Eu Amo meus Inimigos
Eu não quero ser a paixonite de ninguém. Se alguém gosta de mim, eu quero que goste de mim de verdade, e não pelo que pensam que eu sou. E não quero que carreguem isso preso por dentro. Quero que mostrem para mim, para que eu possa sentir também.
Eu não fui embora porque eu deixei de te amar. Eu fui embora porque quanto mais eu ficava, menos eu me amava.
E nós que morávamos um no outro, ficamos sem casa. Perdoe a falta de abrigo, é que agora eu moro no caminho.
ILUSÃO: "As vezes eu realmente odeio essa palavra, principalmente porque últimamente ela
Tem sido bem presente.
Fase ? Q droga de fase é essa que nunca passa ??? To cansado disso, mania idiota
de se encantar com as pessoas em 5 minutos e desencantar em 5 segundos...Uma verdadeira
bolha de sabão, quando surge é linda dá realmente pra pensar que é real, até a hora que
você tenta toca-la ai desaparece como num passe de mágica, e pior ainda, se não tomar
cuidado ainda espirra sabão no seu olho, o q arde demais !!!
De verdade tenho saudades dos tempos em que eu não vivia nessa montanha russa de sentimentos,
que especial pra mim era uma pessoa só, tempos em que as minhas convicções sabiam por sí só
lidar com todos os tipos de situações...Hoje eu não controlo o que eu sinto, me encanto por
ilusões e as deixo dominar minhas atitudes...Odeio mais ainda o fato de me sentir como se
tivesse 15 anos, me sinto ridiculo...
Mas vou continuar seguindo essa tal bolha, porque pior que
perder o controle é ser coração gelado...E ainda há mto amor em mim.
Chega de jogos de ego eles não levam a nada, chega de ser durão, cansei de ser sempre o lado
forte da história, agora eu quero é pular...aonde eu vou cair ? não sei, já não preciso saber,
se alguem que eu curta não estiver lá pra me amparar , certamente outra pessoa estará...Pq a vida é assim,
pessoas vem e vão, cabe somente a nós, valorizar quem é especial...E isso eu sei de longe, alias sabia desde o começo, desde o primeiro "Oi"...
"Autor: Um amigo meu desiludido sentado numa mesa de bar"
O paradoxo curioso é que quando eu me aceito como eu sou, então eu mudo.
Eu tenho sono e já não posso mais dormir. Eu tenho ânsia, não consigo mais comer. Eu tenho medo e já não quero mais.
Meus pés perderam a função básica de equilibrar meu corpo na minha existência. Não diria que a culpa é física porque fui em quem sobrecarreguei minha mente e me tornei incapaz de responder sobriamente por um "tudo bem?". Isso pesa. É pesado saber que não está nada bem.
Eu percebo no espelho que meu sorriso não chega aos olhos. Eu posso enganar a todos, posso até me enganar. Mas é de noite que eu me revelo como sou: sozinha.
Mas eu não estava seguro. Lembrava-me da raposa. A gente corre risco de chorar um pouco quando se deixa cativar...
Eu sou o que posso, na medida que me permitem. Quando posso, ultrapasso as fronteiras. Quando não posso, do meu limite, faço arte.
Sou semelhante ao rio. Se me barram, eu aprofundo.
"Quanto mais eu sinta, quanto mais eu sinta como várias pessoas,
Quanto mais personalidades eu tiver,
Quanto mais intensamente, estridentemente as tiver,
Quanto mais simultaneamente sentir com todas elas,
Quanto mais unificadamente diverso, dispersadamente atento,
Estiver, sentir, viver, for,
Mais possuirei a existência total do universo,
Mais completo serei pelo espaço inteiro fora."
O amor jamais foi um sonho, o amor, eu bem sei, já provei, é um veneno medonho. É por isso que se há de entender que o amor não é ócio, e compreender que o amor não é um vício, o amor é sacrifício, o amor é sacerdócio.
