Eu Deixo a Vida como Deixo o Tedio
As vezes me culpam por ser imatura, agir como criança, eu não quero crescer tão rápido, agir como adulta, fazer coisas erradas pra me culparem ser outra coisa, chega de mim culpar eu poderia ser muito pior, gosto muito do meu jeito!
Ah! Como eu gostaria de te encontrar para segurar sua mão.
Sabemos que a estrada é longa, mas eu sei, valerá a pena.
Ah como eu te amo garoto, amo tanto que tenho medo de te deixar escapar por entre meus dedos; te deixar escapar como um pássaro quando se liberta. Amo tanto que apesar de querer juntar-te à mim, te deixaria, pra ser feliz sem mim.
Amo tanto que tenho medo até onde meu pensamento pode libertar você de mim; até onde ele te deixa, mesmo sem você mover ao menos um belo olhar em direção qualquer que fosse.
Amo tanto que que às vezes, o medo parece me sucumbir mais que esse amor, me domina de tal maneira que me corrói, faz-me de uma ruína na qual você é a principal sustentação e que sem essa tal sustentação, desmorona e vem a pó... simplesmente traços que o vento (ou o pensamento em si) leva, sem direito a questionamentos...
Como eu sinto falta das nossas conversas, das risadas, dos abraços, do seu olhar... Daria tudo para ter tudo isso de novo!!! Seu sorriso é uma espécie de calmante natural pra minha alma...
Tá doendo mais porque eu sei como você é incrível, porque eu acho que o vizinho de cima, aquele novo que foi morar justamente no seu andar, no quinto, ele usa o mesmo perfume que você – o que faz com que o cheiro entre pela janela e me pegue de surpresa sempre que volto do trabalho. Mas não é você, não poderia ser, porque igual a você só existe um no mundo.
Sobre coisas que eu não escrevi
Eu não escrevi sobre você
Não escrevi sobre como é bom observar o mar
Não escrevi sobre aquele gesto que quando tímida você sempre faz
Não escrevi sobre amor, amor que permanece
Não escrevi sobre sua risada, que quem conhece não esquece
Nunca escrevi sobre medo
Nunca vou escrever sobre os nossos segredos
Não escrevi sobre noites estreladas
Não escrevi sobre teus roncos durante a madrugada
Não escrevi naquele tempo, sobre aquela menina
Não escrevi sobre como você deitada comigo combina
Não escrevi sobre amor de verdade
Nem como ficar longe de ti me da tanta saudade
Não escrevi sobre aquele cara chamado lucas
Nem como você sempre foi boa com fugas
Não escrevi sobre amores de infância, nem sobre reencontros que gelam a barriga
Não escrevi sobre como se apaixonar, por quem era pra ser apenas uma amiga
Não escreveram sobre você durante todo esse tempo
Estavam me esperando, esperando esse momento
Pois nunca vão saber escrever sobre ti, apenas eu consigo te ver assim,
Só eu pude ver o quão especial é ter você pra mim.
Cumplicidade. Como eu gosto dessa palavra e de tudo que ela representa.
Porque ela me lembra o sorriso dele, assim, meio bobo, sem motivo. Um sorriso em resposta ao meu.
Porque pra arrancar um sorriso dele, basta eu sorrir também.
E aquele abraço com cara de paz. E aquele olhar que diz tudo sem dizer.
Assim mesmo. Amor clichê. Desses que deixam a gente meio patética diante de todo mundo, mas tão feliz por dentro. E aí a gente se pega fazendo rimas e se enxergando na poesia mais doce. E tudo é rosa, e tem forma de coraçãozinho...
E aí a padaria faz lembrar ele e das nossas madrugadas comendo pão doce e dando risada depois da balada. O muro do vizinho também, porque é lá que ele rouba flores pra trazer pra mim. O garoto com o violão. O casalzinho do prédio. A senhorinha que sempre pergunta cadê o namorado.
O dia cinza que fica multicolorido assim que ele aparece na porta de casa.
O cheirinho dele que ficou no meu edredom. E o livro que ele esqueceu na minha estante.
