Eu Desejei mais do que Voce
Às vezes me perco no meio desse caos que eu sou. É emoção pra todo lado, entende? Não, não queira ser eu. De vez em quando arde.
Invictus
Noite à fora que me cobre
Negra como breu de ponta a ponta
Eu agradeço, a seja quais forem os Deuses
Por minha alma inconquistável.
Nas créis garras da circunstância
Eu não fiz cara feia ou sequer gritei.
Sob as pauladas da sorte
Minha cabeça está sangrenta, mas não abaixada.
Além desse lugar de raiva e lágrimas
É iminente o horror da escuridão
E ainda o avançar dos anos
Encontra, e deve encontrar, sem medo.
Não importa o quão estreito seja o portão,
O quão carregado com castigos esteja o pergaminho,
Eu sou o mestre do meu destino;
Eu sou o capitão da minha alma.
Um homem viveu, há séculos, no Oriente. E eu não posso olhar para uma ovelha, uma andorinha, um lírio, um campo de trigo, uma vinha, uma montanha, sem pensar nÊle...
Eu sou um fruto da sociedade. Sou o que ela me tornou. E agora que digo o que me vem na cabeça eles não me querem mais. Foi assim que você me criou, América.
E eu me arrependi de ter olhado teu sorriso
Quando eu olhei eu me senti no paraíso
Quando eu vi em ti, tudo o que eu mais preciso
Prefiro esbanjar emoções. Mesmo que doa. Mesmo que, um dia, eu possa me arrepender. Meus arrependimentos duram pouco, alguma coisa me cutuca e diz olha, que bom que você fez. Que bom que você teve coragem. Que bom que você sente. Que bom que você tenta. Tentar é se arriscar. E tudo na vida tem metade de chance de dar certo. E a outra metade? De dar errado. Mas não é poupando que você saberá.
Cumprir todas as regras tornaria minha vida tão chata. Eu quero poder dizer que extrapolei. Então, tirem meus pés do chão. Me dêem qualquer coisa que faça eu me sentir viva.
Eu sou a profunda incerteza, sou grande e pequena, sou intensa.
Sou Primavera inconstante e Verão ardente, como as saudades do que passa e marca, quase sem sentir.
Sou mais doce que salgada, sou dos chocolates, do sorvete napolitano e das balas sortidas, que surpreendem o paladar.
Sou a insegurança que consome meus atos.
Sou a gargalhada histérica que fere o ouvido e simultaneamente o pranto silencioso; o sofrer calado daqueles que espalham atestados de felicidade.
Sou a busca constante, sou o "mais" ambicioso, sou dos livros, sou do estudo, sou da música, sou da vaidade.
Sou orgulhosa, sou o julgamento precoce, sou medrosa...
Sou do dia e da noite, sou das festas, sou da dança, sou da embriaguez pela alegria que me consome. Sou da praia e da piscina, sou carioca, sou brasileira, sou do frio e do calor, sou de lua.
Sou crítica, sou insatisfeita, sou a opinião forte, a persuasão e a literatura. Sou a luta, a intransigência, o caminho que tracei, o nome que fiz, o que pensei e divulguei.
Sou as vitórias que obtive, sou as cidades que conheci. Sou justa e sincera até na mentira.
Sou a memória da infância, a boneca com que brinquei, a tartaruga que criei, os pássaros que amei, os amigos que tive e até os que inventei. Sou a educação que obtive, sou da família.
Sou de amar. Sou roxo e lilás, mas as unhas, vermelhas. Sou dos olhos cor de mel, do cabelo preto, bem preto e comprido, bem comprido.
Sou dos sonhos, da ilusão, sou do príncipe encantado. Geralmente sou a Bela, mas de TPM, não tarda, viro Fera.
Sou autêntica, sou além do que você pensa ou espera.
Sou a imagem que fazem de mim, como posso não ser, basta acordar e querer mudar.
Sou o que quero. E gosto muito disso.
Às vezes eu tenho a impressão de que alguns sorrisos são ondas que começam no coração, brincam de sol nos olhos e, instantaneamente, levam clarão para a boca, para o rosto todo, para a vida inteirinha.
Eu sei que ódio é uma palavra forte, mas tudo bem: somos adolescentes. Temos de odiar as pessoas às vezes, especialmente aquelas que nem são nossos parentes e que não pedimos para conhecer.
Talvez eu não chore, mas doí. Talvez eu não diga, mas eu sinto. Talvez eu não mostre, mas eu me importo...
MEU SONHO
EU
Cavaleiro das armas escuras,
Onde vais pelas trevas impuras
Com a espada sanguenta na mão?
Por que brilham teus olhos ardentes
E gemidos nos lábios frementes
Vertem fogo do teu coração?
Cavaleiro, quem és? — O remorso?
Do corcel te debruças no dorso...
E galopas do vale através...
Oh! da estrada acordando as poeiras
Não escutas gritar as caveiras
E morder-te o fantasma nos pés?
Onde vais pelas trevas impuras,
Cavaleiro das armas escuras,
Macilento qual morto na tumba?...
Tu escutas... Na longa montanha
Um tropel teu galope acompanha?
E um clamor de vingança retumba?
Cavaleiro, quem és? que mistério...
Quem te força da morte no império
Pela noite assombrada a vagar?
O FANTASMA
Sou o sonho de tua esperança,
Tua febre que nunca descansa,
O delírio que te há de matar!...
Forte eu nunca fui. Pra falar a verdade, meu coração continua sendo bobo, frágil. Mas hoje disfarço melhor.
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