Eu e Voce de Luiz Antonio Gasparetto
Vamos juntos construir uma Barra Velha próspera, com foco no desenvolvimento do turismo como geração de valor e oportunidades. Uma cidade que coloque os interesses coletivos dos barra-velhenses e das próximas gerações acima dos interesses individuais.
O SANFONEIRO
A sanfona e o sanfoneiro,
no Nordeste a cantar.
O sertão vai festejar
com forró o ano inteiro,
de janeiro a janeiro.
Solta a voz, meu cantador!
Alivia tua dor!
Com tamanha emoção,
faz lembrar o Gonzagão,
o maior dos forrozeiros!
"Há um dia, e sempre existe este dia, em que algo ou alguém nos coloca a vida do avesso.
É o dia da prova, da averiguação pelo Mais Alto da necessidade de uma mudança para nós. Ou não.
Confrontado entre o ir e ficar, manter ou modificar,
- pense no que falta, pense no que sobra.
- pense no que você tem e no que você não quer mais.
- pense no que aquilo pode trazer de bom, e no que aquilo pode trazer de mau.
- analise as alternativas, pondere as consequências.
- reflita no que você pode fazer e o que não deve fazer.
Esteja pronto para dizer sim.
Esteja pronto para dizer não.
Siga sua estrada, colhendo os frutos da escolha.
Doces ou amargos, são seus.
Você fez o que achou melhor fazer.
E que assim seja.
Assim será."
(Por um Espírito Protetor, Instituto André Luiz, 10/02/2021)
Lembrem se que foi um filósofo que instruiu Alexandre o grande para que ele conquistasse quase todo velho mundo, não um político.
Nas Asas do Gonzagão
Pernambuco não poderia imaginar
Que a partir do dia da Santa Luzia
Januário José e Ana Batista
Atrairiam olhares para Exu, em melodia
Foi quando o pequeno Luiz nasceu
E com o seu dom alegre e festeiro
Depois da farda militar, seguiu o seu destino
E lá foi ele para o Rio de Janeiro
De Gonzaga à Gonzagão
Com artistas famosos fez parceria
Repertório "Danado de Bom"
Exu já não era mais monotonia
O moço simples conheceu a Europa
A sua vida e talento invadiram a literatura
E todos souberam da ardência da seca
E da vida nordestina que era pura bravura
Descobriram que não há luar como no sertão
Que no relógio marcando seis, o sertanejo ajoelhado
Suplica, à virgem, força para resistir ao peso da cruz
E que para todo mundo tem um "psiu" angustiado
Nos seus versos, o amor perdido dói mais
Quando para os braços do xodó não se poder voltar
Ôxi, que amargo de jiló tem a saudade
Adeus Januário. Deus ilumine o seu regressar
O sonho da água farta para a sede, gado e plantação
No sertão, vem na esperança com a flor de mandacaru
Banana, maxixe, batata, mandioca e buchada
É Fartura e benção na feira de Caruaru
Que difícil resumir a importância do Gonzagão
Deste brasileiro amado, que virou o rei do baião
O lavrador pode espalhar as sementes à vontade e onde quer que esteja, mas precisa reconhecer que a germinação, o crescimento e o resultado pertencem a Deus.
Artes marciais nos preparam, fisicamente, contra os ataques dos maus, caso nos encontrem.
A FÉ nos prepara contra os ataques dos inimigos visíveis, os invisíveis e, até mesmo, daqueles que ainda residem dentro de nós. Fortaleçamos a nossa fé!
Luiz Cláudio Alfradique
A vida é uma sinfonia perfeita. Quando procuramos desafiná-la, no círculo das notas que devemos emitir para máxima glorificação, somos compelidos a estacionar em pesado serviço de recomposição da harmonia quebrada.
Acautelemos com os que só falam o que desejamos ouvir, e não o que precisamos ouvir. Precisamos ouvir o que for necessário, mesmo que refute ou contrariam nossas ideias e intenções.
"Onde estão?
As sangas e as cachoeiras
Que meus pés descalços buscavam
Para o fogo abrandar
Acalma a minha alma, só do trajeto lembrar.
Das coisas que sentia
Na natureza a passear".
"Estamos vivendo o mal do novo século?... O exibicionismo?... O exibicionismo do corpo, dos bens, dos prazeres, dos desejos, dos medos e até mesmo dos mais secretos sentimentos?"
"A única amizade verdadeira é aquela que não busca interesses pessoais, mas tem disposição para buscar os interesses benéficos do próximo"
A raiva não resolve o problema de ninguém. O que resolve é o amor.
...E nem mesmo aquela dedicação mais profunda e abnegada – que resistiu ao tempo e à toda sorte de adversidades – consegue sobreviver à incontestável força de lideranças manipuladoras que transformam esses nichos político-religiosos em verdadeiras fábricas de fanáticos e inocentes úteis.
tire as palavras da minha boca
do mesmo jeito que tu tira meu juízo,
tire minhas culpas
com seus abraços,
tire de mim aquilo que não nos pertence
com seus beijos,
more em mim
e me deixe habitar em você
51222
Triste Partida
Meu Deus, meu Deus. . .
