Eu Deixo a Vida como Deixo o Tedio

Cerca de 575426 frases e pensamentos: Eu Deixo a Vida como Deixo o Tedio

Pra ser quem eu sou hoje
Eu paguei um preço muito alto
Perdi muitas coisas perdi caminhos perdi pessoas.


Perdi até a mim mesmo!


Mas eu me refiz em silêncio carregando dores que ninguém viu vencendo batalhas que ninguém nunca soube


Então por favor não venha me dizer: Há você não era assim?


Você não sabe o que eu vivi
Cada mudança em mim tem uma cicatriz


Eu não mudei por escolha eu mudei por necessidade
A vida me moldou na marra no impacto na perda.


E hoje eu sou o que restou depois de muito me despedaçar e mesmo assim eu sigo em frente com a cabeça erguida.

Eu nunca quis amar você, mas tudo bem.
Eu sempre soube que você me abandonaria, de qualquer modo. Eles sempre disseram que você me machucaria.
Você sempre parecia como se tivesse mais alguma coisa na mente, mas quando eu tentei dizer a você, você me disse 'deixa pra lá'.Mas, querido, quando eu te vejo, eu me vejo.

Kurt Cobain emerge das cinzas grunge, voz partida: "Eu sou o grito primordial contra o nada, alma selvagem engolida pelo ruído urbano, buscando salvação no caos da pele ferida". Noé responde da sua arca espectral: "Eu guardei as sementes vivas do apocalipse, navegando dilúvios de lagrimas, para que raízes antigas brotem novamente em terras esquecidas". Mahatma Gandhi, com mãos calejadas de marchas infindas, declara: "A resistência pacífica é o sal da terra; nela, povos originários florescem invictos, dissolvendo correntes com a força do espírito desperto". Renato Russo, legionário das noites brasilianas, confessa: "Nas veias urbanas pulsa um pulsar proibido, herança de guerreiros das matas, clamando por um país que ouça o coração silenciado". Maria Quitéria, visionária das profundezas temporais, irrompe: "Na quarta dimensão, o tempo se dobra como lâmina invisível; ali, lutadores ancestrais transcendem o plano, libertando-nos em espelhos da eternidade rebelde". Suas vozes se entrelaçam num manifesto etéreo: a humanidade resiste, primordial e multidimensional, contra o vazio que nos cerca.

Toma cuidado!
O teu corpo é imune ao açúcar,
mas o meu não é.
Com essa tua paixão por doces,
eu logo morrerei de diabetes.

Se o tempo esquecesse meu nome, eu continuaria anônima, fumando um cigarro de hortelã dentro de uma caverna onde constelações respiram entre morcegos e uma estrela cadente cai lentamente sem fazer barulho, lembrando que o belo é breve como a vida das borboletas que vivem apenas o suficiente para ensinar o amarelo ao girassol e o azul ao céu.
No meio do mar existe uma porta aberta, e eu entro nela como Alice atrás do coelho, atravessando algas coloridas e peixes alienígenas que guardam civilizações antigas, onde talvez eu me afogue e minha alma se dissolva na fórmula da água cintilante que colore o invisível e abriga um pássaro que nunca nasceu.
A estrela que caiu antes de nascer germina como um vaga-lume verde piscando na galáxia com altivez silenciosa, porque dois elefantes não fazem uma girafa e dois e dois são quatro apenas quando a vida vale a pena e o humor permite respirar dentro do absurdo; então guardo essa estrela no frasco do perfume da minha alma sinuosa.
Se uma palavra pudesse sangrar, eu protegeria a palavra vida para que as sementes continuassem sonhando em brotar entre arranha-céus de vidro impecável nas cidades cinzentas onde as línguas mastigam fel e o silêncio dos poetas transfunde sangue nas bocas numerosas que esqueceram como se conter diante do abismo.
Antes de eu nascer, um espelho já lembrava a avidez fatal do óvulo e do espermatozoide que decidiram minha existência no deserto concorrido dos poetas, onde a escravidão mata a racionalidade enquanto o azul permanece celeste e os pássaros planam com a tranquilidade de um homem que se debate entre o amor e a embriaguez.
E assim continuo atravessando portas abertas no oceano invisível, carregando estrelas em frascos de perfume, protegendo palavras feridas, enquanto um pássaro que nunca nasceu aprende lentamente a respirar dentro da água que lembra meu nome antes do tempo existir.

