Eu e Voce de Luiz Antonio Gasparetto

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⁠⁠Sem as Divinas Lembranças Coloridas que Eternizastes em mim, jamais eu suportaria lembrar de um dia tão cinzento.

Ainda bem que eu acordei. Se há coisa que me deixa com raiva é gastar o inconsciente sonhando besteira.


_ Mafalda⁠

Há 18 anos eu já tinha fé, mas descobri — às duras penas — que ainda não era fiel o suficiente para não lamentar a “volta para casa do Pai” do meu pai.

⁠Só está faltando isso aqui, para eu entrar na fila dos mal-educados e ir tomar café na sua casa, sem nem te avisar.

⁠E eu que, vez em quando, deito um travessão na mensagem — só para ser confundido com um “Chatbot”.


Mas um travessão é muito mais do que sinal gráfico — é um gesto.


Um pequeno ato de ousadia que só pratica quem não teme ser percebido.


Quem escreve com consciência do que carrega, e com a leveza de quem não precisa provar nada além da própria honestidade com as palavras.


Porque, no fundo, escrever é isso:
um jogo silencioso entre coragem e sensibilidade.


Coragem para tocar onde dói —
Sensibilidade para não machucar lugar nenhum.


E um travessão, bem deitado, talvez seja o símbolo mais humilde dessa bela dança.


Ele separa, sim, mas também aproxima...


Às vezes, pausa… mas empurra adiante.


Ele corta… mas também convoca.


Às vezes parece apenas um traço, mas é um traço que fala:
"Ei, aqui entra algo que só os atentos percebem."


E quem ousa usá-lo não o faz por frescura gramatical —
mas por afeto estético, intuição narrativa,
e essa espécie de maturidade que só têm os bem resolvidos:
bem resolvidos consigo, com o que dizem,
e até com o que deixam de dizer.


No fim, o travessão é como o pincel que se deixa cair de propósito:
não é descuido, é assinatura.


Não é desatenção, é presença.


E se alguém confunde isso com um “Chatbot”…
ah! — que continue confundindo.


Porque a arte, quando bem feita, normalmente já confundiu até quem a criou.


E aqui para nós — risos — às vezes um travessão bem deitado é mesmo isso: um pincel que se joga, de caso pensado, sobre a tela.


Um atrevimento sereno, cheio dessa sinergia rara entre arte, responsabilidade e sensibilidade — um trio que costuma morar apenas nos que já fizeram as pazes consigo e com a própria forma de criar.


A intenção, claro, era fornecer lenha para queimar.


E o fogo aceitou.


Porque, é preciso muita coragem para se aventurar na arte de escrever.


É preciso alguma loucura mansa para deixar palavras escaparem sabendo que podem ferir, curar, provocar ou até acalmar.


E é preciso ainda mais sensibilidade para permitir que elas se entendam com as imagens — porque, quando elas resolvem brincar juntas, quem escreve vira mero coadjuvante.


A palavra abre caminho.


A imagem acende.


O travessão risca.


E o gesto final surge sozinho —
como se a chama tivesse vontade própria.


Talvez não haja atrevimento mais bonito e charmoso do que o dos que se aventuraram e se aventuram no ofício de escrever.


Porque escrever é primeiro se arriscar —
e só depois se revelar.


E haja atrevimento pra tocar quem se atreve a ler!


Pois, quem escreve, abre portas, mas quem lê, precisa ter coragem
de entrar.


No fim, talvez seja assim que a arte realmente nasce:
do encontro entre um risco, uma intenção e a ousadia de se deixar queimar.


E nós apenas sopramos o fogo —
porque a Lenha, a Faísca e o Incêndio Poético
já estavam ali — todos —
pedindo pra brincar.

O que os outros têm a ver com os problemas que eu invento na mente?

As vezes enxergo o mundo tão feio por ver tanta falta de amor ao próximo que eu peço a Deus que ele me faça enxergar mais além para entender porque as pessoas são assim.

​"Um coração pensante transformaria o 'eu te amo' em uma tese de doutorado, mas provavelmente morreria de tédio ao descobrir que a lógica nunca soube abraçar ninguém."

"Pensando bem, era melhor ter ficado naquela parte onde eu só te via de longe e a única coisa que eu sabia sobre você era seu nome."

​"Olhando para trás, a distância era o nosso melhor cenário. Eu deveria ter permanecido onde você era apenas um nome e eu, um espectador satisfeito com a sua moldura."

Às vezes, ao tentar ajudar, acabamos nos complicando. Que eu tenha discernimento para reconhecer onde Deus está trabalhando e não entrar em provas desnecessárias.

Eu quero lhe contar um segredo: não sou quem pensa que sou, meu disfarce, é tão sutil, que eu não sou, como você viu. Sou o garoto dos seus sonhos, mas disfarçado como seu melhor amigo. Às vezes quero arrancar está mascara, que fiz no baile de primavera, mas não posso, porque você teria medo, fugiria de novo, então resolvi que é melhor manter no anonimato, do que viver com a verdade. Minha mãe disse, que a dois tipos de garotos: aquele que você esquece e aquele que te cativa. Eu espero ser o último. Eu posso não ser seu amado hoje, mas te libero agora, esperando que um dia, volte pra mim, porque acho que vai vale a pena, esperar por este sonho, que um dia pode se tornar realidade, nada melhor do que o tempo, para nos mostrar.

As vezes tem pessoas que me deixam fora de mim mas com fé em Deus eu sempre volto a sorrir pra vida,afinal sempre haverá pessoas que não se importam com os outros, pois não é o meu caso prezo muito as pessoas e me orgulho de ser assim graças Deus e a tristeza logo passa pois Deus sempre me abraça.

Quando perco uma amizade não fico brava pela sua falsidade me entristeço por ter sido só eu a amiga de verdade.

- Pensava q andar de skate faria eu esquecer um pouco vc! Mas Pqp... Sinceramente, pensar em vc andando de skate é melhor ainda.

- Dai quando eu tento manter o silêncio, as nossas músicas vem até meus ouvidos. Mesmo sem eu querer ouvi-las, elas entram, e vão em direção ao meu coração e rapidamente fazem minha cabeça novamente...

⁠"Mesmo que eu fique perdido, preciso encontrar algo que não seja óbvio."

⁠"Quem falou que eu desisti?
Só parei para adquirir mais experiência."

“Eu nunca vou ganhar dinheiro fazendo fretes, as pessoas que eu conheço não mudam.”

“Se eu não organizar a bagunça, não me acharei.”