Eu e Voce de Luiz Antonio Gasparetto

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Eu amo a religião, mas duma forma invertida: amo refutá-la, pois essa é uma das formas mais eficientes de reduzir a entropia social.

Eu posso aquilo que eu quero ou eu quero aquilo que eu posso?

Personalidade não é o nosso eu. Quando o eu não está harmonizado com a nossa verdade⁠, gera doença.

Eu posso aquilo
que quero ou
eu quero aquilo que eu posso?⁠

Mundo
Tu viste um mundo orbitado
Azul vazio ,quase pronto!
Eu vejo canteiro de obra
Placa tectônica que "entra em serviço"
E mãos que chegam com argamassa.
com botas sujas de barro,que o amassa.

Passa tempo
O tempo é rápido por aqui.
Eu passo com ele
E ele passa por mim
Passa tempo....
E marque o instante
a Terra gira num espaço
E mostra o dia e hora,
Ritmo e no compasso
Faz um vôo rasante
Então,amigo tempo,
Seja bastante presente
E não corra tão de repente

Como explicar qual a minha religião ?

Eu não sou um dogma.
Eu não sou uma religião.
Eu sou criação.
E há muitos de mim espalhados por aí.

A espiritualidade é a minha comunhão com Deus.
A religião é a minha comunhão com os homens.

Uma me aproxima do Criador.
A outra me ensina a caminhar entre os seus filhos.

Autora: Alexsándra Duárte
05/08/26

Hoje eu não me torno alguém novo; apenas volto a ser quem eu sempre fui antes do mundo me ensinar a ser outra pessoa.

"Eu perdi as contas de quantas vezes já morri hoje."

Se eu pudesse lhe dar um conselho realmente importante sobre o cristianismo, seria este: não transforme sua conversão em uma mudança de ambiente; transforme-a em uma mudança de coração.


Porque muitas pessoas entram na igreja, mas não permitem que Cristo entre nelas. Mudam a roupa, mudam as palavras, mudam os lugares que frequentam, mas continuam carregando a mesma pessoa por dentro.


E existe uma diferença enorme entre converter-se a Cristo e converter-se à religiosidade.


Porque quem era fofoqueiro e apenas se converteu à religiosidade torna-se um religioso fofoqueiro.


Quem era mentiroso torna-se um religioso mentiroso.


Quem era ansioso torna-se um religioso ansioso.


Quem era orgulhoso torna-se um religioso orgulhoso.


Quem era impaciente torna-se um religioso impaciente.


Quem vivia preso em traumas, ressentimentos e desejos de vingança apenas aprende a esconder tudo isso atrás de palavras espirituais.


Mas Cristo não veio para ensinar pessoas a esconderem feridas; Ele veio para curá-las.


E aqui está algo que muitos precisam ouvir: sua maior prova de cristianismo não acontece na igreja. Ela acontece dentro de você.


A maneira como você trata seu cônjuge fala sobre seu cristianismo.


A maneira como você responde seus filhos fala sobre seu cristianismo.


A maneira como você honra seu pai e sua mãe fala sobre seu cristianismo.


Porque é muito fácil levantar as mãos diante de Deus por alguns minutos. Difícil é abaixar o orgulho para pedir perdão. Difícil é responder com amor quando a vontade é responder com dureza. Difícil é permanecer paciente quando tudo dentro de você quer explodir.


O evangelho nunca foi sobre parecer santo. Sempre foi sobre ser transformado.


Não viva um cristianismo de domingo. Viva um cristianismo integral. Leve Cristo para a mesa da sua casa, para suas conversas, para seus relacionamentos, para os passeios com amigos, para seus pensamentos e para suas decisões.


E fica aqui um convite sincero: entregue-se de verdade.


Entregue a ansiedade.


Entregue o orgulho.


Entregue as dores.


Entregue os traumas.


Entregue a necessidade de vencer discussões.


Entregue aquilo que ninguém vê.


