Eu Desejei mais do que Voce

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Eu não ligo em ser excluído, tanto da sociedade quanto de amigos, afinal, aprendemos a viver sozinhos.

⁠Não era à toa que eu não tinha amigos. Estava óbvio que era péssima em cultivá-los.

Eu poderia segurar uma estrela cadente em cada uma das mãos, ter o aroma de rosas brancas em minha boca cada vez que eu falasse, se eu transfigurasse em meus olhos o mais fulgente do sol, ainda assim, não conseguiria suavizar em minhas palavras a hostilidade dos fatos se a emoção de quem as ouve permanece, surda. Deixo-as, então, perderem-se temporariamente de mim entre a cadência alegre de uma ciranda e o silêncio triste de um relicário, antecipando que, em algum tempo, nas curvas de um atalho qualquer serão, por certo, encontro.

Eu vivi minha vida ao máximo das minhas habilidades, mas não consegui escapar do destino, raiva ou dor.

Se hoje fosse meu último dia. Eu Acordaria cedo e caminharia em volta do quarteirão. Faria um café para minha família. Diria a todos o quanto os amo milhares de vezes. Dançaria tango no meio da rua, e mais ! Com uma rosa na boca ! Sorriria, cantaria aquelas músicas que prefiro cantar debaixo do chuveiro. Hoje seria meu último dia, amanhã ninguém poderia reclamar mesmo. Almoçaria fora, e gastaria todas as minhas economias com uma boa picanha. Que delicia, não ? Iria ao cinema assistir meu último filme. Tomaria uma garrafa todinha de Coca-Cola e depois arrotaria bem alto. Seria totalmente nojento, mas que se dane ! Seria meu último dia mesmo. E mais ! Chingaria muito no Twitter e diria o quanto amo ver filmes de romance, mas que detesto os vilões. Mandaria todos os meus inimigos se ferrarem, afinal, não precisaria mais deles, nem de ninguém ! Daria metade do meu salário para os pobres e diria aos deputados o quanto eles são imprestáveis. Veria o meu último pôr-do-Sol com quem amo. E um beijo depois, hein ! Por fim, iria a uma super balada, dançaria até as dez, voltaria para casa, pediria pizza, muitos refris, batatas-fritas, me despediria de todos com um belo discurso contando todos os meus podres fazendo com que todos rissem, e não que chorassem ! Subiria as escadas de costas, poderia até levar uns tombos, mas tudo bem, não haveria tempo para sentir dor. Me trancaria em meu quarto com todos aqueles alimentos gordurosos e por fim, morreria feliz, sabendo que fiz tudo o que sempre quis fazer em toda minha vida, e o melhor, num dia só !

Minha vida toda eu procurei ser parte de algo especial, me sentir especial, mas na verdade é que eu sou especial."

Me perdoa, eu não queria te magoar assim. Mas ponha-se no meu lugar, tive que abrir mão do que me fazia mais feliz, você.
Eu peço que vá , deixo o caminho aberto , seus olhos trocaram de direção e já esta na hora de fechar as portas.

Não espere o amanhã para pedir perdão, pra dizer eu te amo, estou com saudades. De repente poderá ser tarde demais e nunca mais terá esta oportunidade. Ame as pessoas enquanto existe a vida e não depois que elas partirem.

Sabe, eu conheço um mentiroso quando vejo um porque eu sou uma mentirosa.

⁠Eu sou um banquete pelo qual eles estiveram esperando.
(Ray)

"Eu tenho saudade do tempo que eu ia tomar banho e gritava: “Mãe, é pra lavar o cabelo?”, do tempo que eu só tinha que levantar cedo pra assistir meus desenhos com minha coberta no sofá, minha mãe gritava: “Vem comer, senão vai esfriar”, ela dizia que se eu fosse uma boa menina no natal eu ganharia um presente de um tal de papai noel. Eu não me preocupava com gente falsa porque meus amigos imaginários eram os melhores. Nesse tempo a maior dor que eu já tive era os joelhos ralados ou quando eu arrancava a tampa do dedão correndo por ai, sempre tinha aquele amigo que na hora que a mãe tava indo embora a brincadeira ficava legal e eu não queria ir. Crianças de hoje tem tanta pressa de crescer rápido pra ficarem adolescente pra que véi? Hoje nem adolescente sou mais, já sou é bem adulta mas queria poder ser criança novamente bom seria se tudo voltasse mais O tempo não volta!!"

