Eu Desejei mais do que Voce

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Mais amor, por favor. Só que amor-próprio, viu?

⁠Como sabemos, quanto mais uma dama brilhar, mais rápido pode se queimar.

Quando a noite estiver mais obscura é porque já vai sair o sol.

A profundidade dos seus olhos me dizem mais
do que qualquer som que possa sair dos seus lábios.

Não há mais nada a fazer, a não ser esperar.
Esperar que um dia a vida de uma chance pra gente.
Esperar que amanhã quem sabe a chuva passe.
Mesmo sabendo que talvez não haja essa possibilidade.
E mais uma vez querer não é poder,
e sonhar não passa de pura perca de tempo.
Diante da minha vontade de você
Tudo se torna tão pequeno.
E nesse momento o meu coração chora,
Minha alma entristece, e nada faz sentido.
E somente lembrar-te é oque consola-me querido.
E essa sensação de impotência me maltrata,
bem mais doque a distância que há entre nós.
Mas tudo isso vira nada, basta ouvir a sua voz.

A falta de humildade de algumas pessoas torna a convivência mais difícil e o afastamento inevitável...

Ser racional demais, enlouquece o mais lúcido dos homens. Agir com emoção,as vezes, é o tempero do ato enfadonho de viver e se relacionar com outros seres"racionais".

Não há nada mais certo que a incerteza do amanhã.

O papel mais difícil que já enfrentei foi o de amadurecer.

Aquele Olhar
Nunca vou esquecer
Daquele olhar
Que me fez sentir mais uma vez
Gravei aquele olhar
Pena que não foi para mim
Nem mesmo o concreto foi
Ele foi para alguém
Que provavelmente não dá valor
Pareceu aquela vez
Que arrancaram meu coração
Desta vez a dor não foi tão intensa
Mas temo o que está por vir
Se for pior que isso
Não sei se vou resistir

... se logo no primeiro dia ela me amou, deve amar-me mais agora, com a impaciência de rever-me.

FELICIDADE
É acordar e receber de Deus mais um dia de vida. É ter saúde, paz, amor, e viver em plena gratidão. É saber que mesmo nos dias mais difíceis da nossa vida, Deus cuida da gente.

Quero ler mais livros. Escutar mais músicas. Assistir mais filmes. Quero ter menos preguiça, sentar mais no chão, correr mais pelo parque. Sabe, essas coisas fazem com que eu me sinta livre. Acho ruim a gente ter que se aprisionar. Quero sair de noite, caminhar sem rumo, ficar olhando para o céu. Pode soar bobo, mas isso pra mim é tão importante.

Menos drama, mais sorrisos, menos exibições, mais momentos de reflexão e introspeção, menos álcool, mais água, menos balada, mais teatro, menos rua, mais casa, menos trabalho, mais meu filho, menos computador, mais livro, menos cigarro, mais yoga, menos bagunça, mais cabeça no lugar, menos quem quero ser, mais quem eu sou mesmo.

Aprendi que a loucura só nos
Torna mais reais.

"Somos as invenções mais perfeitas do mundo, contudo erramos, mais existem em nós dons que superam os erros, o dom de perdoar, o dom de reconhecer, o de saber voltar atras, mas amar verdadeiramente seria um dom ou seria mais um erro, disso não sei, o que sei é que amar faz bem e ao mesmo tempo pode fazer mal, se te amar foi um erro, não sei so sei que meu maior dom foi ter amado verdadeiramente"...

Lerdeza


A frase que o Everton mais ouvia da mãe era "levanta e vai buscar", geralmente seguida de um epíteto, como "seu preguiçoso" ou, pior, "lerdeza". Porque o que o Everton mais fazia, atirado no sofá na frente da TV na sua posição de costume (que a mãe chamava de "estrapaxado"), era pedir para lhe trazerem coisas. Uma Coca. Uns salgadinhos...

- Levanta e vai buscar!

- Pô, mãe.

- Lerdeza!

O Everton já estava com quinze anos e era uma luta convencê-lo a sair do sofá e ir fazer o que os garotos de quinze anos fazem. Correr. Jogar bola. Namorar. Ou pelo menos ir buscar sua própria Coca.

- Esse menino um dia ainda vai se fundir com o sofá...

Everton não queria outra coisa. Ser um homem-sofá. Um estofado humano, alimentado sem precisar sair do lugar. E sem tirar os olhos da TV. E como era filho único, e insistente, sempre conseguia que lhe trouxessem o que pedia. Quando não era a mãe, sob protestos ("Toma, lerdeza, mas é a última vez") era Marineide, a empregada de vinte e poucos anos cujo decote era a única coisa que fazia o Everton desviar os olhos da TV, e assim mesmo por poucos segundos.


***

Um dia, estrapaxado no sofá, o Everton se deu conta de que estava sozinho em casa. A mãe tinha saído, o pai estava no trabalho, a Marineide de folga, e ele sem ninguém para lhe trazer uma Coca, uns chips de batata e uns Bis. Levantar-se e ir buscar estava fora de questão.

Fechou os olhos e concentrou-se. Concentrou-se com força. Depois de alguns minutos, ouviu ruídos vindo da cozinha. A geladeira abrindo e fechando. Uma porta de armário abrindo e fechando. Depois silêncio. Quando abriu os olhos, a Coca, os chips e os Bis pairavam no ar, à sua frente. Ele só precisou estender a mão.
No dia seguinte, Everton testou seu poder recém-descoberto na Marineide, que até hoje não sabe como a sua blusa desabotoou sozinha e seu soutien simplesmente voou longe daquele jeito, e logo na frente do menino. Everton também acendeu a TV e mudou de canais sem precisar usar o controle remoto, e fez um vaso voar pela sala só com a força do seu pensamento. Apagou a TV e ficou, atirado no sofá, refletindo sobre o que significava aquilo. Ele era um fenômeno. Tinha um poder único - fazia as coisas acontecerem apenas pela sua vontade. Contaria aos pais, claro. Eles poderiam ganhar dinheiro com seu poder. O pai saberia como. Ele se transformaria numa celebridade. Cientistas do mundo inteiro o procurariam, sua capacidade extraordinária seria usada em benefício da humanidade. No combate ao crime, por exemplo. Nas comunicações. Na medicina a distância.

***

E se aquilo fosse, de alguma forma, um poder religioso? Até onde a revelação do seu dom milagroso seria um sinal de que ele tinha uma missão a cumprir na Terra? Até onde aquilo o levaria? Fosse o que fosse, uma coisa era certa. Ele teria que sair do sofá.

***

- Mãe.

- Ahn?

- Eu quero daquelas coisinhas de queijo. E uma Coca.

- Levanta e vai buscar.

- Pô, mãe.

- Tá bem. Mas esta é a última vez.

E já a caminho da cozinha:

- Lerdeza!

Faço o máximo para agradar a todos, mais do que eles suspeitariam num milhão de anos.

O Diário de Anne Frank
Anne Frank, Diary Of A Young Girl. 2001. Pág. 110

Nota: Tradução de um trecho do livro, na entrada do dia 30 de Janeiro de 1943.

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Bem no fundo, os jovens são mais solitários do que os adultos.

Um homen pode ter tudo nas suas mãos, mais se não tiver amor será um fracassado.