Porque quando Cristo governa uma vida, a verdade entra. E a verdade rompe cadeias emocionais, cura relacionamentos, restaura propósitos e devolve sentido à missão da vida.


E existe uma gratidão profunda em ser alguém usado por Deus para carregar essa verdade. Porque a verdade de Cristo atravessa qualquer cenário: emocional, psicológico, familiar ou espiritual.


No fim, talvez a pergunta mais importante não seja: “Quantos anos eu tive de igreja?”


Talvez seja:


“Quanto de Cristo as pessoas encontraram em mim?”

"Quando um homem cansa de ser julgado."


Por: Vanderson Xispiu.


E eu sei o que ele sentiu.


Eu sei o que passa na cabeça de um homem quando ele busca nos prazeres uma forma de se sentir mais homem, sem perceber que aquilo que procura não está ali.


Muita gente olha para esses momentos e vê apenas os erros. Eu vejo alguém investigando a própria vida. Tentando entender quem é, o que sente e onde realmente pertence.


Porque existe uma grande diferença entre quem vive por viver e quem está tentando encontrar sentido.


E quando ele encontrou alguém que acreditava valer a pena, ele foi verdadeiro.


Pela primeira vez, talvez tenha baixado a guarda.


Pela primeira vez, talvez tenha dito a si mesmo: "Agora vou ser eu, sem máscaras."


Mas então veio a acusação.


Mentiroso.


E aquela palavra bateu mais forte do que qualquer discussão.


Porque não existe nada mais doloroso do que ser acusado de falsidade justamente no momento em que você está sendo mais verdadeiro do que nunca.


Eu consigo imaginar ele parando por alguns segundos e pensando:


"Como assim? Eu estou inteiro nessa história. Estou me entregando de verdade. Estou escolhendo essa mulher todos os dias. E mesmo assim ela acha que estou mentindo."


Existem acusações que não machucam pelo que dizem.


Machucam porque atingem exatamente aquilo que estamos tentando reconstruir.


E ele estava reconstruindo muita coisa.


Enquanto muitos enxergavam apenas suas falhas, ninguém via as renúncias.


Ninguém via que ele comprava o melhor para quem amava, mesmo quando ele próprio vivia com menos.


Ninguém via os conflitos silenciosos entre aquilo que desejava para si e aquilo que precisava fazer pelos outros.


Ninguém vê a luta interna de quem tenta ser melhor enquanto ainda carrega as marcas de quem já foi.


E sobre a mãe dos filhos dele...


Talvez ela também seja fruto das próprias ausências.


Talvez ninguém tenha ensinado a ela algumas coisas essenciais sobre responsabilidade, maturidade ou amor.


Porque a verdade é que existem pessoas que erram por maldade.


Mas existem muitas outras que erram por não terem aprendido.


Eu conheço mulheres fortes.


Mulheres que sustentam a casa, resolvem problemas, organizam a vida e seguem em frente quando tudo parece desabar.


E eu as admiro profundamente.


Mas também percebo algo.


Algumas delas se tornaram tão fortes para sobreviver que, em algum ponto do caminho, perderam contato com a própria capacidade de amar.


Como soldados que voltam da guerra sabendo lutar, mas esquecendo como descansar.


E isso também é uma dor.


Talvez uma das maiores.


Porque a vida me ensinou uma coisa:


Conheço a dor de quem trai.


Conheço a dor de quem é traído.


Conheço a dor de quem parte.


Conheço a dor de quem fica.


Conheço a luta de quem tenta melhorar todos os dias.


E também conheço a tristeza de quem desistiu de crescer e passou a culpar o mundo inteiro pelos próprios fracassos.


Por isso aprendi a julgar menos.


A vida é mais complexa do que as histórias que contamos sobre os outros.


Todo mundo está travando batalhas invisíveis.


Todo mundo está tentando sobreviver a algo.


