Eu Amo Minha Família
"Se você orientar os seus filhos, netos e parentes próximos para o caminho do bem: trabalho, estudo, honestidade e esforço pessoal, facilmente será taxado de CHATO, ORIENTE-OS ASSIM MESMO" Ademar de Borba
Conheço empresários negacionistas que se dedicam mais aos negócios do que aos filhos e tendem a culpar o Estado pela envolvência dos filhos com drogas.
"Educar, é amar os seus filhos, e prepará-los para pensar, de forma a enfrentar o mundo. Adestrar, é amar os seus cãezinhos, é não deixá-los pensar, para seguir apenas as suas ordens. Simples assim!"
"Ajude a modificar o mundo. Eduque seus filhos, de forma a fazê-los compreender, que pequenas coisas, podem ser grandes conquistas. Não ensine-os a apequenarem as pequenas, grandes coisas."
Não sou obrigada a nada,
você também não é,
somos filhos desta porção
austral continental,
Posso ser diferente,
e você também igualmente.
Não existe cultura igual
ou pior apenas diferente,
Ninguém é obrigado a gostar,
e tampouco ser exigente
espero que entendamos
isso daqui para frente
sob a sombra do Pau-Brasil.
Às vezes ter acesso
a alguma Cultura é para uns
questão de estímulo,
acesso próximo ou oportunidade
na vida simplesmente ao som
do Sabiá-laranjeira em liberdade.
[[[Sem capricho, feitiço ou maniqueismo]]].
É deveras surreal, a sociedade insistir em condenar as mulheres que não querem ter filhos, mas tolerar descaradamente os homens que mesmo tendo, escolhem não serem pais.
Pelos filhos separados de seus pais — pelas Agendas, pela Morte ou pela Rejeição — rezemos ao Senhor!
Ovelhas: São dóceis, obedientes e seguem o pastor — simbolizam os filhos de Deus, os justos, os que praticam o bem.
Bodes: São teimosos e independentes — representam os rebeldes, os que não seguem os mandamentos nem demonstram amor ao próximo.
Não tive filhos
por dois motivos:
por falta de tempo
ou porque Deus
deve ter escrito
algo diferente
no meu destino.
Não desencorajo
quem quer ter,
porque tudo tem
a sua razão de ser.
Há quem lembre por
esta razão de Uadi,
e comece a comer Pequi
por crer talvez no Divino.
Só me lembro mesmo
é da Ciência por ser
o conjunto de tudo que
fez a gente chegar até aqui.
(É sobre orientação e respeito).
✝️ Os filhos da perdição vivem no pecado, mas os filhos da promessa da vida eterna experimentam uma vida piedosa. 👣
VOSSOS FILHOS E VOSSAS FILHAS PROFETIZARÃO. A MEDIUNIDADE NA INFÂNCIA SEGUNDO A REVISTA ESPÍRITA DE 10.1865.
O episódio narrado na Revista Espírita de 10.1865 apresenta um testemunho singular acerca da manifestação mediúnica em idade infantil. O relato descreve um acontecimento ocorrido na família de Gabriel Delanne, ainda quando este era criança. O texto foi redigido por Allan Kardec e integra a seção “Variedades”, na qual o codificador frequentemente registrava fatos observados nas experiências espíritas de seu tempo.
O relato inicia mencionando que o Sr. Delanne possuía um filho de oito anos. A criança, crescendo em ambiente profundamente familiarizado com os princípios do Espiritismo, ouvia frequentemente discussões doutrinárias e assistia às reuniões dirigidas por seus pais. Por essa razão, surpreendia os adultos pela lucidez com que discorria sobre os princípios espirituais. O próprio texto esclarece que tal fenômeno intelectual não era extraordinário, pois se tratava do reflexo das ideias assimiladas no ambiente doméstico. Contudo, o fato que motivou o artigo não era apenas essa precocidade intelectual.
As reuniões conduzidas na casa do Sr. Delanne eram caracterizadas por gravidade moral, disciplina metodológica e profundo recolhimento. Nelas predominavam comunicações escritas, embora ocasionalmente se realizassem manifestações físicas e tiptológicas com finalidade instrutiva. Essas experiências nunca eram apresentadas como espetáculo ou curiosidade, mas como instrumento pedagógico destinado à convicção racional. O texto enfatiza que, quando conduzidas com seriedade e sustentadas por explicações teóricas, tais manifestações afastam a suspeita de charlatanismo e conduzem à reflexão profunda sobre a natureza espiritual dos fenômenos.
Foi nesse ambiente que o jovem Gabriel se habituara a observar tais manifestações, sempre compreendendo que se tratavam de fatos graves e respeitáveis.
Certo dia, encontrando se na casa de conhecidos, ele brincava no pátio com três outras crianças. Uma senhora que residia no rés do chão convidou os pequenos a entrarem e lhes ofereceu bombons. Durante a conversa, perguntou ao menino:
“Como te chamas, meu filho”.
Ele respondeu:
“Eu me chamo Gabriel, senhora”.
A senhora prosseguiu:
“Que faz teu pai”.
O menino respondeu com naturalidade:
“Senhora, meu pai é espírita”.
