Eu Deixo a Vida como Deixo o Tedio
E se não fomos feitos para compreender o universo, mas para senti-lo como parte do nosso próprio corpo cósmico?
O "feitiço" nos afastou;
Penetrou tão fundo na nossa relação como negritude...
Os idosos são, em sua maior parte, as grandes vítimas.
Ah! E como o feitiço pegou-nos de jeito — de um jeito tão belo que sustenta as igrejas.
A negritude dança ao som do colono, finge — ou, por ignorância, finge demência — e afirma que é coisa de casa.
Filhos culpam os pais pela suposta "má sorte".
O feitiço chegou mansinho, como quem veio fazer amizade, mas apenas para plantar discórdia e destruir.
Irmãos acusam uns aos outros... por conta do feitiço.
Poxa vida! A coisa se enraizou tanto no ADN africano, que os pretos declararam guerra uns aos outros.
Que invasor sagaz, voraz, impiedoso!
Uma máquina muito bem projetada, uma artimanha para enriquecer as igrejas.
O oportunista que vive e se robustece às custas da ignorância daqueles como eu e tu — que confiamos o nosso futuro ao colonizador.
Ah, preto ignorante...
E quando fazes as tuas preces, em que língua as fazes?
E a quem são dirigidas?
E as coisas que tu mesmo fazes para a queda de Alkebulan, tua terra-mãe — por que não as consideras feitiço?
Viraste-te contra a tua árvore ancestral e a maldisseste,
Em nome da branquitude que hoje te convence de que os teus bisavós, avós, pais e irmãos são feiticeiros...
A razão pela qual tu não prosperas.
Andas atrapalhado e confuso desde que desmamaste da lei dos teus ancestrais;
Maldizes os conhecimentos que te foram confiados;
Profanas e deixas que estuprem a terra que te viu nascer e crescer.
Ó, muitos se intitulam "sonhozinhos", novos senhores da plantação — os que seguram o chicote em nome do seu Deus branco.
A mediocridade e a falta de consciência andam de mãos dadas contigo.
O que seria, de facto, separar a semente que gerará uma grande e frutífera árvore, daquela que, para sempre, será semeadora de discórdia?
Ora, é entendermos que, dentre nós, há aqueles que não mais fazem parte da pretude — embora tenham a cor e características iguais às nossas — são empregados do Ocidente;
Uma praga mortífera;
Uma árvore cujo odor exala a morte.
Então, meu caro preto, você é apenas mais uma pequena engrenagem que se acha a própria máquina.
Eles nunca te olharão da mesma forma.
Você quer realmente saber como eles pensam de nós, até nas suas filosofias?
Ora, leia Kant, David Hume, leia Tocqueville — todos aqueles que você considera deuses do saber.
Procura saber o que pensavam sobre os pretos.
Sob circunstância nenhuma eles te olharão como um deles, mas sim como uma mera coisa insignificante.
Continua...
Quem és tu?
Olhe o parque
E a roda gigante
Rodando, rodando
Como nossas vidas
Brincamos, brincamos
Nunca levamos a sério
O grande carrossel
Não pare, não pare
Nosso parque se foi
Quero que volte
E que ele traga
Nossa pipoca
Nossa maçã do amor
Que novamente
Rodemos de novo
Juntos no carrossel
Que olhemos
Para o céu
Na roda gigante
Como toda criança
Que sonha
Pra sempre
Que a vida
É um parque
O parque da vida
E o mesmo carrossel
Poucos buscam o conhecimento para adquirir sabedoria, a informação é tratada como realeza e senta-se num trono que não é seu, por direito.
Visão da justiça
"Respeito a estátua como estátua em liderança igual respeito líderes como líderes em medida que usam liderança"
MECANISMO DA ANSIEDADE:
Quem pode quebrá-lo? E como quebrá-lo?
O Mecanismo da Ansiedade envolve 4 componentes sequencialmente dependentes; os componentes são: Situação, Pensamento, Pensar e Ansiedade.
O Mecanismo da Ansiedade começa com uma Situação que se torna Pensamento no Cérebro e o Sujeito Homo sapiens realiza o ato de Pensar amoldando-se ao Pensamento e surgindo a Ansiedade.
As Situações e os Pensamentos sempre vão existir e os Medicamentos ou as Drogas agem apenas sobre os efeitos da Ansiedade, por outro lado, a Terapia Cognitivo-Comportamental funciona mecanicamente modificando os Pensamentos para originar novos comportamentos.
O Mecanismo da Ansiedade revela que a Ansiedade surge essencialmente através do ato de Pensar. Assim, o componente que deve ser manipulado para quebrar o Mecanismo da Ansiedade é o Pensar.
Manipular o Pensar é substituir o ato de Pensar pelo ato de Atenção.
Ninguém pode manipular o Pensar para o outro!
Somente o próprio Sujeito Homo sapiens, como Gestor dos Fenômenos do seu Organismo, é que pode manipular conscientemente o seu Pensar.
Por isso, modificar as Situações ou os Pensamentos ou os efeitos da Ansiedade para originar novos comportamentos não é estratégia radical contra a Ansiedade.
Portanto, a estratégia radical contra a Ansiedade é de consciencializar o Sujeito Homo sapiens através da Educação para perceber-se a si mesmo como um Sujeito Gestor do seu Organismo, para compreender o ato de Pensar e suas consequências e para substituir conscientemente o ato de Pensar pelo ato de Atenção que origina a Serenidade.
O próprio Sujeito Homo sapiens do Organismo Humano é quem pode quebrar o Mecanismo da sua Ansiedade substituindo o ato de Pensar pelo ato de Atenção.
