Eu Amo meus Inimigos

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Eu daria cada alento de meu peito
Para lhe dar todas as coisas que minha mente não podia nutrir.

Eu senti na pele o que me falavam sobre o amor deixar as pessoas mais idiotas, atrapalhadas e bobas.

Eu tive milhões de momentos felizes e pessoas que vieram e foram, deixando no meu coração uma marca que ninguém apagará. Já outras pessoas que pensei não serem importantes, estão comigo até hoje e eu os amo por isso! Não importa a minha pouca idade, eu já aprendi muito, assim como já errei muito e o mais importante foi ter aprendido com esses erros. Já nasci e morri em quatro meses. Foi uma vida curta e intensa. Dessa vida eu tirei experiências e me transformei em alguém que nunca pensei ser, percebi que meus problemas são únicos e, tão pouco, os piores. Aprendi que amor à primeira vista realmente existe e que amar está além de qualquer compreensão. Me deixei um pouco de lado, fui ver o que as pessoas ao meu redor sentiam e descobri que um diálogo resolve muita coisa e que o egoísmo não serve para nada além de nos ferir. Dar um pouco de atenção ao próximo não é bisbilhotar, mas sim se importar. Aprendi a ler o coração das pessoas através dos olhos, pois uma conversa pode lhe enganar, mas os olhos não mentem. Comecei a dar valor àqueles que eu amo e aprendi a ouvir mais. Percebi que ninguém é culpado pelo meu sofrimento além de mim mesma, pois como um sábio disse: "A dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional."
Não podemos evitar que algo de ruim aconteça, mas podemos mudar com essa dor. É preciso perdoar, porque reclamar não vai mudar o fato, pelo contrário, só fará você sofrer mais e mais. Superar as dificuldades. Isso é legal de viver. Sempre atrás de uma barreira vai ter algo muito bom à sua espera, às vezes não, mas não tem problema, é só seguir em frente que você encontrará seu paraíso.

Ó Deus, não permitas, que eu morra
sem ter vivido plenamente o amor.

O fato é que eu prefiro sentir tédio nas férias, do que tédio na escola.

Eu sempre me importei mais com os outros do que comigo, sempre protegi o coração das pessoas e não me importei muito com o meu, sempre achei que se as pessoas que eu amasse estivessem bem me bastaria. E realmente, bastou. Mas, às vezes, até o bastante é pouco. Aí você entende o quão ruim é querer e não ter.

Você pode ser rico, ter um bom emprego e fazer várias coisas mas você nunca amará como eu e nunca terá amigos para valorizar como eu.

Nunca me conformei com o fim de nada. Por mais que eu sentisse que era a hora.

"Se eu gritar, quem poderá ouvir-me, nas hierarquias dos Anjos?"

Juro que nunca mais vou amar ninguém. Nunca mais vou me ligar a ninguém. Nunca mais. Eu acabo destruindo tudo que toco.

Porque eu desejo impossivelmente o possível,
Porque quero tudo, ou um pouco mais, se puder ser,
Ou até se não puder ser...

Fernando Pessoa
Poesias de Álvaro de Campos. Lisboa: Ática, 1944.

“Fico me perguntando que outra mulher ouviria os maiores absurdos como eu, e, ainda assim, não deixaria de olhar pra você e ver um homem maravilhoso.”

Se tiver coragem, eu me deixarei continuar perdida. Mas tenho medo do que é novo e tenho medo de viver o que não entendo – quero sempre ter a garantia de pelo menos estar pensando que entendo, não sei me entregar à desorientação.

Clarice Lispector
A paixão segundo G. H. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

Daria pra escrever um livro se eu fosse contar.

Ana Carolina

Nota: Trecho da canção Ruas de outono.

‎"Se meu coração não se emociona mais, fico me perguntando o que eu estou fazendo aqui. Se não sonho mais, não planejo mais, não desejo mais, não espero mais nada, o que eu estou fazendo aqui?"

(...) nada te posso garantir – eu sou a única prova de mim (...)

Clarice Lispector
Todas as crônicas. Rio de Janeiro: Rocco, 2018.

Nota: Trecho da crônica A noite mais perigosa.

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Sabe aquelas pessoas que disseram pra desistir de você e que você não valia a pena? Pois é, eu mandei elas calarem a boca.

A possíveis leitores

Este livro é como um livro qualquer. Mas eu ficaria contente se fosse lido apenas por pessoas de alma já formada. Aquelas que sabem que a aproximação, do que quer que seja, se faz gradualmente e penosamente – atravessando inclusive o oposto daquilo que se vai aproximar. Aquelas pessoas que, só elas, entenderão bem devagar que este livro nada tira de ninguém. A mim, por exemplo, o personagem G.H. foi dando pouco a pouco uma alegria difícil; mas chama-se alegria.

Clarice Lispector
A paixão segundo G. H. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

O sorriso que eu levo hoje apaga todos os outros rastros. Eu aprendi, aos trancos, que ser feliz não dói. Ser feliz não dói!

...e dos perfumes mais raros, eu escolheria seu cheiro.