Setembro passou
Outubro e Novembro
Já tamo em Dezembro
Meu Deus, que é de nós,
Meu Deus, meu Deus
Assim fala o pobre
Do seco Nordeste
Com medo da peste
Da fome feroz
Ai, ai, ai, ai
A treze do mês
Ele fez experiência
Perdeu sua crença
Nas pedras de sal,
Meu Deus, meu Deus
Mas noutra esperança
Com gosto se agarra
Pensando na barra
Do alegre Natal
Ai, ai, ai, ai
Rompeu-se o Natal
Porém barra não veio
O sol bem vermeio
Nasceu muito além
Meu Deus, meu Deus
Na copa da mata
Buzina a cigarra
Ninguém vê a barra
Pois a barra não tem
Ai, ai, ai, ai
Sem chuva na terra
Descamba Janeiro,
Depois fevereiro
E o mesmo verão
Meu Deus, meu Deus
Entonce o nortista
Pensando consigo
Diz: "isso é castigo
não chove mais não"
Ai, ai, ai, ai
Apela pra Março
Que é o mês preferido
Do santo querido
Senhor São José
Meu Deus, meu Deus
Mas nada de chuva
Tá tudo sem jeito
Lhe foge do peito
O resto da fé
Ai, ai, ai, ai
Agora pensando
Ele segue outra tria
Chamando a famia
Começa a dizer
Meu Deus, meu Deus
Eu vendo meu burro
Meu jegue e o cavalo
Nós vamos a São Paulo
Viver ou morrer
Ai, ai, ai, ai
Nós vamos a São Paulo
Que a coisa tá feia
Por terras alheia
Nós vamos vagar
Meu Deus, meu Deus
Se o nosso destino
Não for tão mesquinho
Cá e pro mesmo cantinho
Nós torna a voltar
Ai, ai, ai, ai
E vende seu burro
Jumento e o cavalo
Inté mesmo o galo
Venderam também
Meu Deus, meu Deus
Pois logo aparece
Feliz fazendeiro
Por pouco dinheiro
Lhe compra o que tem
Ai, ai, ai, ai
Em um caminhão
Ele joga a famia
Chegou o triste dia
Já vai viajar
Meu Deus, meu Deus
A seca terrível
Que tudo devora
Lhe bota pra fora
Da terra natá
Ai, ai, ai, ai
O carro já corre
No topo da serra
Oiando pra terra
Seu berço, seu lar
Meu Deus, meu Deus
Aquele nortista
Partido de pena
De longe acena
Adeus meu lugar
Ai, ai, ai, ai
No dia seguinte
Já tudo enfadado
E o carro embalado
Veloz a correr
Meu Deus, meu Deus
Tão triste, coitado
Falando saudoso
Seu filho choroso
Exclama a dizer
Ai, ai, ai, ai
De pena e saudade
Papai sei que morro
Meu pobre cachorro
Quem dá de comer?
Meu Deus, meu Deus
Já outro pergunta
Mãezinha, e meu gato?
Com fome, sem trato
Mimi vai morrer
Ai, ai, ai, ai
E a linda pequena
Tremendo de medo
"Mamãe, meus brinquedo
Meu pé de fulô?"
Meu Deus, meu Deus
Meu pé de roseira
Coitado, ele seca
E minha boneca
Também lá ficou
Ai, ai, ai, ai
E assim vão deixando
Com choro e gemido
Do berço querido
Céu lindo azul
Meu Deus, meu Deus
O pai, pesaroso
Nos filho pensando
E o carro rodando
Na estrada do Sul
Ai, ai, ai, ai
Chegaram em São Paulo
Sem cobre quebrado
E o pobre acanhado
Procura um patrão
Meu Deus, meu Deus
Só vê cara estranha
De estranha gente
Tudo é diferente
Do caro torrão
Ai, ai, ai, ai
Trabaia dois ano,
Três ano e mais ano
E sempre nos prano
De um dia vortar
Meu Deus, meu Deus
Mas nunca ele pode
Só vive devendo
E assim vai sofrendo
É sofrer sem parar
Ai, ai, ai, ai
Se arguma notícia
Das banda do norte
Tem ele por sorte
O gosto de ouvir
Meu Deus, meu Deus
Lhe bate no peito
Saudade lhe molho
E as água nos óio
Começa a cair
Ai, ai, ai, ai
Do mundo afastado
Ali vive preso
Sofrendo desprezo
Devendo ao patrão
Meu Deus, meu Deus
O tempo rolando
Vai dia e vem dia
E aquela famia
Não vorta mais não
Ai, ai, ai, ai
Distante da terra
Tão seca mas boa
Exposto à garoa
À lama e o paú
Meu Deus, meu Deus
Faz pena o nortista
Tão forte, tão bravo
Viver como escravo
No Norte e no Sul
Ai, ai, ai, ai
Todas as vezes que Deus anseia estabelecer um novo período (ciclo) na história e na vida de alguém; Deus inicia uma fase de transição, determina epílogos, estabelece posfácios, gerando TEMPO DE UM NOVO TEMPO.
O maior anseio de Deus é que seus filhos saibam de quem são filhos, e vivam como tal. Que deixem de o tratar como um Ser distante e intocável, e se relacionem intimamente com Ele. Que cresçam e transcendam em um relacionamento íntimo e profundo, e, ousem ir além na excelência da Comunhão.
Deus não quer ser tratado como "um velhinho visitado domingo no asilo". Deus não quer que seus filhos "coloquem a mão em seu bolso atrás de esmolas".
Troque as trivialidades e as excrescências da vida por uma constante, abundante, permanente, vigorosa e intensa busca a Deus. Anseie viver o crescimento em um nivel de proeminência e excelência no relacionamento com Deus.
Tenha ânsia de vômito do "mundo" e de tudo que jaz no maligno.
Tenha fome e sede da Presença de Deus.
Seja diferente, faça a diferença e Deus será diferente em tua vida.
Faça disso sua força e jamais se esqueça; quem quer ir além, tem que ir além... nEle.
Filhos íntimos do Pai.
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