Eu Amo meus Inimigos
Bom sentimento é querer voar
Querer tocar o céu é existir
Mesmo com a dor eu vou querer voar
E agradecer por poder estar aqui
Eu perdi o jogo, mas não perco a fé
Eu sei que vai valer meu amanhã
As vezes louco antes do café
Eu chego em casa e já é de manhã
Aumenta o som deixa o grave bater
Se eu to acordado ninguém vai dormir
Acordo sempre ao escurecer
Eles me odeiam, mas não vou desistir
Se é fechamento então vou brindar
Deixar saudade depois de morrer
Antes eu já fiz minha mãe chorar
Foi bem antes do meu velho morrer
As minhas dores eu mandei pro ar
Deixa eu viver, para poder sorrir
Eu mando grana e minha mãe de lá
Me manda forças para eu estar aqui
O Amor venceu
Eu nunca li tanta tristeza em seus olhos menina
Doi, mas precisa voltar
Recarrega os sonhos, se abrace, da volta por cima
Já desabou então chora
E lave sua alma, olha aqui, se acalma
Calma, eu sei você vai sorrir
Ta sendo difícil, mas vai ser preciso
Tente Olhar pra frente e seguir
Olhando seus olhos eu vejo em sua alma
Há tanta tristeza, e tão pouca calma
Se ele te deixou, elas batem palma
E eu sei que é difícil entender
Mas eu vejo você
Sempre chorar
E se perder
Mas vai passar
Vai esquecer
Um novo amor
Sei vai nascer
Pra te curar
Pra te dizer
Que o amor venceu
Oh mãe desculpa por eu não ser mais
Aquele filho que pediu a Deus
E mesmo se eu quisesse voltar
O meu sofrer não ia mais cessar
Pois a dor cobriu o amor
E eu sei que será impossível
De ele se curar
Sei
As vezes a vida me da o mais triste acorde
Esperando que eu acorde e perceba que não vou ser feliz
Se eu sorrio sem fingir é sorte
A dor aqui dentro é forte, que não da para seguir
Nessa melodia triste
O mundo rima: desiste
Não tem porque insistir
Viver sem existir é triste
A dona morte insiste
Em querer me levar daqui
Um dia eu já dei muito orgulho
Hoje eu só dou desgosto
É quando se juntam o ser fraco,
com o estar fraco...
E, conseguir deixar triste dois mundos, não é pra qualquer um.
O meu corpo pesa,
minha mente pesa
Se por na balança,
a balança quebra
Notaram minha queda,
meus sonhos quebram
Fingem a importância
E eu em guerra
Eu vi que de todas, essa é a maior "frescura"
Eu quase voei, e eles veem como "loucura"
Dizem que quem encontra muita dor, é porque "procura"
E eu não respondi como estou, sendo que já ouviram minha alma NUA.
Eu sempre digo, eu sou o erro
Acertando, estou errado
E mesmo quando eu não erro
Eles me julgam culpado
Vem, deita no meu colo
Por eles eu oro
Mas voce é a resposta da minha oração
E é com você que hoje eu quero viver
Juntos vamos vencer
E ouvir nossa historia em uma canção
Deixa de lado o celular
Eu ja provei mais de mil vezes
Por vc eu escolhi ficar
Eu escolho ficar
Vou escolher ficar
Depressão e Ansiedade
Quanto mais eu penso, mais o peito arde
7 facas rasgando a minha alma
Quem é inocente não vê a maldade
Fecha os olhos, dorme e fácil se acalma
Julgam, pois não sabem o que é o fim do mundo
Não sabem que todo dia é um tormento
Carregamos a dor onde é mais profundo
Pra gente isso não passa com o tempo
Crises e mais crises, quem pode acalmar?
Só vai entender quem vive aqui dentro
Desse planeta chamado depressão
Que nos tacam facas a todo momento
Amor Relembrado
Desafetos tive muitos,
E muitos ainda terei,
Mas o que eu quero mesmo ter,
É a mulher por quem chorei.
Passa dia, passa noite
E seu olhar não vai embora,
Em minha mente ele fica,
E isso me apavora.
Contudo, com ele
me sinto reconfortado,
Pois cada vez mais,
Te sinto ao meu lado
"Eu enfrentarei meu medo. Eu permitirei que ele passe através de mim. E quando tiver passado eu o olharei nos olhos para ver seu caminho. Onde o medo passou não haverá nada, somente eu permanecerei."
Deu-me Deus o seu gládio, porque eu faça
A sua santa guerra.
Sagrou-me seu em honra e em desgraça,
Às horas em que um frio vento passa
Por sobre a fria terra.
Pôs-me as mãos sobre os ombros e doirou-me
A fronte com o olhar;
E esta febre de Além, que me consome,
E este querer grandeza são seu nome
Dentro em mim a vibrar.
Súbita mão de algum fantasma oculto
Entre as dobras da noite e do meu sono
Sacode-me e eu acordo, e no abandono
Da noite não enxergo gesto ou vulto.
Mas um terror antigo, que insepulto
Trago no coração, como de um trono
Desce e se afirma meu senhor e dono
Sem ordem, sem meneio e sem insulto.
E eu sinto a minha vida de repente
Presa por uma corda de Inconsciente
A qualquer mão nocturna que me guia.
Sinto que sou ninguém salvo uma sombra
De um vulto que não vejo e que me assombra,
E em nada existo como a treva fria.
Ao divino assassino
[...] Talvez na pressa,
no pânico de Pedro, eu negue um dia
e trate de escapar, mas hoje não;
hoje sofro com fé e, sem poesia,
metrifico uma dor sem solução,
mas não vim negar nada! Faz efeito
essa dor: faz sangrar, mas faz questão
de defender-me como um parapeito
contra a queda e a revolta. Um Botticelli
despedaçou-se todo, mas que jeito,
se por Lear enforcam uma Cordélia
e encarceram a Ariel por Calibã...?
Alvorece, a manhã beata velha
enfia agulhas no Teu céu de lã,
antenas às Tuas cenas de TV,
e eu penso: ela morreu... Hoje, amanhã,
enquanto Te aprouver e até que dê
a palma do prego e o último verso à traça,
vai dor – mas Amém! Não há porque
amar a morte, mas que venha a Taça,
aceito suar sangue até o final,
como não... Tudo dói, menos a graça,
mata, Senhor, que a morte não faz mal!
Paray-le-Munial, 1979
Eu tenho uma coisa boa dentro de mim... Não guardo as pessoas... Guardo o que elas representam para o que eu represento em mim
Não exijo amor alheio
Mas insisto em amar o alheio
