Eu Deixo a Vida como Deixo o Tedio
Na minha infância teve circo de lona e palhaços, eu simplesmente amava os palhaços. Mas o palhaço que eu não me esqueço se chamava Pirola, acho que todos eles se chamavam "Pirola".
Eu ainda assisto Tom e Jerry, Papa-Léguas, Pantera Cor-de-Rosa, Piu-Piu e Frajola, da mesma forma como eu assistia qdo criança, concentradíssima, e me divirto pra valer.
Crianças de dois anos chorando por causa de celular, nessa idade eu só chorava por causa da chupeta.
Eu sempre fui fascinada pelos castelos e pelas histórias dos castelos, mas nunca gostei do "Castelo de Monalisa" e muito menos de sua história.
Eu imagino que talvez a publicação da foto pós vacina seja só um jeito do vacinado dizer que foi vacinado e que por muito pouco, por um triz, por uma fração de segundo ou de milímetro, quase não sobreviveu ao coronavírus; se não for isso, pode ser apenas a esperança de que, num futuro distante, daqui a uns duzentos anos, algum historiador a veja, e venha a escolhê-la para representar a história da pandemia da covid-19 no ano de 2021, mas se não for nem uma coisa nem outra, então, talvez, seja somente um pequeno reflexo mental da pandemia, consciente ou inconscientemente, no plano digital, e nada mais.
Os veganos que me desculpem, mas se tem até planta carnívora, não sou eu que vou parar de comer carne; neste mundo é assim mesmo, é um comendo o outro, e isso não vai mudar, faz parte do mecanismo universal do funcionamento da vida.
Toda vez que se aproxima o dia das mães eu sempre dou graças a Deus por ter sido criada em minha casa, sob os cuidados da minhã mãe, e não numa creche. Mas, hoje, isso virou artigo de luxo, é pra quem pOde, e não pra quem quer, infelizmente.
O Surto do Momento...
Será que hoje, dia 9, do mês 11, do século 21, eu ainda posso dizer que concordo com alguém em gênero, número e grau, sem correr o risco de ser ridicularizada, ou até mesmo linchada? Pois, se sim, aqui vou eu. Concordo, plenamente, em gênero, número e grau, com o que o jornalista Gustavo Alonso, disse sobre a cantora Marília Mendonça, na Folha, na sexta passada, dia 05, se não me engano. Muito verdadeiro, sob todos os aspectos. Ela nÃo era mesmo tudo isso que estão falando por aí. Ela nÃo cantava bem e ela nÃo empoderava as mulheres... A meu ver, ele só se esqueceu de falar do incentivo que ela dava, publicamente, ao alcoolismo, e que ela nÃo era a primeira mulher do sertanejo. Nem sequer cantava sertananejo, e sim "breganejo pop". E muito menos foi um exemplo de mulher feminista. Ela só está sendo mostrada como querem que ela seja vista. Pronto falei. Só não falei isso antes, com todas as letras, por respeito ao "surto" do momento. Agora, se querem iludir, continuem com a máscara da hipocrisia, e com esse alvoroço sem fim, enganem o povão.
Eu vivo sempre extremamente cansada. Esse cansaço vem muito porque a minha mente não para de pensar, pensar me cansa muito.
Eu sou do tipo que se tiver que sair dando dinheiro por aí, vou dar. Só se eu não tiver dinheiro pra dar. E se eu der, tá dado. Mas se ficar me devendo sequer um centavo de troco, ou de qualquer outra coisa, eu não me sossegarei enquanto eu não pegá-lo de volta. Se não dei, é meu.
Natal chegando, e eu ainda nem terminei de pagar a fatura dos presentes do ano passado. No Brasil é assim, uma fatura atrás da outra, não importa o passado, nem o presente, e mto menos o futuro do presente.
Apesar dos pesares, eu vejo um futuro bom para a humanidade, e para os outros animais tbm, e para as outras espécies de vida tbm, um futuro mto bom, com pessoas mentalmente evoluídas, dotadas de mta empatia, de modos bem humanizados, mas mto distante ainda, não é pro nosso tempo, nem pras próximas mil gerações.
Pelo que eu sei, qualquer coisa que tenha musk é às custas de extremo sofrimento alheio; e acho que com esse "almiscarado" aí, o Elon Musk, mesmo sendo artificial, não vai ser diferente, nem virando Noé.
Caracas, agora, de repente, assim, do nada, me deu uma vontade de passar o natal em Caracas, eu nem me ligava que existia Caracas, não entendí essa🤔
Se hoje eu tivesse que usar uma metáfora para simbolizar aquele cara – ou aquela – que está sempre em cima do muro, e nunca se posiciona perante as situações importantes, nem mesmo diante de injustiças, e nem sequer aborrece ninguém, sem sombra de dúvida que ele seria a da “pessoa zero à esquerda"; medíocre ou sem valor algum. Os zeros à esquerda não valem nada, nem um tostão furado.
No interior onde eu nasci, só os políticos, e os seus chegados, têm bons empregos, o resto morre à míngua.
Eu faço um som🎵
pra te fazer melodia
mudo todo o seu ritmo
pra te fazer canção
só pra pulsar seu coração ❤
Venha ser feliz
Eu não tenho tempo a perder
Agora não dá mais, agora é pra valer
Não quero mais mentir
Eu nem tô mais a fim de esconder
Eu não quero fingir
Amor, amor, diz sim
Depois você pode se arrepender
Não deixe o amor pra depois
Meu amor
Não deixe o amor se perder assim
Ei, amor
Você sempre diz que me ama
No fim, só quer cama
Oh, amor, meu amor
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