Eu Deixo a Vida como Deixo o Tedio

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Também não precisa contar quando lembra de mim e nada faz, que eu não quero mais saber.

Inserida por A-ntonieta

Caso o destino nos coloque frente a frente novamente, aí sim, talvez eu queira saber. Mas hoje não dá, hoje eu não quero!

Inserida por A-ntonieta

Baixinha eu te amo. Pode ser que eu não te veja todos os dias,mas todos os dias eu quero te ver,pode ser que não ouça a tua voz todos os dias,mas todos os dias eu desejo ouvir ,a mais doce voz sentir nos meus ouvidos ,falando EU TE AMO ❤

Inserida por MateusCostA

Um dia eu escrevo um livro sobre você, quando eu acabar não terei tempo de ler, pois passei a minha vida inteira ao seu lado para te descrever

Inserida por vinicius_andre_1

Jan(eu)ce é intertextual

Não sei se você reparou, mas, volta e meia, eu lanço mão do recurso da intertextualidade… Ele me é muito caro.

Com efeito, essa fixação boa (diga-se de passagem) de dialogar com a tradição e, também, com a modernidade, só tem feito bem à poesia zarfeguiana… e à poesia em geral.

Você há de convir comigo que, hoje, a essa altura dos acontecimentos, é pouco conveniente o indivíduo bater no peito e sair por aí apregoando originalidades… Como ser original quando já se falou sobre todos os assuntos, já se escreveu sobre tudo? Isso não significa que, por causa dessa totalidade de discussões (a internet veio para intensificar esse processo), a gente vá se apegar à mesmice e ao comodismo literário e, pior ainda, intelectual… Nada disso. Até porque ainda é possível ser criativo…

Isso posto, Jan, digo com todas as letras: a intertextualidade só me faz bem, só enriquece, imprimindo leveza e atualidade a meu fazer poético… O poema “Abuse, pero no mucho” [do livro “Sutil, pero no mucho”, 2011] comprova bem isso.

Se você prestou um pouco mais de atenção ao poema, deve ter notado a presença desse diálogo com outros nomes do cenário literário nacional e internacional…

Aliás, logo no título, há uma mistura de idiomas, o que, convenhamos, já sinaliza o que virá adiante… Paulo Paes, Edgar Allan Poe, Tolstoi… os quais, de maneira direta (“Nunca mais”) e indireta (“Descansa em paz”) vão dar sustentação ao discurso poético que, no texto, não deixa nenhuma dúvida quanto ao seu tempo, autor e temática. Trata-se de um poema deste tempo, desta época. Não é mesmo, Jan?

Se não bastassem essas referências autorais, outro aspecto de natureza mais estrutural e formal que sobressai em “Sutil, pero no mucho” é o metalinguístico. A saber, essa capacidade que o texto literário (não necessariamente literário) tem de dialogar consigo mesmo, numa relação dinâmica em que a língua (o código) se torna objeto da própria língua. Essa é, sem dúvida, uma das características marcantes dos textos modernos (Drummond – Alguma Poesia) nem tão modernos (Machado de Assis – Memórias Póstumas de Brás Cubas), e por aí vai.

“Poesia é epifania: / Intuir de noite e de dia” ou “Poesia é alquimia: / Criar de noite e de dia…“

Esses versinhos… tem coisa mais metalinguística do que isso, Jan? Tem: você, uai!

Inserida por voualivoltoja

Ninguém sabia me dizer

Por céus e mares eu ando
Vejo o poeta e vejo o rei
Mas ninguém sabe me dizer
Ninguém sabe fazer o meu coração disparar e ficar seguro
Eu cansei de passar por céus e mares
E nunca saber o que é o amor
O que é o amor?
O amor dói?
Ou o amor é o espinho que não se vê em cada flor?
O que é o amor?⁠

Inserida por analuaa

⁠Alguns dizem que amar é deixar ir
Alguns dizem que amar é insistir
Acho que na verdade eu não sei o que é amar
Não sei se devo deixa-la ir
ou se devo insistir.

Inserida por DreMarquesx

⁠O que eu vou precisar fazer
para conseguir te convencer
que meu amor não vai ferir você.

Inserida por DreMarquesx

⁠Não
Cinco para cinco da tarde eu nasço
Eu nasci?
Eu nasço?
Eu nascerei?
Sim
Acho que nascerei
Cinco para cinco da tarde eu nascerei
Com vinte e nove anos

Inserida por celsinhodelas

Mas e quando as portas se fecham e o mundo fica escuro e estreito oque eu faço ? Pra onde vou ... ⁠

Inserida por ThayaneAlmeida

Certas pessoas tem o dom de irritar. Tipo eu.

Inserida por Adoidinha


O desafio pode ser grande
A batalha pode ser árdua
Os obstáculos constantes
Mas eu vou conseguir

Inserida por Min-AndersonSantos

Eu não sei o que é isso...
Mas as vezes isso me faz chorar...⁠
Me faz virar um lixo completamente na lama...
Fico sem levantar da cama...
Sem fazer praticamente nada por causa disso...
Me pergunto se vou continuar...
Só para no final chorar...
...ah lembrei oque é isso...
É minha depressão... me matando aos poucos...sendo que...ja morri por dentro.

Inserida por AlguemDesconhecida

Eu deveria ter dito que te amava. Eu perdi a minha chance por um medo bobo e agora você tem alguém novo.

Inserida por yM3ry

⁠Eu te garanto que viajar pelas suas memórias, talvez não seja a melhor opção.

Inserida por yM3ry

⁠Por que acha que vim atrás de você? Eu acreditava que você poderia me amar de novo.

Inserida por yM3ry

⁠quando me sinto sozinho(a) sinto que estou preso(a) em uma caixa transparente, cada vez mais que eu me sinto sozinho(a) a caixa fica cada vez mais pequena e cada vez mais é difícil de respirar dentro dela, um dia ela vai me esmagar ou me deixar sem ar.

Inserida por Djiully

⁠Contrariando o meu coração e negando a ele a todo o custo talvez eu consiga o milagre de fugir, mas talvez poderei estar me condenando a vagar pela vida até a minha morte sozinho(a) pata todo o sempre.

Inserida por Djiully

⁠Eu beberia o mais profundo dos venenos, poderia morrer da forma mais brutal do mundo, so para poder amar você mais uma vez.

Inserida por Djiully

⁠Depois de tudo que você fez... Acha que posso pedir pra você ficar? Eu não quero que vá embora mas é preciso que você vá. Nem sempre nós fazemos só o que queremos.

Inserida por yM3ry