Eu te amo com todas as minhas forças, eu amo o seu olhar, eu amo o seu jeitinho, não vivo sem você. Meu amor, não importa o que esteja fazendo ou pensando, eu vou sempre amar você. Você é o amor da minha vida!

Eu gostaria que todos os dias fossem Halloween. Poderíamos ficar mascarados o tempo todo. Então andaríamos por aí e conheceríamos as pessoas antes de saber como elas são sem a máscara.

Embora eu tenha visto coisas terríveis e tristes, ainda há muitas coisas que eu quero proteger. - Madoka Kaname

''Assim que eu gosto, de ver um sorriso no teu olhar.''

Enquanto eu existir, por todo tempo em que eu puder respirar (e me permitir querer), agradecerei em paz, confiante num amanhã mais sereno, tranquilo e cheio de bençãos.

Errada não sou eu por confiar nas pessoas, são elas por não merecerem minha confiança

Nessas horas que eu me lembro
Que o sofrimento é um megafone
É Deus pra mim gritando
Que eu não sou super-homem
Queu sou de carne e osso
Que vou passar sufoco
Vou fazer o quê?
Não vou esconder meu choro
Às vezes é mais fácil fingir, eu sei
Fazer de conta que tá tudo bem
Que tá tudo zen
Disfarçar que não tem nada dando errado
Mas eu não sou o superman
Alguém aqui é o superman?
Se não fosse por Você eu jogava a toalha
Tenho visto tanta coisa errada
Neste estrada
Muito falso herói se achando o tal
Iludido com aplausos, elogios
Com pedestal
Até eu já vacilei
Dei bobeira
Viajei
Esqueci que leva tombo
Como qualquer um
Esqueci que levo tombo
Esqueci que sou normal
Alguém aqui é normal?
Eu sou diferente, igual a todo mundo
Sem Você eu não sou ninguém
Eu sou igual a todo mundo
Não existe superman
Eu vou insistir em Te acompanhar
Haja o que houver, acredite quem quiser
Mesmo tropeçando eu tô aprendendo
Tô descobrindo que pra tudo existe um tempo
Por isso eu tô na luta, tô sobrevivendo
São nessas horas que eu me lembro
Que às vezes eu machuco
Às vezes me machuco
Explodindo por fora
Explodindo por dentro
Mas eu tô aprendendo
Agora eu tô sabendo
Que o sofrimento é um megafone
É Deus pra mim gritando
Queu não sou super-homem
Queu sou de carne e osso
Queu vou passar sufoco
Agora eu não esquento
Não vou esconder meu choro
Afinal eu sou um cara comum
Que também leva tombo como qualquer um
Que tropeça, levanta mas não sai da dança
Tropeça, levanta e não sai da dança
Eu sou diferente, igual a todo mundo
Sem Você eu não sou ninguém
Eu sou igual a todo mundo
Às vezes é mais fácil
Fazer de conta que tá tudo bem
Mas você sabe que eu não sou o superman
Eu sou diferente, igual a todo mundo
Sem Você eu não sou ninguém
Eu sou igual a todo mundo
Não existe superman