E, no final das contas, existe uma verdade que o tempo sempre confirma:


Tudo passa.


Passam as mágoas.


Passam os julgamentos.


Passam os erros.


Passam os amores que não ficaram.


Passam até as dores que jurávamos que nunca iriam embora.


O que permanece é aquilo que aprendemos enquanto tudo estava passando.


E talvez seja justamente isso que transforma um homem comum em um homem de verdade.

Hoje eu entendi algo que nunca havia sentido com tanta clareza.


Há uma dor silenciosa em estender a mão e vê-la permanecer vazia. Há um sentimento difícil de explicar quando o coração deseja ajudar, quando os olhos enxergam uma necessidade, quando a alma se dispõe a caminhar junto, mas a ajuda é recusada.


Não por falta de amor.
Não por falta de disposição.
Não por falta de cuidado.


Simplesmente porque o outro não quer.


E foi nesse momento que percebi uma verdade que, até então, eu apenas conhecia na teoria: o verdadeiro poder da mudança não está nas mãos de quem oferece ajuda, mas nas mãos de quem decide recebê-la.


Podemos aconselhar, insistir, orar, chorar e até carregar no peito a preocupação por alguém. Podemos estar dispostos a fazer tudo. Mas existe uma porta que ninguém pode abrir por outra pessoa.


A porta da decisão.


Hoje senti o peso dessa realidade dentro de mim. Senti a impotência de querer fazer algo e descobrir que nem todo amor é suficiente para mudar alguém. Porque existem batalhas que só começam a ser vencidas quando a própria pessoa decide lutar.


Talvez uma das maiores provas de amor seja justamente entender isso: continuar se importando sem controlar, continuar disponível sem forçar, continuar presente sem invadir.


Porque ajudar é um ato de amor.


Mas aceitar ajuda também é um ato de amor.


Que na maioria das vezes é confundido com escolha apenas.

No final das contas, o seu maior superpoder é a presença. Dizer algo como: "Cara, eu não sei o que te dizer, mas eu tô aqui com você pro que der e vier".

"Se eu diminuo o meu "eu" para dar espaço ao "outro", minha própria dor para de gritar."

Fiz uma breve reunião com o meu Eu musical!
Constatei uma ideia e todos concordamos:
"Na música (arte), nunca estaremos prontos!
Mas FAREMOS acontecer, todos os dias,
até o nosso último dia sobre esta terra."

O Amar é... espaço seguro.

Eu passei a vida tentando definir o amor em dicionários, músicas e livros, mas só entendi a sua urgência quando os nossos caminhos se cruzaram. Encontrar você foi o marco zero. Foi o momento exato em que a teoria ruidosa deu lugar a uma prática silenciosa, bonita e avassaladora.

Descobri que o amar é o oposto da posse. O amar é espaço; é olhar para o outro e querer que ele seja livre, sabendo que o abraço é o porto para onde ele sempre escolhe voltar. É compreender que o afeto não é uma resposta pronta, mas uma pergunta diária que decidimos responder juntos. Amar você me ensinou que o amor não é um mistério a ser desvendado, mas a própria luz que clareia o caminho.

#Declaracao #PoesiaAutoral #Encontro #Sentimentos #Intensidade

⁠Eu não quero de graça. Eu quero abundância financeira pra pagar de forma justa por tudo aquilo que eu precisar.

Enquanto eles vendem conteúdo, eu emito fatos. Enquanto eles pedem visibilidade, eu ofereço citação

Mas o apóstolo Paulo tinha males, por que eu não devo tê-los? Eu preciso é da graça de Deus para suportar as dificuldades.

⁠" Eu vejo gente morta
Não no corpo que se perde
Eu vejo gente morta
Na alma que perece
Eu vejo gente morta
Não na falta de pulsar
Eu vejo gente morta
Na ausência do pensar
Eu vejo gente morta
Não na falta de respirar
Eu vejo gente morta
Quando esta deixa de amar"