A senhora declarou não conhecer tal ocupação. O menino explicou que não se tratava de profissão remunerada, mas de atividade realizada desinteressadamente para o bem dos homens. Em seguida perguntou se ela já ouvira falar das mesas girantes. Diante da resposta negativa, a senhora comentou que gostaria de ver o pai do menino produzir tal fenômeno.
O menino respondeu com simplicidade:
“Não precisa, senhora. Eu mesmo tenho o poder de fazê las girar”.
Aceitando a experiência, a senhora convidou as crianças a tentar. O pequeno Gabriel sentou se diante de uma mesinha da sala, colocou as mãos sobre ela juntamente com seus três companheiros e realizou uma evocação em tom sério e recolhido. Logo após a evocação, a mesa elevou se e produziu fortes pancadas, provocando surpresa na senhora e nas próprias crianças.
Gabriel então sugeriu que a senhora perguntasse quem estava respondendo através da mesa. O fenômeno tiptológico soletrou as palavras:
“Teu pai”.
A senhora empalideceu diante da resposta. Tomada pela emoção, perguntou se deveria enviar uma carta que acabara de escrever. A resposta foi afirmativa. Buscando confirmação, pediu ao espírito que dissesse há quantos anos estava morto. A mesa bateu oito pancadas. Era exatamente o número de anos transcorridos desde o falecimento.
Ainda pediu que fossem indicados o nome do pai e a cidade onde ele morrera. Ambos foram soletrados pela mesa.
Nesse momento a senhora foi tomada por profunda emoção e não conseguiu continuar o interrogatório. As lágrimas jorraram de seus olhos, dominada pela impressão do ocorrido.
O texto conclui observando que o fato exclui diversas hipóteses de fraude. Não houve preparação prévia do instrumento, nem intenção de enganar. A coincidência exata dos nomes e do número de anos transcorridos desde a morte torna extremamente improvável qualquer explicação baseada no acaso.
O autor recorda ainda que não era a primeira vez que manifestações mediúnicas surgiam em crianças dentro do ambiente familiar. O episódio seria uma confirmação da antiga profecia registrada em Bíblia no livro de Atos dos Apóstolos 2.17:
“Vossos filhos e vossas filhas profetizarão”.
Na interpretação espírita, esse versículo anuncia a universalização da mediunidade no período de renovação espiritual da humanidade. A manifestação mediúnica na infância, quando orientada com prudência e equilíbrio moral, revela a continuidade das faculdades do espírito além da existência corpórea.
Essa temática é examinada de modo sistemático em O Livro dos Médiuns, particularmente nos capítulos dedicados às manifestações físicas e aos cuidados necessários no exercício da mediunidade por jovens, bem como em A Gênese, onde se analisa a dimensão profética do versículo evangélico.
O episódio preservado na Revista Espírita permanece como documento histórico do movimento espírita nascente no século XIX, ilustrando a convicção de que a faculdade mediúnica pode manifestar se espontaneamente em diferentes idades, sempre exigindo orientação moral, discernimento doutrinário e espírito de responsabilidade.
Intensos filhos de Gaia,
e atrevidos no Olimpo,
Furtivamente colho o teu beijo,
doce não resisto;
Acaloradamente e terna provoco
o teu instinto...
Protegidos por Deméter,
travessamente no Olimpo,
A minha nuca coberta pelo teu beijo,
doce te excito;
Apaixonadamente estou em tuas mãos,
te mordisco.
Acompanhados por Perséfone,
vagarosos no Olimpo,
Os meus seios nas tuas mãos
são um punhado de trigo;
Sinfonicamente doce atingiremos o paraíso,
predestino.
As três deusas são por nós dois,
já somos de nós dois,
Somos mistérios revelados,
e ainda não consumados;
Eles hão de nunca serem suficientemente
descobertos.
Sob a proteção do Olimpo,
juntos somos apenas dois meninos,
Divertidamente nos seduzindo
como os astros seduzem a orbe,
No nosso Universo tudo é repleto
- nele tudo pode -
e nos sacode;
Somos duas oferendas no Olimpo,
e perfeitos Mistérios Eleusinos.
Sim, nossos pais têm que ser tudo para nós.
Namorados (as) vêm e vão.
Filhos vêm e vão.
Amigos vêm e vão.
Enfim, pessoas vêm e vão.
Mas os pais não irão, somos nós que iremos. Mas, quando voltamos, eles estão lá para nos receber.
Filhos do Futuro
Carregam nos olhos
a luz que ainda não vi,
Sementes de um mundo
que insiste em nascer.
Em cada gesto, em cada riso,
há o que eu sonhei,
E o que eu não consegui,
talvez, vocês consigam.
Que aprendam com
o vento a suavidade
do tempo,
E com a chuva,
que às vezes tudo se renova.
Que saibam que o amor é força
e é abrigo,
E que perdoar é a ponte
que une corações.
Que encontrem caminhos
mesmo na sombra da dor,
E que nunca temam
a vastidão
de seus sonhos.
Pois cada passo,
mesmo incerto,
é história viva,
E cada escolha é música
que o mundo irá ouvir.
Filhos do futuro,
guardem a esperança,
Como quem segura
estrelas nas mãos.
Vocês são promessa,
raiz e asas,
O começo que transforma
o ontem em amanhã.
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