Uma carta sem segredos

Tenho diante de mim o pulsar sereno de convicções adquiridas. Pudera eu comunicá-las com a mesma serenidade com que pulsam.
Sinto-me no direito de poder dizer. Tens o direito de não considerá-las.
Acredito que viver o conflito consiste em ter nas mãos metade da mudança. Eu sei que mudança de comportamento não se quantifica, mas percebe-se pelo instaurar sereno da paz em nós. É isso que queremos, é isso o que buscamos.
O que importa não fugir, e assumir o autoconhecimento como investimento necessário, afinal tu serás o companheiro que terás de aturar a vida toda. O que és, o que podes, o que não podes e o que deves serão a pauta na qual a vida se inscreverá. Os sonhos e as realidades deverão ser desvendados e, aos poucos, terás de possuir a síntese das duas instâncias. Sonhar sempre, mas o sonho possível, aquele que se percebe brotar da realidade, existencial pousada sobre as mãos.
O que tens hoje nas mãos? O que te é possível? Certamente é o que precisas para a luta que hoje tens de travar. Penso que a ansiedade que existe em ti tem sua raiz no discurso da falta. Buscas o preenchimento de um mundo de ausências que se estabeleceu ao longo de tua vida. Por vezes são ausências rasas, facilmente preenchidas. Uma canção, um encontro com os amigos, mas por vezes elasse configuram e assumem forma de abismo e, nesse momento, não há metáfora alguma que as possa preencher. Aí nasce a saturação. Nada basta, nada explica, nada fala e nada o satisfaz.
Acredito muito no que podes, mas também acredito no que não podes. Uma realidade não anula a outra; apenas traça o perfil de tua verdade, mostra o que és.
Sei o quanto te custa conviver com isso, afinal viveste muito tempo sob o peso da exigência e da cruel comparação aos outros. E por mais verdadeiro que seja o amor que te dedicaram, no fundo, lá onde pulsa a tua solidão ônica, esse amor nunca bastou. Daí nasce a falta, a ausência e a necessidade do discurso metafórico que tanto utilizas.
Metáfora é o requinte com que vestimos a realidade. Ela é o disfarce do real, mostrado, expulso, mas sem revelar. É a luta para que o simples seja maquiado e não seja revelado em seu despojamento. Com a metáfora, nós tentamos nos livrar do desconserto da nudez.
Não há nenhum problema em revestir a vida de metáforas. São elas que nos salvam da mesmice, que dão cor aos nossos dias. Sem elas, a realidade nos esmagaria com seus fardos. Mas há que se cuidar de um detalhe. Não é justo tornar a vida uma metáfora.
Por isso, não temas o momento do despojamento. Compreenderás, com ele, que a vida é só o que temos. Só ela realmente importa. Mesmo porque sem ela nada será possível. Todos os outros desdobramentos se darão se a vida ainda estiver em nós. Crava os olhos na tua pequenez e descubra o quanto ela é grandiosa. És muito mesmo no pouco. O espírito de onipotência não nos faz melhores, apenas mais pesados. Ele nos conduz a um capo de possibilidades e depois nos abandona!
Identificas-te com o “menino abandonado” e por isso pedes o amor de domínio. Inconscientemente te entregas ao domínio dos afetos. Tens necessidade do aconchego e da segurança de outra vontade. Não precisa ser assim. Resguardar a liberdade, ainda que amarrado pelo amor, é um direito a que nunca podemos renunciar.
Aqui mora o conflito do amor possessivo. As pessoas nos tratam de acordo com o que autorizamos. Se inconscientemente pedes o domínio, ele se dará. Mas sei que estás incomodado com as amarras afetivas em que te encontras. Vives o fastio da dependência. Que bom. A saturação pode ser a porta por onde nos chegam grandes mudanças. A crise sempre resguarda a possibilidade de uma grande conquista. O caminho da mudança está diante de ti. Terás primeiramente de proclamar tua liberdade, para que alguém te ame sem te aprisionar.
Essa proclamação não é grito que se aprende da noite para o dia, mas cedo ou tarde terá de começar. Não poderás fugira vida toda. É uma questão de sobrevivência. Aquilo de que foges hoje, amanhã terás de temer ainda mais. Quanto mais adiares a luta, tanto mais frágil te sentirás!

A comunhão que o coração de Deus nos inspira torna-nos participantes de outras histórias. Não estamos sós. Em algum lugar, um coração sofre semelhante angústia. E busca e deseja o aprimoramento do modo de ser e estar no mundo.
Sei que queres o aprimoramento do teu ser. Primeiros passos já foram dados. Hoje és mais livre do que foste ontem, afinal o querer é a primeira configuração do realizar. Ele é essência do ato de ser livre, e por meio dele nos inserimos na dinâmica da vida. Quem não alimenta o seu querer, mesmo que ainda respire, pode se considerar morto.
Mais vivo do que nunca vou ficando por aqui. Desculpe-me ter invadido a tua casa. Não sei se cheguei em boa hora!
Desconsidera tudo o que julgar desnecessário. Falar sozinho é sempre um risco, afinal as intervenções alteram e purificam os pontos de vista e as compreensões.
Tens agora em tuas mãos um discurso ou uma pregação – como diria um outro amigo meu –, mas eu te asseguro que é um prosear bem-intencionado, fruto de um coração irmão que no silêncio da prece luta contigo!

Eu a amei contra a razão, contra a promessa, contra a paz, contra a esperança, contra a felicidade, contra tudo o desencorajamento que existe.