Eu Deixo a Vida como Deixo o Tedio
COMO VOCÊ ENXERGA (BARTOLOMEU ASSIS SOUZA)
Cada um enxerga com os óculos do coração
Com a sua visão interna, com sua luz
Alguns verão azul e tudo será azul
Outros verão amarelo e tudo será amarelo
Outros verão branco e vermelho e assim será
Outros verão cinza e tudo tornará-se cinza
Outros verão preto/negro e tudo será escuro,
cheio de trevas, decepção e até a morte
Outros verão verde e tudo será esperança e busca
Qual óculos você usa, tudo depende de você...
"Reflexão aprendizado"
"Não diga as suas verdades como um soco. A verdade que confronta não perde a elegância quando falada com respeito.
Até porque, o respeito não é só sobre o outro; é, principalmente, sobre você.
Portanto, a verdade confronta, mas não agride."
@Suédnaa-Santos
Tem tantos peixes bons por aí, assim como existem também milhares de pescadores maus.
Então, quando fores lançar uma vara de pesca ao rio ou ao mar, esteja ciente do tipo de peixe que queres apanhar.
Há peixes bonitos que sabem muito mal, mas são óptimos para manter no aquário. Há outros, entretanto, feios, mas que sabem tão bem, ainda mais com caril de amendoim.
Temos também os peixes muito inteligentes: são os mais interessantes, bastante complexos, difíceis de apanhar, um verdadeiro tormento para pescadores inexperientes e sem propósito.
Marcelo Ossumane
Quando se aprende que pessoas são como as estações… Um dia quente noutro frio, um dia Sol noutro chuvoso. Assim primavera, verão, outono e por fim Inverno… se aprende que por mais frio, um dia ela também já floriu…
Todo mundo tem um pedacinho bonito, não importa como ou quem seja… Uma pena que poucos podem ver o Tum Tum tão lindo que ele faz.
O poeta escreve como quem chora — palavras em lágrimas que mergulham nas raízes do mundo, florescendo no jardim silencioso d’alma: sua essência, a existência de seu eu indizível.
Cada passo teu ressoa como feitiço, dissolvendo as margens do que sou.
Tento manter-me na escrita — mas as letras tremem, hesitam, falham.
O balanço hipnótico dos teus quadris desarma meu verbo, dispersa minhas rimas.
É um balé blasfemo que me despe da razão.
És como uma valsa, uma dança do acasalamento — um jogo perigoso que, majestosamente, sabes jogar.
Mas tua presença é um golpe baixo — e acerta onde o fogo habita.
Minha mão ainda segura a caneta, mas minha escrita já traça versos por entre tuas coxas.
Escorregas para o meu colo, sentando-te como quem reclama um trono.
— “Fale algo bonito para mim...” — sussurras.
— “Tu és o poema que me arranca a lucidez,” — digo, arfando.Sorris, remexendo devagar.
— “Então, declama-me...” — diz mordendo o lábio.
Uma métrica perfeita, libidinosamente obedecida, sílaba por sílaba, tercetos e quartetos das tuas rimas.
As palavras atravessam a rotina como vento leve que sopra entre becos sujos; recolhem sentidos e sentimentos, sem pressa, em meio à vida comum e seus ruídos. Algo simples transforma instantes em pensamento — aquilo que chamamos de ideia.
Se você estiver correto,
nunca deixe ninguém querer provar ao contrário.
Isso seria como assinar a sua culpa.
Esperar que o juiz decrete a sua sentença.
_Van Escher_
... se todo animal
nos inspira a mais sincera ternura,
como se explica o 'animal-homem',
sempre às turras com seu
semelhante?
A dor da alma
é como nenhuma outra
que já experimentou.
Ela arde com tal intensidade
que algo se parte
dentro de você.Morre a arrogância,a fome e toda ganância.Sobra só o medo
e o sofrer. E olhos pedindo misericórdia enquanto a angústia te assola .
Só quem já sentiu
pode entender…
a importância
de um abraço nesta hora.
Andréa
Como não te amar
se estás dentro da minha mente,
esparramado, indolente,
se fazendo presente
em cada canto desse lugar?
Como não te querer
se és o travesseiro velho,
o colo perfeito
onde me esparramo impaciente
sentindo o teu cheiro,
amando esse jeito
de me fazer relaxar.
Como se apaga um sentimento
depois de acasalar a alma
e finalmente descansar?
