Eu Deixo a Vida como Deixo o Tedio

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Ame, pois o amor é como um adoçante diário.

Seja como o sol, brilhe silenciosamente.

A felicidade é como um beijo doce: se achou, gruda!

Te olhar de longe não é fácil; é como ficar tentando enxergar o sol, e não poder te ver.

O amor é como uma casa grande, só não entra quem não quer.

Seja como o sol, brilhe.

O tempo é amigo de quem presta, reparem como o rosto brilha.

O amor é como uma florzinha regada, se deixar de regar, ela morre. Assim é o amor.

Se você acordar às seis horas da manhã, veja como elas lotam o metrô; e como são lindas.

O amor não faz barulho, é como uma brisa do mar; bonito como um céu estrelado, bonito como o luar.

Hoje acordei, e o Diabo, sentado aos pés da minha cama, disse-me:
“Ama — como quem já não tem tempo.
O inferno não é a ausência de amor,
mas lembrar que podias amar e não quiseste.
Nem Deus te salva do que deixaste de viver.”

Ao cabo de muito refletir sobre a justiça das coisas, não chego a compreender como é que uns ainda no ventre da mãe estão destinados a serem felizes por toda a vida, ao passo que outros são atirados para a roda e só conhecem tribulações durante todo o tempo que se demoram por este mundo de Cristo! E, entretanto, a vida é isto, e às vezes até qualquer imbecil é protegido pela sorte.

Como foi bom ter tido o privilégio de te encontrar e viajar, em teus abraços a me confortar.
A saudade nunca irá deixar de me lembrar que a viagem era sem volta.
Na beira do mar a forma do seu corpo estava lá, e eu quis dar um coração bem mais forte pra você.
A lembrança iminente de sua presença a onda apagou, mas você vive dentro de mim, no universo, em tudo que vejo e em cada manhã que nasce, em cada flor que brota.
Obrigado por me deixar te amar.

Amo a temática, a poesia retratada em pintura onde o óbvio não é objetivo, a metáfora como impressão digital por cerdas distintas, expressivas e profundas, que convidam a comunicação com a alma pelo cristal de nossos olhos

⁠O obediente sempre se enxerga como virtuoso ao invés de covarde.

“Conhece-te a ti mesmo” de Sócrates, como se já aconselhasse Narciso. Porém Sócrates sabia perfeitamente que quem se conhece não cessa de aprofundar-se e de se ultrapassar. Se os antigos dizem: “Conhece-te” e os cristãos dizem: “esquece-te” é que eles não falam do mesmo eu. E só é possível conhecer um com a condição de esquecer o outro.”

“Amarás o teu próximo como a ti mesmo” (Mt 22:39).
Essas palavras soam simples até que nos deparamos com o verdadeiro sentido de amar: dar-se por inteiro.


Amar o próximo não é apenas sentir compaixão — é escolher permanecer mesmo quando dói, é perdoar quando o coração sangra, é servir sem esperar retorno. É o amor que se mede não por conveniência, mas por entrega.


Jesus viveu esse mandamento até as últimas consequências. No Getsêmani, o amor O fez suar sangue — hematidrose, a dor física de uma alma em total agonia, mas ainda disposta a amar. Ele não apenas falou sobre amor; Ele o encarnou.


Amar “nem que custe a hematidrose” é um chamado radical:
é amar quando a cruz pesa, quando o silêncio do outro fere, quando o mundo não entende.
É amar como Cristo — não até doer, mas até transformar a dor em amor.
✍🏼 Bispo Ederson Dantas

O desgosto é uma noite profunda da alma,
uma sombra que pousa silenciosa sobre o peito
como se o mundo perdesse, por instantes, a própria cor.


Mas até a noite mais escura
carrega em si o sussurro de uma aurora.
Assim também é o desgosto:
um véu que desce,
não para sufocar,
mas para revelar o que estava invisível na luz.


Ele chega quando a alma está madura o bastante
para compreender o que ainda não queria aceitar.
E no seu amargor, há um convite secreto:
o de voltar-se para dentro,
onde mora um sagrado que não se abala.


O desgosto dobra o ser humano por fora,
mas desperta, por dentro, aquilo que jamais se dobra:
a centelha divina,
o fio luminoso que liga cada coração ao eterno.


A dor, então, deixa de ser ferida
e se torna passagem.
A queda vira caminho.
O silêncio vira oração.


Porque cada desgosto,
por mais duro ou injusto que pareça,
é também um gesto misterioso da vida
guiando-nos de volta ao essencial —
ao que não depende de ninguém,
ao que não se quebra,
ao que é nosso desde antes
de qualquer tristeza.


E quando o espírito percebe isso,
o desgosto não some,
mas se transforma:
vira sabedoria,
vira força,
vira luz que, lentamente,
começa a brilhar onde antes havia apenas sombra.

Obrigado Jeová, encontrei meu grande amor.
Obrigado Jeová, ela também ama o Senhor como verdadeiro Deus.
Obrigado Jeová, ela me ajuda sempre, ela me dá forças.
Obrigado Jeová, entre tanta gente o Senhor permitiu esse encontro.
Obrigado Jeová, por sempre iluminar nosso caminho.
Somente o Senhor pode ajudar a manter esse amor.

Heteroconhecimento:


Você está liderando pessoas… como se elas fossem você.


E é exatamente por isso que sua equipe não responde como deveria.