Porque te amar não me acalma, me destrói aos poucos,me puxa pra um fundo onde nem eu consigo mais me alcançar.
E no meio disso tudo, o mais assustador é saberque mesmo me afogando… eu ainda não quero sair de você.


DeBrunoParaCarla

Eu sempre acuso…ela diz que não sabe.
E talvez ela tenha razão,porque no fundo eu também não sei. É tudo tão confuso que nem dá pra dizer se estou enxergando a verdade…ou inventando ela agora.


DeBrunoParaCarla

Elas dizem, puxam, confundem…e eu já nem sei se isso é real ou coisa da minha cabeça. Não é ficção ou talvez seja, e eu que não percebi.Mas no meio desse caos todo, uma certeza fica, no final, a gente não termina no mesmo caminho.


DeBrunoParaCarla

Eu olhei pro céu tentando encontrar paz em você, achando que o que eu sentia ia me salvar de tudo.Mas quanto mais eu me aproximava, mais eu afundava, como se amar você fosse mergulhar sem ar, sem saída. E agora eu já nem sei mais se você é meu céu…ou a dor onde eu estou me afogando todos os dias.


DeBrunoParaCarla

Eu comi o frio para aquecer a memória,
E rasguei o fim para recomeçar a história.
Não faz sentido? Pois é, nada faz,
No jardim do avesso, o grito traz paz.


DeBrunoParaCarla

Eu acuso, insisto, tento entender…
ela responde que não sabe.E eu não posso negar, porque eu também não sei.Ela diz que é outra, eu digo que é outro…mas a verdade é que tudo se mistura,e a gente se perde dentro da gente mesmo como se nunca tivesse existido um lado certo.


DeBrunoParaCarla

Seu carro aqueceu quando faltou água…
e eu aqueço do mesmo jeito toda vez que penso em você.


DeBrunoParaCarla

Mesmo olhando pro céu, é na dor que eu continuo me afogando.


DeBrunoParaCarla

Enquanto o mundo briga por poder, eu luto para te ter por perto.


DeBrunoParaCarla

O ônibus da 7 nunca se atrasa.
O motorista, que eu nem sei o nome,
consegue ser mais pontual do que você.
Engraçado… quem não significa nada chega sempre, e quem significa tudo vive faltando.


DeBrunoParaCarla

De que serve a minha poesia
se a sua boca não me diz,
se o silêncio faz sangria
no que eu quiz fazer feliz
de que serve o verso escrito
com o peso da intenção
se o meu grito mais bonito
não alcança o seu perdão .
pois a rima se esvazia
e o papel vira desterro
de que serve minha poesia
se seu beijo é o meu erro.⁠

De que serve a minha poesia
se a sua boca não me dá
o destino , atravessia,
o destino de eu estar


guardo versos na lapela
metáforas ao relento
mais a rima mais singela
morre aondabor do vento


pois , se o lábio não confirma
o que a alma já escreveu
toda estrofes se desmancha
entre o seu mundo e o meu .

A falta do ódio é o meu maior manifesto de superioridade emocional: eu sou feito do que eu cultivo, não do que me feriu.⁠

O ódio é um vínculo, e eu escolhi ser livre. Se a sombra da ⁠sua maldade não conseguiu apagar a minha luz, é porque a minha essência é governada pelo que carrego no peito, e não pelo que recebo de suas mãos.

Eu construí meu castelo com as pedras que atiraram em mim,
fiz do silêncio meu elo,
para um novo e forte motim.

Não serei mais o mesmo que antes
eu juro que não serei,
sou agora as minhas variantes
Em tudo que me tornei.

Me reinventei, sim, me refiz
Com a luz que em mim encontrei,
Enfim, me achei, fui feliz,
E para sempre serei.