Eu Deixo a Vida como Deixo o Tedio
Eu já fui mais rica do que imagina,mas larguei tudo pra ser mais humilde do que sonhei,e porque sou mais inteligente do que você consegue admitir
Relicário
[...]eu gosto de ver o que eu amo em você.
O que eu gosto de ver,
Você quer saber?
Os seus olhos,
Que cativa meu olhar.
O seu rosto,
Que em ti me faz pensar.
Seus cabelos,
Que negros como diamante.
Seu sorriso,
Que me deixa ofegante.
Seus lábios,
Que tornou-se minha delícia.
Suas mãos,
Que me devolvem a carícia.
Seus pés,
Que acham minha direção.
Seu corpo,
Que me faz arder de paixão.
Seu coração,
Que pra mim é inigualável.
Seu amor,
Que nesse mundo é inestimável..
Hoje eu procuro a razão, e fujo da ilusão, pra ter do meu lado, pra ter em minhas mãos. O tempo passa depressa e as estradas a ti me levam, todos meus vícios se ocultam e suas virtudes me elevam!!
Eu me sinto tão confiante com relação a nós que me faltam palavras, e isso nunca aconteceu se tratando de amor. É algo puro, nada ensaiado, é natural, improvisado.
Ai de mim
Ai de mim
Quem me dera
Ser sincera
Ai de mim
Quem soubera
Quem eu era
Ai de mim
Quem deveras
Compreendera
Ai de mim
Quem me dera
Quem deveras
Me amou.
Essa sou eu
Eu sou ela.
Às vezes me vejo e não a reconheço em mim e nem nos outros.
Sou múltiplas e uma só.
Há um conflito do que sou, de quem desejo ser, do que nunca fui ou gostaria e do que serei (a partir de minhas escolhas ou para onde a maré das circunstâncias me levar).
A mim, cabe viver o eu de agora. Perdoando e acolhendo a mim mesma, na alegria e na tristeza, nas frustrações e realizações…
As derrotas, acolho-as também. Acolho tudo. Cada coisa, menor ou maior, boa ou ruim, sedimenta quem sou e quem serei.
Vivo em mim agora. Depois, talvez.
Eu tenho fome de justiça social
Eu tenho fome de afeto
Tenho fome de amor
Tenho fome de prazer
Fome de alegria
Fome de cores
Odores
Sabores…
Tenho fome
Sinto sede.
WJAC / MD
Quem sou eu para escrever o que escrevo?
Escrevo há vinte anos. Para jornais, para sites, para quem quiser ler.
Há quinze anos, vivenciei a prática: atuei em associações culturais, comunitárias, presidi grêmio estudantil, estive em movimentos sociais — inclusive na luta LGBT — e comuniquei, com voz firme, em rádio comunitária.
Trago na pele e na palavra a marca das experiências políticas e ideológicas que atravessam minha existência desde sempre.
Tenho 38 anos de vida. E esta é, talvez, minha maior formação.
Sou inquieto. Busco, pesquiso, observo, anoto.
Gosto do que é difícil de compreender — não por vaidade, mas por necessidade. Porque há beleza no que exige mais da mente e do sentir.
Não temo a sombra: ela é natural.
Não fujo do vazio ou do silêncio: convivo com eles. E sei que são territórios que só os corajosos atravessam sem desviar os olhos do espelho.
O que escrevo nasce disso tudo.
Da coragem de pensar.
Do risco de sentir.
Da ousadia de encarar o que muitos evitam.
O preço que eu pago por ser intensa e reivindicar o que não é natural, é a perseguição e o ódio.
- Ouvidos que não me ouve é o que me mata.
O que eu acho sexy é ter inteligência emocional.
Ser modinha de rede social é no mínimo uma realidade longe de ser vivida.
A falta de consciência revela os desejos mais profanos do ser humano.
A única diferença é que eu tenho as mesmas intenções com ou sem consciência.
Eu vejo a coerência na imprudência de um ser ardiloso.
Mas não vejo a coerência na prudência de um desabafo que pede por socorro.
O DIREITO
Eu tive a liberdade de escolher o que eu quero, mas o Direito decidiu que eu sou a escolha dele!
Pra mim não é o fim
Não acabou
E essa dor um dia
Vai me fazer entender
Que eu estou
Perto do que amo
Que quando somo
É pensando em dividir
E mesmo assim
Entendo que só restou
Pra mim o que não quis
Pra você
Portanto fique com o que não se vê
Mas faça de você
O melhor que puder
Siga seu caminho com seus velhos planos
E passe um pano no que passou
Vai ser mais fácil pra você
Compreender quem você é .
Esse ano eu quero poemas orgânicos
Sem mistura trans nos versos
Quero uma poesia feita de linhaça
Cheia de prosa e caloria equilibrada
Quero proteínas nos meus versos
Quero uma poesia natural
Feita de arroz de integral
Tão doce como rapadura
Pra botar nos meus sonhos de laranja
Cenoura e beterraba nos meus versos
Que seja escrita em papel reciclado
E de verdade não tenha Gluten nem outras besteiras
E no entardecer um gole de propolina
Pra deixar mais linda a metáfora
Espinheira divina na minha palavra
Gengibre e semente de chia nos meus versos
E que seja eterno o poético
Que o poético não seja enlatado
Envenenado por conservantes
Maquiados de tanta gordura.
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