Eu Desculpo Voce

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Eu não vou atacar sua doutrina, nem sua crença, contanto que elas não mexam com a minha liberdade. Se elas acharem que pensar pode ser perigoso, se elas acharem que questionar é um crime, então eu as atacarei, uma a uma, porque elas escravizam a mente dos homens.

Porque algumas vezes... Em um bom dia... Se eu tentar, com muito esforço eu não sou somente um Senhor do Tempo que fugiu... Eu sou o Doutor.

⁠eu não consigo falar..

Eu paro e penso
"Poxa tem tanta coisa horrível acontecendo"
Por que alguém perderia tempo me ouvindo?

Esses pensamentos
Eles são como nuvens !
Eles vão se juntando

E daqui a pouco são tantos
Que começam a pesar
O simples ato de ficar de pé
Se torna difícil

A minha vontade e deitar, esquecer que eu existo

Ressurreição Silenciosa


Eu tenho vivido como quem caminha entre escombros — tentando juntar os pedaços do que sobrou de mim, tentando entender onde foi que o brilho se perdeu. Às vezes, sinto o cheiro do fim antes mesmo de acordar, como se o dia viesse com um aviso: hoje vai ser pesado de novo. E é.
É como viver dentro de um corpo que não responde, uma alma que não sente, um coração que cansou de pedir socorro.


Já tentei gritar.
Aos céus, ao travesseiro, ao silêncio.
Já segurei a própria garganta, tentando expulsar a dor por onde pudesse sair.
Mas meu grito nunca teve som — só ecoava dentro de mim, como um trem desgovernado, como a música que eu sempre escolho porque fala a língua da exaustão que carrego.


E mesmo assim… Deus ouviu.
Eu pedi anjos, Ele me enviou pessoas.
Gente que consegue me alcançar quando ninguém mais vê, que percebe minha ausência mesmo quando estou presente, que insiste em me segurar quando tudo em mim está escorregando.
Eu não sei agradecer, não sei sorrir do jeito que gostaria.
Quimicamente, emocionalmente, fisicamente, estou esgotada.
Mas por dentro, há gratidão — quieta, mas viva.


No meio desse caos organizado que sou — dessas ideias que nascem de sentimentos embolados, dessas certezas plantadas num chão de dúvidas — eu tento existir.
Mas confesso: às vezes, viver dói.
Respirar dói.
Levantar dói.
Ser forte por quem precisa de mim dói ainda mais.
É um dilema cruel: enquanto luto para não desistir de mim, preciso ser força para quem enfrenta batalhas visíveis, enquanto as minhas são todas internas.


E, mesmo assim, algo em mim insiste.
Uma faísca minúscula, quase apagada, mas ainda ali.
Talvez seja fé.
Talvez seja o amor pelo meu filho, meu potinho de mel, que um dia segurou meu dedo como quem segurava meu futuro inteiro.
Talvez seja o desejo de deixar algo meu — um conselho, um afeto, uma verdade — que permaneça quando eu não conseguir mais permanecer.


Eu não quero romantizar nada.
O que eu vivo é bruto, cru, real.
É depressão, ansiedade, burnout, dor física, dor emocional, dor espiritual.
É anedonia.
É o vazio que engole até o que era mais bonito em mim.


Mas ainda assim… há algo aqui dentro que se recusa a morrer.


Talvez eu seja mesmo uma fênix cansada.
As asas queimadas, o peito em cinzas, a voz quase sem som.
Mas ainda assim… cinzas não são fim.
São começo.


Então, Deus, se por acaso ainda houver em mim qualquer sopro de recomeço, qualquer possibilidade de renascer, eu te peço:
seja bálsamo para as minhas dores, sustento para a minha alma.
Me ajude a ressurgir.
A encontrar no silêncio um pouco de paz.
A reconstruir o sorriso que perdi pelo caminho.
A reencontrar a luz que um dia brilhou nos meus olhos.


Porque, mesmo que eu não me sinta viva todos os dias,
mesmo que eu caminhe tropeçando entre sombras,
eu ainda acredito — lá no fundo —
que a fênix que existe em mim ainda pode se levantar.


