Eu Desejei mais do que Voce
E na inocência do amor,
Eu prefiro não pensar,
Apenas sentir, sentir o amar.
Porque saber é pensar.
E prefiro sentir,
Simplesmente amar.
Eu almejo
Mas não ajo
Eu amo
Mas não exijo
Eu fico aqui
Fingindo que não dói
Fingindo que não sinto
Como se o vazio não falasse comigo
Lembrando do que nunca aconteceu
Esperando o que nunca existiu
A Máquina do Mundo
E como eu palmilhasse vagamente
uma estrada de Minas, pedregosa,
e no fecho da tarde um sino rouco
se misturasse ao som de meus sapatos
que era pausado e seco; e aves pairassem
no céu de chumbo, e suas formas pretas
lentamente se fossem diluindo
na escuridão maior, vinda dos montes
e de meu próprio ser desenganado,
a máquina do mundo se entreabriu
para quem de a romper já se esquivava
e só de o ter pensado se carpia.
Abriu-se majestosa e circunspecta,
sem emitir um som que fosse impuro
nem um clarão maior que o tolerável
pelas pupilas gastas na inspeção
contínua e dolorosa do deserto,
e pela mente exausta de mentar
toda uma realidade que transcende
a própria imagem sua debuxada
no rosto do mistério, nos abismos.
Abriu-se em calma pura, e convidando
quantos sentidos e intuições restavam
a quem de os ter usado os já perdera
e nem desejaria recobrá-los,
se em vão e para sempre repetimos
os mesmos sem roteiro tristes périplos,
convidando-os a todos, em coorte,
a se aplicarem sobre o pasto inédito
da natureza mítica das coisas,
assim me disse, embora voz alguma
ou sopro ou eco ou simples percussão
atestasse que alguém, sobre a montanha,
a outro alguém, noturno e miserável,
em colóquio se estava dirigindo:
"O que procuraste em ti ou fora de
teu ser restrito e nunca se mostrou,
mesmo afetando dar-se ou se rendendo,
e a cada instante mais se retraindo,
olha, repara, ausculta: essa riqueza
sobrante a toda pérola, essa ciência
sublime e formidável, mas hermética,
essa total explicação da vida,
esse nexo primeiro e singular,
que nem concebes mais, pois tão esquivo
se revelou ante a pesquisa ardente
em que te consumiste... vê, contempla,
abre teu peito para agasalhá-lo.”
As mais soberbas pontes e edifícios,
o que nas oficinas se elabora,
o que pensado foi e logo atinge
distância superior ao pensamento,
os recursos da terra dominados,
e as paixões e os impulsos e os tormentos
e tudo que define o ser terrestre
ou se prolonga até nos animais
e chega às plantas para se embeber
no sono rancoroso dos minérios,
dá volta ao mundo e torna a se engolfar,
na estranha ordem geométrica de tudo,
e o absurdo original e seus enigmas,
suas verdades altas mais que todos
monumentos erguidos à verdade:
e a memória dos deuses, e o solene
sentimento de morte, que floresce
no caule da existência mais gloriosa,
tudo se apresentou nesse relance
e me chamou para seu reino augusto,
afinal submetido à vista humana.
Mas, como eu relutasse em responder
a tal apelo assim maravilhoso,
pois a fé se abrandara, e mesmo o anseio,
a esperança mais mínima — esse anelo
de ver desvanecida a treva espessa
que entre os raios do sol inda se filtra;
como defuntas crenças convocadas
presto e fremente não se produzissem
a de novo tingir a neutra face
que vou pelos caminhos demonstrando,
e como se outro ser, não mais aquele
habitante de mim há tantos anos,
passasse a comandar minha vontade
que, já de si volúvel, se cerrava
semelhante a essas flores reticentes
em si mesmas abertas e fechadas;
como se um dom tardio já não fora
apetecível, antes despiciendo,
baixei os olhos, incurioso, lasso,
desdenhando colher a coisa oferta
que se abria gratuita a meu engenho.
A treva mais estrita já pousara
sobre a estrada de Minas, pedregosa,
e a máquina do mundo, repelida,
se foi miudamente recompondo,
enquanto eu, avaliando o que perdera,
seguia vagaroso, de mãos pensas.
