Eu Desculpo Voce
"Onde estou agora, não define para onde eu vou estar a partir do momento em que eu decidir me mover!"
Qual é a sua dor, toda feminina sabe o q mais tá difícil de lutar no dia a dia. Sou eu que arrumo o meu todo com o meu próprio olhar para mim mesmo e por mim sim, e com apenas um banho bem tomado vem o estalar, quando olhou pra si mesma, os dias não são equilibrados nem a opção de desistência. Exponha pra fora, não deixe criar teia aí dentro!
Eu quero ouvir, mas quero ouvir quem me escute.
Me calei por tantos anos.
Talvez por isso eu ame tanto escrever.
Passei a vida inteira ouvindo, acolhendo, engolindo silêncios que não eram meus.
E hoje eu também quero ser escutada.
Querem meu respeito, mas não me respeitam.
Querem a minha atenção, mas me deixam de lado.
O silêncio que tive foi sobrevivência.
A voz que tenho hoje é escolha.
E não é egoísmo querer reciprocidade,
é maturidade não aceitar menos do que isso.
Aprendendo a ler o clima
Eu nasci com o coração voltado para fora.
Desde cedo, o mundo me atravessava
antes de pedir permissão.
Havia uma casa cheia de ruídos
onde o afeto chegava por intervalos,
como sol entre nuvens densas.
Aprendi cedo a ler o clima,
a prever tempestades pelo tom da voz,
a crescer sem fazer barulho
e, ainda assim, crescer demais.
Havia uma presença vestida de silêncio,
sempre correta, sempre distante,
mesmo quando estava por perto.
E havia outra feita de excessos,
mudança de humor, controle e ausência de cuidado,
um campo minado de palavras
onde o amor surgia quando era conveniente.
E tive que aprender a prever todas as possibilidades
Quando a cidade ficou pequena demais,
o mar se aproximou.
Foi ali que algo em mim
finalmente respirou inteiro.
O oceano não exigia nada:
não pedia explicações,
não barganhava carinho.
Ele apenas vinha.
E voltava.
E vinha de novo.
Aprendi a deslizar
sobre aquilo que a maioria teme.
A cair sem perder a ternura,
a esperar a onda certa
sem endurecer o corpo nem a alma.
Sempre fui boa em aprender.
Corpo atento, mente curiosa,
mãos cheias de perguntas.
Movimento, dança, criação, pensamento.
Mas havia um espaço em mim
que nenhuma conquista preenchia.
Então achei que talvez
o sentido estivesse em doar.
E doei.
Ideias, tempo, cuidado, esperança.
Dei tanto que alguns confundiram
generosidade com disponibilidade infinita.
E eu, que só queria construir,
aprendi também a me decepcionar.
Veio o mundo em pausa.
O ar rarefeito.
As perdas sem ritual.
Os dias iguais demais.
E dentro de mim,
uma tristeza que não gritava,
mas permanecia.
Agora o planeta range.
Homens brincam de poder
como crianças com fósforos molhados de petróleo.
Falam de controle, de fronteiras, de números,
como se a vida coubesse em planilhas.
Decidem sobre corpos alheios
com a frieza de quem nunca escutou o próprio.
E eu só queria surfar.
Sentir o sol queimando os ombros,
o sal abrindo feridas boas,
o corpo cansado por motivos simples.
Trilhar mato, cozinhar para desconhecidos,
defender a terra com alegria
não por heroísmo,
mas por amor.
Às vezes me perco.
Busco estradas nas estrelas,
consolo na espiritualidade,
sinais onde talvez só haja vento.
Não sei ainda o caminho exato.
Mas sei isto:
Ainda agradeço.
Ainda sinto.
Ainda acredito que viver
não precisa ser uma guerra constante.
Carrego um coração mole
num tempo que celebra o endurecido.
E isso, hoje, é coragem.
Se o mundo insiste em ruir,
que eu permaneça sensível.
Se o futuro ameaça,
que eu responda com presença.
Porque enquanto houver mar,
corpos que dançam na chuva,
mãos que cuidam da terra
sem pedir aplauso,
há esperança suficiente
para atravessar a noite.
E se amar este mundo
é o que me cansa,
então aceito o cansaço.
Há exaustões
que são sinais claros
de que ainda estamos vivos.
ORGANIZAÇÕES MARGINAIS
A violência dos meus olhos parece ser nada de mais
Eu entendo o terror que afasta meu sonho
Um dia sou feito de perdão
No outro sou feito de aço
Tudo depende de onde estou
Desde sempre armado até os dentes
Porque eu tenho voz
Porque vivo entre esse ódio contra a minha paz
-
Enquanto você fala do efeito perigoso que essa vida tem
Eu lhe mostro o caminho da corrupção
Num pais para poucos cidadãos
Antes mesmo de nascer sou considerado um individuo qualquer
O feitiço do Estado está na cor da pele
Então faço minha lei contra as grades confessionais
-
Do paraíso ao inferno, seja bem-vindo ao Rio de Janeiro
Terra das organizações marginais
Do inferno ao paraíso, seja bem-vido ao Rio de Janeiro
Fronteira das organizações marginais
Do paraíso ao inferno, seja bem-vindo ao Rio de Janeiro
Inferno das organizações marginais
Do inferno ao paraíso, seja bem-vido ao Rio de Janeiro
Paraíso das organizações marginais
-
O surto absoluto
Enquanto posso ouvir um jovem gritar
O asfalto é quente e estou acima de 50 graus
Desperdiçando minha vida pelo sucesso de não existir
Como tantos outros iguais a mim
Nos destruímos em nome de algum poder
-
Cada lágrima nas sombras da morte
São diamantes na lama
Não espere a luz através da escuridão
A fé que enganamos pertence ao velório de alguém
-
Talvez, jovens demais para morrer
Velhos demais para viver
O crime é sua cicatriz...
