Eu Deixo a Vida como Deixo o Tedio

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Se você planta indiferença não tem como colher outra coisa se não a indiferença, mas se planta amor boa safra terá.

O momento em que você lê um texto que escreveu há 3 meses atrás, e percebe que tudo é como você escreveu. Que tudo dentro de você está como você realmente falou que estaria.

A mente penetra na noite como o sono que termina na manhã.
O sol lhe recebe em paz, descansada do dia anterior,
Seja com frio ou calor, em paz ou sentindo uma imensa dor!
Portões, muros, grades, carros, vias... trajetos sem companhias, caminhos solitários em fim.
O pensamento acessa os fatos e o grande barato é que fica caro pensar demais! Analisar demais!
Cada conjectura tem seu preço, muitas de pouco apreço e algumas de insofismável deleite.
Mas enfim, o que é o começo senão o fim?
O fim da dor é a alegria.
O fim do sofrimento a esperança.
O fim, o fim disso e daquilo,
O começo de lá e de cá.
Sejamos honestos com nosso íntimo:
O medo não é do fim disso ou daquilo.
O medo é de não conseguir recomeçar!

o amigo verdadeiro como alguém que se apega mais do que um irmão, que é constante em sua lealdade e amabilidade, que socorre seu companheiro aflito e que o aconselha em fidelidade. Por outro lado, os ricos e os que dão presentes têm muitos amigos, os quais só se interessam nos benefícios egoístas derivados dessa amizade.

O amor é intenso como o sol do meio dia.

Talarico nunca fui, é o seguinte,Ando certo pelo certo, como 10 e 10 é 20,

Nada como o autocontrole, o equilíbrio e a razão para orientar atitudes sãs.

Por maior ou menor que seja os momentos que passamos juntos eles são perfeitos como a luz do sol e a negritude da noite.

Não penso em você como antes, mas isso não quer dizer que te apaguei de mim.

Os relacionamentos ruins, são como grandes quebra-cabeças..ou você desiste no começo ou sofre pra monta e quando termina, joga tudo em um canto.

Tenho fãs melhores e em maior número do que mereço. Não entendo como nem porque, mas agradeço a Deus. Quem começa a trabalhar comigo sempre se surpreende. Acho sintomática esta surpresa e cumprimento todos os "de fé" com um piscar de olhos imaginário: nós conhecemos a força da teia que tecemos. Silenciosamente.


Azar teve Eddie Van Halen. Nunca fez minha cabeça o som dele (pelo contrário, foi um dos motivos que me fizeram achar o baixo um instrumento mais interessante do que a guitarra em 87), mas reconheço sua maestria. Um gênio. Foi um cara seminal na revolução que colocou uma guitarra no quarto de cada adolescente americano nos anos 80 (ok, depois as guitarras viraram computadores, mas isso é outro papo, outra década).

Aquele roquenrrou pirotécnico ficou espremido entre o nervo exposto do grunge e o atleticismo musical de caras como Joe Satriani e Steve Vai. Sufocado entre uma postura mais visceral e outra mais cerebral. É assim na vida e na arte: ciclos, movimentos pendulares, ondas que vêm e vão. Injustificável é que os fãs do Eddie tenham se calado. É raríssimo, hoje em dia, alguém dar crédito ao cara pela influência que teve.

faça uma prece pra Freud Flintstone
acenda uma vela pra Freud Flintstone
sacrifique o bom senso no seu altar
...
esqueça a prece pra Freud Flintstone
acenda a fogueira pra Freud Flintstone
vamos queimá-lo vivo, enterrá-lo vivo
(*) Cazuza cantou que seus heróis morreram de overdose. Imagino que se referisse a Jimi, Jim, Janis... Atemporal, a canção fala das meninas Amy e Cássia, dos bateristas Boham e Moon, dos baixistas Pastorius e Lynnot. Metafórica, ela fala dos carros de James Dean e Albert Camus, dos voos de Steve Ray Vaughan e Buddy Holly, dos mistérios de Robert Johnson e Jeff Buckley, dos absurdos disparos-para-o-coração de Lennon e Cobain. Prematuras, estas mortes condenam os mitos à vida eterna. Todas têm um pouco de encenação da Paixão de Cristo. Adorados, os posters ficarão para sempre imitando crucifixos na "parede da memória".

