bem. E um dia a pessoa morreu.

José Mauro de Vasconcelos
O meu pé de laranja lima. São Paulo: Melhoramentos, 2004.

*Hoje a minha maior disputa será eu versus eu, e em meus versos, só serei eu versus eu, eu criança versus eu adulto, eu longe de ti versus eu, assim me vejo versando sem lembrar do eu versus eu, até que!*
(Saul Beleza)

Nessa vida eu vou te deixar ir, mas na próxima, eu prometo te deixar ficar.
(Saul Beleza)

Leva-me, agora, por favor, Deus,
Por caminhos de sonhos e aventuras,
Que eu quero viver, sentir e sonhar,
E nunca mais parar de voar.
(Saul Beleza)

*Algo estranho acontece lá fora, e eu aqui dentro não consigo dormir, não sei se é saudade o desamor, mas ambos me fazem pensar, e assim vou trocando de travesseiros e revirando na cama sem ter ao menos como sonhar.*
(Saul Beleza)

Um coração confuso, uma mente alucinada
E eu querendo a ti cada vez mais e mais.
Chamo a ti, e nem assim me espia.
E a solidão se torna minha companhia.

A noite cai, a escuridão me envolve,
e a tua ausência me judia.
Tento esquecer, mas não consigo deixar de pensar em ti.

Me perco em sonhos, me encontro em teus olhos, mas ao acordar, a realidade me golpeia
e a dor da saudade me açoita,

A espera é longa, o tempo não para,
e a esperança se esvai, como areia na mão.
Mas mesmo assim, eu te quero, eu te espero,
e a tua falta é um vazio que não some, não enche.
(Saul Beleza)