O peso do corpo
marcado no colchão,
a camiseta arrancada,
jogada no chão.
De que jeito se arranca
uma pessoa do coração?
Andréa
TREVAS
Meu coração é como um rio
soprando ondas de ar no frio
de suas indagações.
E o corpo exala seus odores
em estado de putrefação...
Quem vai pagar as flores
que enfeitarão meu caixão?
Eu preciso respirar,
sentir e amar
-salve-me dos monstros,
venha me acordar.
Dessa realidade...
que carrego nos ombros.
Dê-me a oportunidade
de ainda exalar minhas fantasias
e criar num último respiro,
poesias.
Andrea
"Julgar alguém que ensina sobre riqueza sem ser rico é como desprezar o arquiteto porque ele ainda não mora no palácio que ele mesmo projetou."
O LIVRO DOS ESPÍRITOS - QUESTÃO 614.
A LEI NATURAL COMO EIXO ÉTICO DO SER.
A passagem transcrita, sob a tradução rigorosa e fidedigna de José Herculano Pires, situa o pensamento de Allan Kardec no ponto nevrálgico de toda a antropologia moral espírita: a Lei Natural como expressão da Vontade Suprema, inscrita na própria estrutura ontológica do ser humano. Trata-se do princípio matricial que orienta o espírito em sua travessia milenar, constituindo o fundamento da responsabilidade, da consciência e do aperfeiçoamento.
No item de número 614, a definição é direta, lapidar e inequívoca: a Lei Natural é a Lei de Deus, e por isso mesmo não é relativa, não é histórica, não é fruto das convenções transitórias dos homens; ela é anterior às civilizações e sobrevive às decadências das épocas, mantendo-se como eixo imutável da ordem universal. Seu caráter é normativo e teleológico: indica ao homem aquilo que deve fazer ou evitar, não por coação externa, mas por consonância íntima com sua destinação espiritual.
A infelicidade, como o texto assevera, não provém de fatalismos ou arbitrariedades celestes. Ela nasce do afastamento voluntário dessa Lei, isto é, da ruptura interior entre a criatura e o princípio de harmonia que a sustenta. A ética espírita, sob a pena metódica de Kardec e a transparência conceitual de Herculano Pires, desloca o eixo da tragédia humana do exterior para o interior, do acaso para a escolha, da fatalidade para a consciência.
A visão tradicional, que reconhece o valor do passado e das normas perenes, encontra aqui seu ponto de mais alta convergência: a felicidade não é invenção moderna, mas reencontro com o que sempre foi. O espírito não avança inventando novas leis; ele progride descobrindo a Lei que sempre o acompanhou, ainda que velada pelos instintos e pelas paixões.
A SOBERANIA INTERIOR COMO ARQUITETURA DA VERDADEIRA LIBERDADE.
A máxima atribuída a Sêneca, " quem se domina é livre ", sintetiza um dos fundamentos mais elevados da filosofia antiga. No horizonte estóico, a liberdade não se confunde com a ausência de obstáculos, nem com o poder de moldar o mundo ao bel prazer humano. Ela nasce de um labor silencioso e contínuo sobre a própria consciência, uma educação rigorosa dos afetos, pulsões e juízos que, se deixados à deriva, convertem o indivíduo em prisioneiro de si mesmo.
O domínio de si, na perspectiva clássica, não é simples contenção, mas arte de reger as forças íntimas com disciplina e lucidez. Tal disciplina exige uma maturação moral que transcende a superficialidade das reações imediatas. O homem que se conhece e se administra já não se submete às oscilações do mundo, pois compreende que as vicissitudes externas pertencem ao campo das fatalidades necessárias, enquanto suas escolhas morais constituem o espaço legítimo de sua autonomia.
A tradição antiga sempre sustentou que a verdadeira serenidade emerge quando a alma, purificada de ilusões, aprende a distinguir o que lhe pertence do que escapa ao seu alcance. A partir dessa distinção, o ser humano se eleva a uma dignidade que o protege do tumulto e das intempéries emocionais. É nesse amadurecimento que a liberdade interior se torna não apenas possível, mas soberana, revelando que nenhum poder externo suplanta aquele que se exerce sobre si mesmo.
" Cada passo rumo ao autodomínio seja também uma ascensão rumo à mais alta forma de grandeza, pois é nesse ápice que a alma encontra sua própria imortalidade silenciosa. "
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