As músicas que ele mais gosta e eu não canso de ouvir. O gol do time dele, que também arranca dele o sorriso mais lindo. E ele. Do jeito que ele é. Pedindo colo. Me dando colo. Me acordando e me colocando pra dormir. E pra sonhar. Dormindo e acordada.
Ele. Tão cheio de manias, igual a tantos outros caras, e tão único. Essencial. Especial.
Um presente lindo que a vida me deu, pra adoçar os meus dias.
Eu ando perdida … Eu ando meio sem sentido, perdida como o vento que sopra sem direção .. Vagueio nas horas triste, que um relógio teimoso cisma em contar, perdida no tempo ausente de um sorriso… Sigo por caminhos de raios de sol, verão que aos pouco se despede para dar lugar a minha melancolia…Ando sozinha por entre estrelas que me guiam pela noite, sem destino, sem rumo, mas com a certeza de chegar ao raiar do dia, com a sensação de ter sonhado, de ter vivido… Procuro-me no silêncio e no vazio que a minha alma se encontra .. perdi-me em algum lugar, numa ilusão qualquer… Já não sei quem sou, mas sei que de novo vou me encontrar! Abro as portas do coração e espero que a noite se faça dia. E quando o sol tocar na linha do horizonte o meu mar, talvez consiga sentir nas ondas do meu ser, o barco dos desejos, navegando nas marés dos meus sentidos. Abro o cais de minha alma para que possa ser acariciada pela brisa suave e quem sabe, embalada por uma melodia doce, tocada ao vento nas cordas de um coração que se quer apaixonar…
E eu querendo ele, e ele me olhando e sorrindo como se não tivesse acontecido nada entre nós. Isso dóia.Ou ainda dói.
Ah futuro como eu te quero, te imagino todos os dias. Espero que você não me decepcione e nem que eu o decepcione.
Que você chegue logo, que traga coisas diferentes.
Que eu possa ser quem sempre sonhei, que tudo dê certo, se realize.
Futuro, vou cuidar bem do meu presente, pra que você não se ausente e me deixe contente.
Entrelinhas como te amo! O que está dito, está dito. Eu gosto mesmo é do não dito... Porque esse eu imagino e interpreto como eu quero.
Não sei se só eu reparei, mas já viu como tem gente feia pegando gente bonita por aí? Tem mistérios que só a conta bancária esclarece!!
Sabem, as pessoas perguntam como posso sorrir tanto. E eu digo: Bem... é uma longa história. Mas, ao mesmo tempo muito simples. Sabem, às vezes é muito difícil sorrir quando acontecem coisas na vida que você não sabe ou não compreende e você não sabe se conseguirá sobrepujar. Você passa por uma tempestade na vida e você não sabe quanto tempo a tempestade irá durar. E hoje irei compartilhar com vocês alguns princípios que aprendi na minha vida e que vocês poderão usar nas suas vidas. Ser paciente, na verdade, é algo muito difícil.... Eu percebi que mesmo não podendo segurar a mão de minha esposa... quando a hora chegar, poderei segurar seu coração. Eu não precisarei de mãos para segurar seu coração! Sabm que é assustador pensar quantas garotas tem distúrbio alimentar. É assustador pensar quantas pessoas tem ódio da vida devido à sua situação em casa. Com ódio dos outros. É assustador pensar como muitas pessoas na verdade sentem-se como se não valesse nada. Todas as garotas aqui e agora, quero que saibam que são bonitas. Vocês são lindas do jeito que vocês são! E gartos, vocês são os Caras!
Eu sinto, eu sei. Luzes piscam lá no fundo como vagalumes insistentes no escuro.
Essa forma de calar é cobrir os olhos, a pele, a vida.
Acalentar a alma, acalmar o coração, é um risco... é eu sei, eu sinto.
Cartas duplas, viradas, uma história, escolhida, acomodada.
Tocar as luzes, soltar as rédeas, permitir a dor de um novo nascer.
Não toco, mas vejo... é eu sei, eu sinto.
Imobilidade, ombros amarrados, rosto fechado.
Esperar o dilema, adiar a cicatriz, é eu sei... tudo está aí, sentindo-se, remexendo-se, revirando-se.
Que o mistério tenha fim.
Que o sonho seja real.
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