Eu Deixo a Vida como Deixo o Tedio

Cerca de 567328 frases e pensamentos: Eu Deixo a Vida como Deixo o Tedio

Todas as minhas músicas que eu escrevi para você, todas as coisas que nós usamos para fazer, agora são apenas as minhas memórias.

Inserida por manoelagavassi

Eu sei que vai ser você quando tudo lá fora mudar, quando o tempo passar e eu sei que sempre foi você, desde o primeiro dia.

Inserida por manoelagavassi

Eu te amo muito mais que ontem, quando não havia nada pra se preocupar. Quando jurei que você ia embora mas você decidiu ficar.

Inserida por manoelagavassi

Todos sabem sobre eu, menos eu.

Inserida por janicelio

Eu queria poder tê-lo de volta, e não supera-lo.

Inserida por ALICIAALVES

E nem que eu te escrevesse um trilhão de vezes, você ainda não saberia o quanto te amo.

Inserida por ALICIAALVES

Se ela ouvisse meus discos, saberia tudo o que eu tinha pra dizer.

Inserida por ewertonoliveira

Eu ainda me lembro da noite em que você veio me ver, eu sai na varanda e estava você sentado na calçada á minha espera. Naquela noite amor, a lua estava linda.

Inserida por ALICIAALVES

Algumas de suas idéias eram loucas, tão loucas quanto á de ter 40 filhos. Mas amor, eu gostava delas.

Inserida por ALICIAALVES

Igual aos teu abraços não há, eu confesso que tenho saudades deles. Eles me fazem sentir protegida de tudo amor.

Inserida por ALICIAALVES

Eu era tão desastrada, mas você não se importou com isto. Me amou.

Inserida por ALICIAALVES

Porque você gostava tanto de tranças? Eu as detestava, mas amava quando você pedia para fazê-las, mesmo que não as fizesse. (risos)

Inserida por ALICIAALVES

A tua rizada amor, era a mais engraçada, mas em compensação, a que eu mais adorava.

Inserida por ALICIAALVES

Dizem que “pai é quem faz”. Mas o que me torna pai não é o que eu fiz, mas o que fizeram comigo. Assim, o filho feito faz o pai. Dizem que “pai é quem cria”, mas a criação é fruto da invenção, e, quando me tornei pai, eu também nasci outro em mim, eu também me senti criado, cuidado, acalentado. Quantas vezes, fui colocar minhas filhas para dormir, e adormeci primeiro. Quantas vezes, impaciente, ouvi da mais velha: “tem que ter paciência, painho, lembra?”. Como esquecer que o que nós ensinamos nossos filhos aprendem, e, quando nos perdemos em nossas atitudes, são eles que nos ensinam. A mais nova pouco fala, mas também nem precisa: diz do seu jeito em um idioma alienígena para um adulto, que, se traduzido, seriam (e são) poemas belíssimos. Vejo em livrarias uma série de manuais como bússolas orientadoras para os pais e mães. Onde já se viu? Só minhas filhas são como são. E só eu sou como sou com elas, para elas, por elas, a elas, delas. Está na hora de aprendermos mais com os filhos. Sabemos muito, mas muito disso que sabemos é inútil. Não quero saber se a população mundial cresce em progressão geométrica e a produção de alimento cresce em progressão aritmética. Quero poder saber explicar a minhas filhas por que crianças bem semelhantes a elas (em idade e sonhos) não têm nada para comer, nem ninguém a quem abraçar. Deixemos nossos filhos se rebelarem nas manifestações populares. Isso quer dizer que nascemos corajosos, mas nos acovardamos, ao longo do tempo, por uma inércia burocrática do existir adulto. Dizem por aí que os “filhos são o futuro da nação”. Não, eles são o presente em sua anterioridade temporal necessária, pois o porvir depende do agora, “o futuro começa agora”. Minhas filhas, aqui pelo facebook, o painho de vocês grita ao mundo que minha vida tornou-se outra após cada nascimento. Embora enquanto vocês dormem, a ordem volte a reinar e eu passe a me dedicar à leitura, em nenhum livro encontrei a alegria e o amor que vem de vocês. É preciso acreditar que as fadas nascem de um sorriso de uma criança. Prefiro acreditar nessa fantasia a aceitar as atrocidades do mundo real. Quando assisti ao filme “A vida é bela”, senti-me no papel daquele pai, mentido para que o filho nunca saiba sobre certas verdades (o holocausto). É preciso acreditar nas pessoas, sempre precisamos de gente. É preciso acreditar na fada do dente. Eu acredito em tudo isso, depois que vocês nasceram, pois, a partir disso, nasceu em mim uma nova esperança, uma nova fantasia. Há muito tempo eu não conversava com Deus, hoje vejo-o em cada minúscula partícula de vocês. Não é dia dos pais, nem dia das crianças. Mas qualquer dia é oportuno para dizer que amo vocês.

Inserida por tamylimao

De tudo que já fui e tudo que ainda me resta ser, atualmente, sou apenas eu.

Inserida por Joice88

E eu só queria alguém pra me abraçar , numa noite fria ou numa tarde de calor e que me dar valor e que me ame do jeito que sou

Inserida por joelmatiadora

Tenho tanto medo de perder meus amigos.
Só com eles eu sei ser totalmente feliz.

Inserida por YslaneAlves23

Toque do desejo.


Voce me toca , eu te toco.
Voce me olha , eu te olho.
Vejo seu sorriso e tenho vontade de sorrir tambem.
Do brilho de teu olhar , vem o meu desejo de te tocar.
Eu te desejo .
Desejo teu olhar.
Desejo teu sorriso.
Desejo tua boca.
Desejo teu calor.
Desejo teu corpo.
Te desejo .
E voce oque desejas.


Mesquini .:a.t.d. 07/11/2013

Inserida por mesquini

CANÇÃO PERDIDA

Quem sabe, talvez, o mundo não me quer.
Serei eu resto dum naufrágio incompleto?
Talvez seja resto de uma madeira qualquer
Sem ter a marca ou penhor d’um dialeto...

Ou, quem sabe, talvez, seja chaga sem poder,
Seja ferida que ninguém vê por completo...
Uma estranha voz, uma canção d’um querer,
Talvez seja eu, um enigma, um ser indireto!

Eu sei que a minha sorte não é neste mundo...
Talvez, pela explosão, d’um céu moribundo
Sou quem anseia estrelas no reflexo do mar!

Eu sei que, nesta esfera, sou um ser perdido
Que busca encontrar neste mundo ferido
Uma melodia, talvez, que seja pra cantar!

Inserida por acessorialpoeta

O MEU CONFORTO

Sol poente... noite fria! Cá estou! Sou eu.
Eleva-me à fragrância da flor morta...
Que do dia, me restou a vossa porta
Por voltar à luz bendita que morreu!

Sou do teu conforto de saudade
O teu grito erguido em trevas de infinito...
Prega-me à cruz da insanidade
Que sou de ti a história curta de um mito!

Sou eu! Cá estou! Abra-me seus espaços,
Minha cruz, onde morre a minha dor,
Que já breve volta à luz os meus cansaços...

Noite fria... solidão! Oh, meu amor!
Dá-me o conforto dos teus braços...
A ilusão dos meus instantes de primor...

Inserida por acessorialpoeta