Eu Amo Minha Família
Aos filhos devemos dar raízes e asas.
Raízes seriam de onde vão nutrir-se e sempre terão para onde voltar. Asas para alçarem voos, inclusive mais altos que os pais. Se dermos muitas raízes, ficarão dependentes, não irão muito longe. Se dermos muitas asas, poderão perder-se ou andar sem rumo, sem sentido.
Expressões idiomáticas
João era casado com Maria, e tinham três filhos. Todos os dias, Maria deixava sua casa um brinco, mas quando ela saia, parecia a casa da mãe Joana, pois eles pintavam o sete.
Quando ela chegava, era João que pagava o Pato, e então saia para afogar as mágoas com José, o amigo da onça, que foi expulso de casa por pular a cerca.
Nesse dia encontraram Antônio, o Santo do pau oco, que adorava rodar a baiana quando era provocado, e foi salvo pelo gongo, pois chegaram na hora aga, para evitar a briga com seu irmão , que era a ovelha negra da família, que veio de lá onde vento faz a curva, encontrar um bode expiatório para curar sua dor de cotovelo.
De repente apareceu Maria, Cuspindo marimbondo, e alguns vizinhos dizendo: hoje ela está com a macaca.
Maria fez um maior barraco, seus filhos dizinham, mãe você tá pagando mico, mas ela fazendo ouvido de mercador, chutou o pau da barraca.
João, que era gato escaldado colocou o galho dentro, com medo de ir para cidade de pés juntos.
O caldo entornou para José também, mas Antônio sabia que sua batata estava assando, fugiu de fininho antes da casa cair pro seu lado.
A mãe de Maria soube da história e ficou com coração na mão. Pois sabia que a filha era pavio curto.
O padre tentou acalmar, mas deu com os burros na água.
A multidão queria ver o circo pegar fogo, mas tudo acabou em pizza, quebrando a cara de todos que apostaram na briga.
Eu que sou cobra criada, sei que cão que late não morde. Além do que, cada macaco no seu galho.
Na verdade, não ponho a mão no fogo por nenhum deles, pois onde a fumaça há fogo, mas roupa suja, se lava em casa.
Uma mulher não é apenas uma rosa, é o pólen que alimenta as abelhas refletidas no seus filhos e o mel que adoça a vida de um homem a cada dia.
A mulher é o sorriso cor de rosa lançado aos seus filhos, mesmo com o temor do que virá a ser ou não o seu amanhã, ela busca no seu interior a força sublime de uma guerreira e toma sempre a melhor decisão em prole daqueles que ama.
A origem da nossa Independência teve a nobreza do sangue vertido de inúmeros filhos desta terra, por isso, preservá-la não é apenas uma honra, mas, um imperativo cosmoestadual.
A dor que sentimos por ver a nossa Pátria sofrer pela ganância dos seus filhos é maior que a dor de ver os nossos irmãos emigrarem para longe do seu leito-pátrio.
Ensinamos os nossos filhos a crescerem sobre os auspícios da sabedoria, mas, não admitimos a possibilidade de sermos sábios para ajudá-los a trilhar o caminho do bem.
Sem receio o povo chora em busca de pão para os seus filhos, mas, a sua ignorância, os inibi de pressionar quem os governa de garantir dias melhores para os seus filhos sofredores.
Quando os filhos de uma pátria, voltam os seus olhos para sua terra, a certeza de que as próximas gerações conhecerão dias melhores é cada vez mais plena.
Sobre os traços nobres de personalidade dos filhos de uma Nação, estão escondidos os princípios mais valorosos dos seus ancestrais.
A Pátria que conserva os seus filhos sobre as suas asas, ainda que fragilizada pelas circunstâncias impostas pela onda da pandemia que flagela o bem-estar do seu povo, deve ser respeita e honrada como se fosse uma mãe de primeira viagem em plena maternidade a parir o seu primeiro filho.
Energize os seus passos com a sinceridade do amor que os seus filhos lhe depositam, pois, a crença de que os seus dias serão melhores, provém da convicção do seus filhos de que tu és o herói ou a heroína da sua vida e, que contigo do lado deles, o seu futuro é uma certeza.
Lentamente, sublinho o tempo em que te tornaste a mais bela arte aos olhos dos teus filhos, tão linda e majestosa, que animas e convertes o mundo de quem contigo convive em grande certeza de que vale apenas viver, neste mundo tão incerto e conturbado que é a terra.
“Sobre pequenas palavras escritas com letras de bronze, cantarolo sobre a mente dos filhos sofridos desta Angola à fora, sem medo do tempo que passa, me assumo velho num corpo de jovem, que pretende ser jovem no corpo de velho, quando este tempo chegar.”
Os novos caminhos, abertos pelos nossos passos, nos iludem e nos levam a pensar que somos filhos de deuses gregos, que num grande trovão, nos tornaremos eternos, quando na verdade, o soro da vida eterna, se encontra envolvido entre a magia retumbante dos teus beijos e o suor dispendido pelo teu corpo.
Somos os filhos do Ndongo, que na dura luta travada pela independência da nossa Angola, hoje clamamos pela estabilidade e manutenção deste grande ganho que é a nossa liberdade, por isso, honremos a memória dos nossos heróis tombados em nome desta pátria e de todos os angolanos.
O eco do choro do Deus Menino já se agudeza na minha mente, sobre o sorrir encantado dos meus filhos, prometo o amor incondicional por tudo de belo que a vida me tem proporcionado, para me solidarizar com os corações de todos os que amam viver em alegria juntos seus entes.
Os progenitores têm de ser o farol que conduz os filhos para a felicidade, porque, se este farol for a ofuscação dos sonhos dos seus filhos, este é considerado tudo, menos o guia certo para o seu descendente.
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