Cada vez que olhar pra si mesma, veja bem, saiba perceber suas qualidades, como você é incrível, inteligente e amável, saiba que tudo que nos acontece é pra nos fortalecer. E apesar de tudo não desista de amar, de acreditar que em algum lugar desse mundo há alguém que te complete perfeitamente, que torne o que já é em você em algo ainda melhor.
“Somos o que pensamos, sentimos pelo que atraímos e atraímos a partir da forma como vibramos, por via da emoção ou da razão.”
Os rios não bebem de suas próprias águas, assim como as mães não vivem apenas para si, mas para os filhos que carregam no coração.
E o amor?
O amor segue a mesma lei: só encontra sentido quando se entrega, quando transborda para além de si.
O amor não prega peças ele crava pregos.
Fixam-se na alma como feridas que não sangram, mas doem em silêncio.
O amor sustenta, mas também aprisiona;
enche de luz, mas conhece as sombras que deixa para trás.
Dei uma segunda chance ao cupido
Mas agora estou aqui me sentindo estúpida
Ah, a forma como ele me faz sentir que o amor não é real
O cupido é tão burro
Noite Leal
Caminho na sombra
com a lealdade cravada no peito,
como quem guarda um pacto
feito em silêncio antigo.
Meu sorriso?
É lâmina brilhando no escuro:
feliz, afiado,
nascido do que ninguém vê.
E enquanto a luz fria
escorre pelo espelho,
minha mente viaja —
longe, muito longe,
por estradas que só eu conheço.
Ainda assim, permaneço firme,
de pé, inteira,
com a noite ao meu lado
como velha companheira
O ser humano moderno arde na ânsia de ser extraordinário, como se o comum fosse uma falha e não a própria teia do mundo. Esquece-se de que a vida não opera por hierarquias nem medalhas; ela apenas pulsa, indiferente aos delírios de grandeza. E é justamente aí que se revela o paradoxo: ser comum já é uma forma secreta de singularidade, pois nada mais raro do que existir sem precisar provar brilho algum.
Se a melhor opção for pelo que venha ser mais cômodo, como uma estratégia de autoproteção, saiba que prejudicial será quando algo mais importante estiver em segundo plano e desprotegido.
Antes de definirmos um ambiente como tóxico ou uma pessoa como complicada para uma saudável convivência, que tal reconhecermos que talvez sejamos nós mesmos os verdadeiros responsáveis?
P'siuuuu abra seus braços e receba o
final de semana de braços abertos.
Nao importa como foi sua semana,
se voce sorriu, sofreu, chorou,
lutou, o que importa é que voce
chegou até aqui e tem um final
de semana lindo te esperando.
Entregue ele nas maos de Deus
e vai na fé que nao tem erro,
porque tudo o que voce deposita
nas maos de Deus, vira bençaos!
Pense na mente e no corpo como um aparelho de rádio sofisticado. O corpo é a estrutura física: fios, circuitos, alto-falantes. A mente é o sistema de sintonia. Já o espírito é a fonte do sinal.
No espiritismo, o espírito não nasce no corpo — ele o utiliza. Da mesma forma, o rádio não cria a música; apenas a capta. Quando a sintonia está limpa, o som chega claro. Quando há ruído, interferência ou frequência desalinhada, a música continua existindo, mas chega distorcida.
Nossos pensamentos funcionam como o botão de ajuste fino. Emoções densas, culpa, medo e raiva geram ruído. Pensamentos elevados, fé, estudo e caridade afinam a frequência. O corpo sente o resultado dessa sintonia: equilíbrio quando o sinal flui, adoecimento quando a interferência persiste.
A mente, nesse modelo, atua como antena. Quanto mais consciente e disciplinada, maior a capacidade de captar inspirações superiores. Não se trata de misticismo ingênuo, mas de responsabilidade íntima: ninguém controla o sinal universal, mas cada um é responsável pela qualidade da própria recepção.
Cuidar do corpo é manutenção do aparelho. Educar a mente é ajustar a sintonia. E evoluir espiritualmente é aprender, pouco a pouco, a ouvir frequências mais altas — aquelas que não gritam, mas orientam.
O silêncio interior, curiosamente, é o momento em que a antena mais capta. É ali que a consciência percebe que nunca esteve desconectada; apenas precisava sintonizar melhor.
Quando não estamos bem, conversar com pessoas de boa frequência faz toda a diferença. Não porque elas “resolvam” nossos problemas, mas porque ajudam a ajustar a sintonia interna.
Pela ótica do espiritismo — e também da psicologia — emoções são contagiosas. A mente funciona como uma antena sensível: em ambientes carregados de pessimismo, culpa ou julgamento, o ruído aumenta. Já perto de pessoas serenas, lúcidas e compassivas, o campo mental tende a se organizar. O sinal fica mais limpo.
Pessoas de boa frequência não são as que negam a dor, mas as que sabem escutar sem alimentar o caos. Elas não amplificam o sofrimento, não reforçam o papel de vítima e não transformam a queda em morada. Funcionam como referência de equilíbrio, lembrando — às vezes sem dizer uma palavra — que é possível atravessar a turbulência sem perder a direção.
Isso não é misticismo vazio. Estudos em neurociência mostram que interações sociais positivas modulam o sistema nervoso, reduzem cortisol e favorecem estados mentais mais regulados. No espiritismo, diríamos que isso facilita a influência de bons pensamentos e amparadores espirituais.
Por isso, escolher com quem conversamos quando estamos frágeis é um ato de cuidado espiritual e emocional. Em certos momentos, a cura começa não na resposta certa, mas na presença certa — aquela que ajuda a mente a voltar para uma frequência onde a esperança consegue ser ouvida.
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