Nessa guerra para bandidos e policiais
-
Do paraíso ao inferno, seja bem-vindo ao Rio de Janeiro
Terra das organizações marginais
Do inferno ao paraíso, seja bem-vido ao Rio de Janeiro
Fronteira das organizações marginais
Do paraíso ao inferno, seja bem-vindo ao Rio de Janeiro
Inferno das organizações marginais
Do inferno ao paraíso, seja bem-vido ao Rio de Janeiro
Paraíso das organizações marginais
® Carlos Alberto Blanc
Eu me perdi tentando te encontrar,
E depois que me perdi não consegui caminhos para me reencontrar,
A perda física é a mais dolorida,
Porque é o mesmo que cutucar as mesmas feridas,
Não se perca buscando validação de ninguém,
O seu valor deve ser reconhecido por você mesmo, antes que opinião de alguém.
O Tom do Recomeço
"Numa segunda-feira à noite, eu senti uma vontade forte de tocar... Peguei o violão, tirei da capa, mas a corda estava ali: arrebentada.
Pensei duas vezes. Não era hora de parar. Peguei aquela corda e Réaproveitei. Com paciência, eu a Rémendei. Ali mesmo, eu Récomecei a Réajustar o instrumento, buscando o tom de Ré... tudo para Récordar aquela música que eu tanto gosto de cantar.
Sabe o que eu aprendi? Que a vida é feita desses detalhes.
Réaproveitar é evitar o desperdício da vida;
Rémendar é ter a humildade de unir de novo os laços familiares;
Récomeçar é entender que cair faz parte, mas levantar é o que nos faz mestre;
Réajustar é saber se adaptar às diferenças, pois somos todos imperfeitos;
E Récordar... é guardar só o que é bom no coração.
Eu não acordo Réclamando. Eu tirei esse 'Ré' da minha rotina. Eu acordo é para Clamar a Deus, agradecendo por mais um dia abençoado."
Eu quando olho nos olhos sei a beleza das virtudes compaixoes que rodeiam todo o corpo que encantam a alma e o corpo e, se flutuam no universo como folhas em outono a cada estação.
Acredite: o tempo cura em silêncio
E o amor é quem fica quando tudo se vai
Eu vou estar aqui, sem pressa, por perto
Te esperando no cais - Frase da música dias melhores sempre virão
do dj gato amarelo
E se escurecer demais
Eu acendo a luz por nós dois
Porque amar também é estar
Quando tudo pede pra ir embora depois - Frase da música dias melhores sempre virão
do dj gato amarelo
Acredite: dias melhores sempre virão
Mesmo quando o sol demora a chegar
Eu vou ser abrigo, vou ser tua mão
E te lembrar que é seguro amar - Frase da música dias melhores sempre virão
do dj gato amarelo
O mundo pesa, eu sei bem
Mas tem amor no caminho também - Frase da música dias melhores sempre virão
do dj gato amarelo
Eu te vi lutando contra o vento
Tentando esconder o sofrimento
Mas por trás desse olhar cansado
Tem alguém que nunca foi deixado - Frase da música dias melhores sempre virão
do dj gato amarelo
J•A•R•D•I•M
Meus pensamentos sobem às nuvens frias,
Enquanto eu permaneço no jardim.
O que não digo pesa nos meus dias,
E eu só quero sentir até o fim.
O passado retorna sem pedir,
Mesmo quando evito recordar.
Mas há memórias que insistem em vir
Somente quando é tempo de encerrar.
Confrontar quem fui me fez entender
Que tudo o que deixei para trás
Precisava morrer para nascer
Algo novo, sereno, em paz.
Abrir-me ao novo é o que preciso,
Mas trago um menino em solidão:
Sem saber dar forma ao que sinto,
Sem saber te achar na imensidão.
Há tantas verdades presas na voz,
Mas as palavras não sabem sair.
Tenho medo de te perder tão só,
Antes mesmo de te possuir.
Eu sinto você na minha pele,
No espaço exato do meu respirar.
Teu silêncio em mim se estabelece,
E meus sonhos contigo sabem me amarrar.
Às vezes isso dói, fere sem razão,
Pois não planejei me sentir assim.
O que sinto não cabe na explicação,
É estranho demais pra ter fim.
Você está distante ou talvez não,
Talvez seja o tempo a confundir.
Sou lembrança apagada na visão,
Por conta do espaço entre eu e ti.
Mas eu preciso um dia te encontrar,
Sem armaduras, sem temor.
Olhar nos teus olhos e confessar:
Você é meu porto seguro,
Mesmo sem saber do meu amor.
@gabriela_ortegaa
É no hoje que eu decido andar em retidão, agir com fé e viver com propósito.
Cada dia é uma chance de alinhar o coração, a mente e as atitudes.
Muitas pessoas se perdem no eu sou…
No eu só quero…
Falta a conexão real com o nós…
O orgulho é parceiro de todas as horas…
A vaidade sempre guiando…
Muito talento para pouca empatia…
Na vida a felicidade se faz com o pouco do bem que fazemos ao próximo…
Focar em si é deixar de ser farol na vida das pessoas…
Patrícia Feijó
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