Há heróis que continuam por aí, fazendo de conta que o tempo não passa (Jagger/Richards e McCartney, por exemplo). E há aqueles que, de uma forma ou outra, em um momento ou outro, saltaram do bonde (o bonde chamado desejo?). É pensando nestes que escrevo: os caras que me ensinaram a ser jovem e estão me ensinando a envelhecer.

Joni Mitchell encheu o saco da forma como as mulheres são vistas na indústria cultural e foi pintar. Bjorn Borg achou que era muita pressão ter que acertar todas as bolas e foi errar um pouco na vida. Leonard Cohen raspou o cabelo e foi ver de perto qualé a do budismo. Roger Waters ergueu, demoliu e cantou (não necessariamente nesta ordem) seu próprio muro. Dylan por várias vezes saltou do bonde (a primeira: depois do acidente de moto em 66; a mais recente: o mergulho no trabalho, na Never Ending Tour).

O que há de comum nestes exemplos? Eles acharam que o solo estava muito duro, seco demais para receber sementes? Acharam que a esponja não absorveria mais nada por estar molhada demais? Pode não haver nada em comum, eu posso estar forçando a barra... mas realmente acho que estes caras assumiram as rédeas, traçaram os próprios rumos. Parece pouca coisa? Só para quem nunca fez isso.

09ago2011

(…) Como no fundo do abismo, a água escorre, você deve escorrer sem parar, para a frente. Mantenha a sinceridade no fundo de seu coração. Mantive. Tenho mantido.

Suicidar-se é como tirar fotos de lindas paisagens e nunca revela-las.Mostre-se para o mundo!

Fofoca não tem toca.
Ela vem, vai e volta.

Na mente, entra como agulha afiada.
Da boca, sai como espinha engasgada.

No disse me disse, feriste quem te disse.

Mais sábio é o som da foca;
do que a palavra da fofoca.

O medo, em si, não é um mal; como lidamos com ele, sim!

Fazemos escolhas erradas a todo momento,logo paro e penso ,e me pergunto,como seria se a escolha fosse outra ?!

Passar todas as horas do meu dia com você. Planejar nosso futuro juntos, juntos. Imaginar como estaremos fisicamente e mentalmente daqui a 10 anos. Escolher os nomes dos filhos que ainda nem nasceram, e até discutir onde eles irão estudar. Tirar fotos esquisitas, espontâneas, e depois revelá-las e colocá-las em um mural só nosso. Brigar contigo e depois correr para te abraçar, te beijar, e dizer em seu ouvido o quanto sou louca por você. Segurar sua mão na rua. Encostar minha cabeça em seu ombro e chorar enquanto assisto a um filme de drama. Cantar a nossa música favorita em alto e bom som, para todas as pessoas ouvirem. Simplesmente, viver com você pelo resto da minha vida.

Um amor como o de Rony e Hemione. Um amor que não vise interesse, que aprenda a respeitar as diferenças e que se importe mais com o que há por dentro do que com o que há por fora. Um amor sincero, puro, onde a base de tudo é a amizade e a confiança. Um amor onde um é cúmplice do outro, que faz de tudo pelo outro, e que protege o parceiro antes mesmo de proteger a si mesmo. Um amor que entre pra história.

Vontade de rir e chorar é a coisa mais deliciosa do mundo. É como se o céu estivesse dentro da gente e os anjos fazendo coceguinhas...

Imperdoável para todos
Arrasta-nos como uma onda gigante
Aprendemos coisas
Vivemos como se fosse para sempre
E de repente acaba
Tão rápido
Não virmos passar

Olhes no espelho
Olhes no espelho

Veja que as coisas boas
Não duram para sempre
Mais serão lembrados eternamente
Quando achamos que é maravilhoso
Algo vem é destrói
Curta cada segundo dele
Pois ele não escolher
Beleza nem riqueza
Simplesmente como uma chuva inesperada
Molha a todos.