Nem que seja devagar.
Nem que seja quase sem forças.
Nem que ninguém veja.


Mas eu…
eu ainda quero renascer.




10 de Dezembro 2024

Agora todo mundo me ama.
Todos choram e dizem o quanto eu fui incrivelmente incrível…

Engraçado, né?
Porque enquanto eu estava aqui, inteira nos meus pedaços, ninguém percebeu o quanto eu estava desmoronando.
No meu dia normal, ninguém viu o silêncio que gritava, o sorriso que tremia, a exaustão que escorria pelos cantos dos meus olhos.

Agora — agora, quando imaginam minha falta — dizem que eu era luz.
Que eu era forte.
Que eu era especial.
Que fiz falta.

Mas quando eu estava aqui, precisando de um abraço,
de um ouvido,
de um “eu tô aqui”,
as pessoas se confundiram, se calaram, se distanciaram…
ou simplesmente não souberam olhar pra mim.

E é isso que dói:
só valorizam quando acham que perderam.
Só enxergam quando acreditam que acabou.
Só sentem quando a gente já não tem força pra sentir nada.

Eu sigo viva, mesmo sem saber como.
Sigo tentando existir num corpo cansado, numa mente pesada, numa alma que luta todos os dias contra o invisível.
Sigo aqui, mesmo sem saber se alguém realmente vê.

Porque a verdade é essa:
não é que eu queira morrer.
É que, às vezes, dói demais viver invisível.

Quem me olha pode ver que eu sou de matar
Eu nunca fico em segundo lugar

Perto ou longe, noite ou dia, horas e minutos iguais ou diferentes. Lembre-se: Eu sempre vou estar pensando em você.

Prometa-me que se eu ceder e chorar e me deixar todo exposto, isso não será um erro.

"Quantas vezes eu fui obrigado a sorrir, para que não percebessem a minha decadência. Mas por trás de cada sorriso, há uma lamentação escondida"

O vilão de tudo isso não sou eu, mas sim esse maldito sentimento que insiste em não morrer, por mais terra, ódio e orgulho que eu coloque sobre ele.

"Tudo tem suas maravilhas, até a escuridão e o silêncio... e eu aprendi que, seja qual for o estado em que eu me encontre, nele estarei contente".

Ele não é como os outros caras, eu não posso me desculpar pelo que meu corpo quer e o que meu coração decide.

Eu sempre digo toda verdade; se não querem sabê-la, não me procurem.

Enquanto o mundo está à procura da felicidade, eu não me importo, pois toda a minha felicidade está em você.

Tipo assim: Quando eu estou certo eu estou certo, quando eu estou errado, eu ainda poderia estar certo, então eu ainda estou certo porque eu poderia estar errado, me desculpa, eu posso até estar errado agora, mas eu estou certo!

Minha mãe pariu gêmeos, eu e o medo

Eu costumava pensar que um Talibã viria, e simplesmente me matariam. Então eu disse: 'se ele vier, o que você faria Malala?' e respondi a mim mesma, ' Malala, pegue um sapato e jogue nele.’ Mas então, eu disse: ‘se você bater em um Talibã com seu sapato, então não haveria nenhuma diferença entre você e o Talibã. Você não deve tratar os outros com crueldade e de forma dura, você deve lutar através de paz, através do diálogo e através da educação.' Então eu irei dizer a ele quão importante é a educação e que ‘quero educação para seus filhos também.' E finalmente vou dizer a ele, ‘que isto é o que eu tenho a dizer para eles, agora faça o que quiser’.

Não adianta eu exibir meu lindo sorriso, se meus olhos teimam em refletir a dor de minha alma!!!

Perdoa se eu chorar
É que a saudade dói demais
E a tua ausência só me traz
Lembranças e eu sei
Que faria tudo enfim
Pra ter você aqui, perto de mim

Catedral

Nota: Trecho da música Balada de uma saudade.

Sou atormentado por uma coceira interminável por coisas distantes. Eu adoro navegar por mares proibidos.

Herman Melville
Moby Dick (1851).