Eu Deixo a Vida como Deixo o Tedio
Os vícios são grudentos
Assim como o vazio sereno
Que rouba devaneios
E nada resta, nem princípios
Os vazios são incontáveis
Medo, desejo, solidão, anseio
De fato, inexistem mãos hábeis
Que suportem o excerto
Os vícios são estrondosos
Capazes de desfazer vazios
Mas, feitos para se tornarem desgostosos
Ignorando possíveis perigos
A vida é bela
Como um amor materno
Mas basta uma queda
E ela se torna o inferno
Fomos criados para sermos eternos. Para desenvolvermos nossos potenciais como espírito e aprendermos a cooperar com a natureza e as forças da criação.
Como líder, Jesus não focava nos problemas pois servia de refúgio para os problemáticos. O bom líder é aquele que ajuda os seus liderados vencerem os problemas.
José Guaracir
A idade são como elos de uma corrente que nos aprisiona ao mesmo tempo que, como um carrasco apressado e voraz, nos consome rapidamente, tirando-nos a vitalidade o de viver.
Afinal, o tempo não está ligado às paixões humanas da vida nem ao amor
O tempo só leva consigo o que antes era jovem e belo, vigoroso e contado como elos nas correntes do tempo, a idade de um jovem animado para um velho triste e cansado consumido pelo tempo
Este que nunca para.
Os homens modernos querem viver como animais, dos tipos que apenas comem e dormem, e todos sabemos que a vida de tais animais é baseada em um único propósito, a morte
Não, não somos como o sol e a lua
Não fomos como o sol e a lua
Fomos com o Sol
Bom, você é o sol
Um dia fui sol também
antes de você me destroçar e me despedaçar por inteiro
Até que eu me perdesse de quem realmente sou
O que sou?
Agora só me restam partículas
As estrelas, meu eu que virou pó
Pouco se importando com o amanhã, mas
ainda sim
As estrelas ainda sentem falta do sol
no céu da manhã
A inteligência emocional não é sobre evitar emoções, mas sobre saber como lidar com elas. Quem domina suas emoções, domina sua vida.
Moabe Teles
Caminha com a intensidade de quem conhece a dor, mas escolheu o poder. O olhar, afiado como uma lâmina, atravessa a noite, carregando segredos e promessas não ditas. Cada passo é um convite ao perigo, um jogo onde só os mais ousados se atrevem a entrar. Agora, desliza entre os tubarões, não como presa, mas como predador.
Pensar demais
Por que sempre penso em tudo?
Cada ação exige lógica, como se meus passos devessem seguir uma trilha invisível. Nunca há o vazio, nunca há silêncio. Sempre algo. Sempre ecos.
Perdi noites de sono, afogado em pensamentos que não me deixam partir.
Por que sempre penso em demasia?
Minha mente constrói labirintos, planeja possibilidades como quem tece uma teia infinita. Tenho uma memória afiada—e às vezes, isso é uma maldição.
Por que não posso ser só um cara normal?
Agir por agir, sem que algo me perturbe os sentidos, sem que cada palavra dita pareça um cálculo arriscado.
Falar com uma garota deveria ser simples, mas há sempre um nó na garganta, um peso invisível nos ombros.
Por que não sei o que fazer com o amor?
Sinto, e talvez sinta de volta—ou talvez queira sentir. Mas o medo vem primeiro, como um véu sobre a coragem.
O que dizer, onde ir, o que ela vai pensar?
Minha mente nunca dorme, sempre gira, sempre analisa.
E eu?
Eu só queria respirar sem pensar a cada suspiro.
Título: Paralelos.
Hoje senti um frescor no vento,
doce e forte como um juramento.
Invadiu a pele, feriu o peito,
trouxe um nome que já era segredo.
Ela dançou entre as ruas vazias,
pintou sua voz nas lembranças frias.
E eu, sem querer, fechei os olhos,
como se o tempo voltasse ao relógio.
Achei que a teria até os dias meus,
mas sonhos se dissolvem no azul do breu.
Escreveria seu nome em versos eternos,
mas certos amores são só universos paralelos.
Dicionário Ambulante.
Carrego palavras como quem carrega o mar,
Em cada termo, um mundo a se desdobrar.
Para uns, um conceito, fechado e pronto,
Para mim, um universo que gira em confronto.
Dizem que sou só um rótulo a mais,
Sou buscador, artista, sempre a me refazer.
Na certeza do mundo, vejo contradição,
Pois onde há resposta, há outra questão.
Meu pensamento não cabe em caixinhas,
Ele voa, dança e traça suas linhas.
Se tentam me prender em definições,
Eu escapo, refaço, crio novas versões.
Sou mais que um nome, que um título dado,
Sou um enigma, sempre inacabado.
Olha o chá…
Olha o chá, chá, chá…
Olha o chá, chá, chá…
não sei como parar
Olha o chá, chá, chá…
Olha o chá, chá, chá…
vou ter que me encontrar
Olha o chá, chá, chá…
Olha o chá, chá, chá…
cadê o bule de chá?
a lebre não sabe,
mas, já foi busca!
Olha o chá, chá, chá…
Olha o chá, chá, chá…
ele é louco, assim como eu!
Olha o chá, chá, chá…
Olha o chá, chá, chá…
isso não vai acabá…
Versos sem aviso.
não sei, como falei,
busco só fazer no momento,
igual á pouco, palavras ao vento,
eu diria que é só uma bagunça,
porém não lamento.
uma tentativa de algo maior,
uma rima que saiu no improviso
e palavras que vieram sem aviso.
igual minha mente criada sem pedido.
loucura e caos, sentido e abrigo,
isso tudo, junto comigo,
pode parecer confuso,
mas eu lhe digo,
tem quem tudo goste,
e esse eu não sigo.
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