(Texto foi extraído do livro “Nova Reunião”, José Olympio Editora – Rio de Janeiro, 1985, pág. 300. Fonte: Projeto Releituras)
Título: Gizeli Cristina Jovencio Peruchi
Letra:
Eu te vi chegar devagarinho
Trouxe luz pro meu caminho, deu cor ao meu olhar
Desde aquele dia eu sabia
Que a vida inteira eu ia te amar
Quando você sorri o mundo para
Tudo em volta se prepara pra te aplaudir
Cada detalhe em você me inspira
E faz o meu coração repetir
Gizeli Cristina Jovencio Peruchi
Nome grande pra um amor que é ainda maior
Deus caprichou quando escreveu sua história
E me colocou pra caminhar ao seu redor
Gizeli Cristina, meu riso, minha sina
Meu abraço, meu porto e jardim
Se a vida é estrada, que seja ao seu lado
Do começo ao eterno sem fim
Nos dias cinzentos você é meu sol
Nos dias de luta é você que me faz vencer
Se o medo apertar, eu seguro sua mão
Prometo nunca desistir de você
E se um dia o tempo tentar nos roubar
Relembro o brilho do seu primeiro olhar
Pois cada passo que eu der nessa vida
Eu só quero dar pra te encontrar
Gizeli Cristina Jovencio Peruchi
Nome lindo que eu não canso de cantar
Se tiver outra vida, outra chance, outro mundo
Vou pedir pra te encontrar no mesmo lugar
*"Tarde demais"*
Tarde demais para arrependimentos
Eu fiz o que quis sabendo todos os riscos
Virtude não é para homens desatentos
Vícios nos perseguem com destino instinto
Sabendo o tempo em que atentar
O momento de fraqueza para atacar
O vício se dispõe de misteriosa arma
Seduz para matar como carma
E deita ao lado, ao lado da sua vítima
Sua ação é chorar e destruir sua vida
Parece que faz parte de mim
Acho que o inferno deve ser assim
Sufoca mais, não sai porque sou eu
Me mata, mas comigo nasceu...
Existe uma expressão que eu particularmente não gosto muito que é a seguinte:
Porque tal pessoa só porque fez muita besteira na vida é um Zé Ninguém.
Pois saiba que todos nós já fomos um ninguém em algum momento de nossas vidas. Não importa quem você é, e sim, em quem você pode se tornar!!!
Mesmo se o céu fechar, eu não me rendo
O teu abraço é o meu firmamento
Teu riso acende o que em mim adormeceu
E todo medo se perdeu - Frase da música Enquanto For Verão do dj gato amarelo
Seja como o sol, inteiro no que dá
Sem esperar retorno, sem cobrar
Eu quero esse amor, livre como o ar
Mas firme como o mar - Frase da música Seja Como o Sol do dj gato amarelo
E mesmo quando a noite cair
Eu estarei aqui
Como as estrelas que só brilham
Porque o sol as fez existir - Frase da música Seja Como o Sol do dj gato amarelo
Alguém já esteve satisfeito com a vida. Se eu pudesse conversar com essa pessoa, morreria amanhã contente.
Seja como o sol, que brilha sem pedir
Que aquece o mundo sem nada exigir
Eu quero amar assim, com todo o coração
Ser abrigo e céu em sua imensidão. - Frase da música Seja Como o Sol do dj gato amarelo
Não precisa dizer uma palavra
Seu silêncio já me faz cantar
É no brilho dos seus olhos
Que eu encontro o meu lugar - Frase da música Seja Como o Sol do dj gato amarelo
Eu não corro atrás do tempo,
caminho com ele.
O que vem, eu recebo.
O que vai, eu deixo ir.
Sou feito de instantes,
de respiração e presença.
Nada me falta,
porque estou aqui.
Às vezes duvido se meu esforço vale a pena,
te amar sempre me envenena.
Mesmo que eu te ame,
nosso amor foi como uma pena,
voou e ambos não sabem
o que realmente restou.
Sinto falta do início,
do teu cheiro,
abraços realmente apertados
e verdadeiramente mostrar que,
independentemente dos defeitos,
eu ainda te amava.
Porque mesmo com dores
me mantive forte,
mas acredito que seja hora de ir,
partir para não mais sofrer
por um amor inventado,
cansado de ser maltratado.
No fim, o que sempre quis dizer é:
eu realmente te amo.
Eu me apaixonei pela lua.
Me perguntam por que não consigo seguir em frente.
Eu também não sei.
Talvez porque seu brilho me guiou quando tudo estava escuro,
porque sua aura me aqueceu
quando eu tremia por dentro,
porque sua beleza me hipnotizou
sem pedir permissão.
Eu me apaixonei pela lua.
Mas o que antes parecia tão perto
se tornou distante demais.
Eu tento esquecê-la, de verdade, eu tento,
mas basta olhar para o céu
para lembrar que não posso tocá-la.
Dói tanto —
e ela nem parece se importar.
Ela não se importa, apenas brilha para outros.
Por que eu não posso ser única,
uma única vez?
Por que ela me fez amá-la tanto
se no final iria embora?
Eu me apaixonei pela lua
e, nesse processo,
parei de gostar de mim.
Amei demais e esqueci que existo.
Ela continua entre as estrelas, brilhando,
intocável.
Por que eu me apaixonei pela lua?
Não era óbvio que ela nunca seria minha?
É a lua, afinal.
Ela nunca me pertenceu
e nunca vai pertencer.
Achei que eu estivesse apaixonada
Eurealmenteachei que te amava
Mas a cada palavra dura que você soltava
Eu lembrava do porquê minhas dúvidas ficavam
Eu mandava mensagem primeiro
Você respondia sempre com tédio
Eu tocava, buscava o jeito
E você parecia em constante receio
Me disseram que intensidade não vale a pena
Mesmo assim, jurei que você fosse minha princesa encantada
Por que eu não notei antes?
Dizíamos ser amantes
Mas éramos tão distantes
Eu me perdi focando em poucos instantes
Eu não te odeio, de verdade
Só não reconheço quem você foi pra mim
Achei que você fosse meu recomeço, minha chance
Mas me iludi — e esse foi o fim.
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