Eu Amo meus Inimigos
Eu acredito muito na força das palavras. Qualquer pequena frase pronunciada com sinceridade me comove, me espanta, me alegra ou me entristece de uma maneira irreversível. Talvez por isso para mim as promessas tenham tanto valor. Pode ser o juramento mais inocente da face da terra. Não importa. Mas se um singelo e significativo 'juro e prometo' foi dito, ele deve ser cumprido.
Eu juro que se eu pudesse voltar ao passado e apagar as lembranças do futuro, eu não teria cometido o maior erro, que um dia eu pensei que pudesse ser um acerto.
Enquanto todo mundo espera a cura do mal
E a loucura finge que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência
O mundo vai girando cada vez mais veloz
A gente espera do mundo e o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência
Será que é o tempo que lhe falta pra perceber
Será que temos esse tempo pra perder
E quem quer saber
A vida é tão rara
Nós nunca vamos ser capazes de nos entendermos através de palavras. Eu soube disso assim que te conheci. A única forma de nos comunicarmos é através de nossos punhos. Eu não vou desistir, vou continuar perseguindo você. Droga, podemos até sermos condenados juntos... e não haverá palavras que possam nos salvar. he he he... se realmente levarmos isso até o fim, podemos morrer.. Não seremos mais uchiha, jinchuuriki ou coisa alguma. Não haverá mais fardos para carregar, então vamos nos entender em outro mundo... Eu sou o único que pode lutar contra o Sasuke!
Eu sou forte......
O forte chora , o forte sente dor, o forte sofre, o forte esmorece , o forte chega até a desfalecer na fé, mas o bonito de tudo é que o forte não desiste...
Se eu não pensasse demais talvez seria melhor
Que quanto mais distante eu fico eu vejo um mundo menor.
Não parecia que a dor tivesse diminuído com o tempo; na verdade, eu é que ficara forte o bastante para suportá-la...
Quando se sentir triste, lembre-se de 4 coisas:
Deus é grande!
A vida é bela!
Eu existo... e gosto de você!
"E eu rezo uma oração.. hei de repeti-la até que minha língua se entorpeça... Catarina Earnshaw, possas tu não encontrar sossêgo enquanto eu tiver vida! Dizes que te matei, persegue-me então! A vítima persegue seus matadores, creio eu. Sei que fantasmas têm vagado pela terra. Fica sempre comigo.. encarna-te em qualquer forma... torna-me louco! Só não quero que me deixes neste abismo, onde não posso te encontrar! Oh, Deus! é inexprimível! Não posso viver sem minha vida! Não posso viver sem minha alma!"
(Heathcliff - O Morro dos Ventos Uivantes)
A bem da verdade, não sou essa mulher fatal que você pensa que eu sou. Aquelas histórias de sedução foram todas inventadas e esse ar superior, de quem sabe lidar com a vida, é apenas autodefesa.
Aquelas frases filosóficas, foram só pra te impressionar, pra te passar essa ilusão de intelectual... na verdade eu ainda nem sei se acredito nos valores que me ensinaram, quanto mais em frases feitas e opiniões formadas!
Senta aí, vai! Deixa eu tirar os sapatos, desmanchar o penteado, retirar a maquiagem... quero te mostrar que assim de perto não sou tão bonita quanto pareço, por isso uso todos esses artifícios. É que no fundo tenho um medo terrível de que você me ache feia, de que você encontre em mim uma série de imperfeições.
Sabe, não quero mais usar essa máscara de mulher inatingível, de mulher forte com punhos de aço... No íntimo me sinto uma pequena ave indefesa, leve demais para enfrentar o vento, e, deseja ficar no aconchego do ninho e ser mimada até adormecer.
Olha pra mim, às vezes minha intimidade não tem brilho algum e você terá que me amar muito para suportar essa minha impotência.
Deixa eu tirar o casaco, tirar o cansaço... essa jornada dupla me deixa tão carente... A convicção de independência afetiva? É tudo balela! Eu queria mesmo era dividir a cama, a mesa, o banho... Queria dividir os sentimentos, os sonhos, as ilusões... um pedaço de torta, uma xícara de café, algum segredo...
Ah, eu tenho andado por aí, tenho sido tantas mulheres que não sou! Quantas vezes me inventei e até me convenci da minha identidade. Administrei minha liberdade. Tomei aviões, tomei whisky... troquei a lâmpada, abri sozinha o zíper do vestido... decidi o meu destino com tanta segurança! Mas não previ que na linha da minha vida estivesse demarcada uma paixão inesperada.
Agora, cá estou eu, trinta e poucos anos e toda atrapalhada, tentando um cruzar de pernas diferente, um olhar mais grave, um molhar de lábios sensual... mas não sei direito o que fazer para agradar.
Confesso que isso me cansa um pouco. Queria mesmo era falar de todos os meus medos, "dos seus medos?" você diria, como se eu nunca tivesse temido nada. Queria te falar das minhas marcas de infância, dos animais que tive, do meu primeiro dia de aula... queria falar dessas coisas mais elementares, e te levar na casa da minha mãe, te mostrar meu álbum de retrato (eu, me equilibrando nos primeiros passos), ah, queria te mostrar minha primeira bicicleta, com truques. Ela ainda existe! Queria te mostrar as árvores que eu plantei (como elas cresceram!) e todas essas coisas que são tão importantes pra mim e tão insignificantes aos outros.
Ah, você queria falar alguma coisa? Está bem! Antes, só mais uma coisinha: estou morrendo de medo que você saia desta cena antes de mim, que você saia à francesa desta história, e eu tenha que recolocar minha máscara e me reinventar, outra vez.
Se eu pudesse agarrar um arco-íris
Eu o pegaria só para você
E compartilharia com você a sua beleza
Nos dias em que você se sentisse triste.
Se eu pudesse construir uma montanha
Você poderia chamá-la de só sua,
Um lugar para encontrar serenidade,
Um lugar para estar sozinho.
Se eu pudesse pegar seus problemas
Eu os jogaria no mar.
Mas todas estas coisas em que eu estou pensando
São impossíveis para mim.
Eu não posso construir uma montanha
Ou pegar um belo arco-iris.
Mas deixe-me ser o que eu sei de melhor,
Um amigo que está sempre por perto
