Eu e Voce de Luiz Antonio Gasparetto

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Nunca atire pedras em Santo, ele não vai fazer nada além de ir embora.

Ingratidão não se paga com lamentações, se paga com desprezo e indiferença.

MORAL


A moral da política é o interesse! Quando o interesseiro fala de moral, a moral fica mal.
António da Cunha Duarte Justo

Uma vez um, é sempre um!
Salvo se for dois, pois o segundo não tem volta e nem permanência.
O resto são múltiplos da repetição.

Os hábitos e costumes vêm da sociedade, ninguém nasce enculturado.

Cronus quando cortou as asas do Cupido, teve a única intenção de perpétuar o amor.


Quem ama sabe,
mas,
quem sabe, não ama...


Sobre
Muito
Mais
Amor.

Falei com o vento e ele fragmentou e espalhou rapidamente meus pensamentos, falei com a chuva, meus pensamentos e após se arrastarem pelo chão se perderam nos rios e por fim no mar, daí para frente preferi o silêncio e deixei as palavras falarem para poucos no meu olhar.

A dignidade não consiste em vencer e sim ter o desejo de lutar.

Saudações
Meu
Magnânimo
Amor.

HIPOCRISIA ECOLÓGICA


Todos falam da poluição e dos crimes contra o ambiente, mas quando esses crimes caem do céu em forma de bomba calam-se. A hipocrisia ecológica é chorar pelo plástico no mar e ignorar o fumo das cidades bombardeadas.
António da Cunha Duarte Justo

Aprendi sozinho que o Amor nasce com um olhar, só sabe disso quem ama de verdade, mas, aprendi sozinho também, que nada mata o Amor, nem o desprezo, nem a ausência, nem a distância e muito menos o Ódio...


Da série:


Sobre
Muito
Mais
Amor.

Que o homem se alegre com o que possui, aliás, que o homem não se lamente pelo que não possui.
Eis a razão da sabedoria.

Procure ter no seu convívio mais pessoas que entendam o seu silêncio, do que pessoas que entendam suas palavras.

O melhor exemplo de complicar o fácil que já vi, foi de tentar tirar meleca com o dedão.

Antes de cuidar do Corpo, cuide da sua Mente, de que vale um belo Corpo, com uma Mente poluída de ideias e preconceitos ruins.

A vida é feita de trocas.
Há os que trocam uma sardinha por um baiacu, mas, também há os que trocam uma sardinha por uma pescadinha.




Nada contra os peixes.

Nas profundezas do trono estelar de Cassiopeia — onde a Rainha vigia os céus do norte em sua rota eterna —, oculta-se nas brumas invisíveis o mundo de Gliese 48 b.


Nascido do ventre da Estrela Escarlate, um olho de brasa que nunca arde com a soberba do Sol diurno, este corpo celeste jaz travado em seu eterno abraço gravitacional: sua face ergue-se em vigília perpétua sob o fogo rubro, enquanto sua outra metade repousa no silêncio de uma noite sem fim, divididas por uma linha estática onde o crepúsculo é eterno.


Ali, o elemento da Terra não é pesado como o chumbo grosseiro, nem leve como o pó; ele é um receptáculo de Sal Filosófico puro, condensado nas brumas de um oceano sem sol. É a morada dos Guardiões do Limiar — aqueles que habitam a fronteira entre o calor da vida e o silêncio do abismo sideral.


Quem sintonizar com sua vibração, sob a égide geométrica de Cassiopeia, não encontrará a expansão ruidosa de Júpiter, mas a revelação dos segredos que jazem sepultados no silêncio da rocha: o eterno equilíbrio entre o lado que vê a face do fogo e o lado que guarda os mistérios do abismo, selados no trono da Rainha do Norte.”

Uma face diante do fogo,
outra entregue ao silêncio.
E entre ambas,
uma luz tão antiga
que já não parece luz.
Ali, o tempo se cala.
Entre o fogo e o infinito,
Gliese 48 b permanece,
guardando em seu crepúsculo
um silêncio que não termina.

Ela quer o que ela quer, se não for como ela quer, ela bate o pé e depois da no pé.




Não é sobre o pé.

Um perdedor conformado, perdeu duas vezes.