Eu Amo meus Inimigos

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"Ninguém ocupava o lugar de melhor amigo fiel na minha vida, até que JESUS disse que eu era muito mais que uma amiga. Eu sou sua noiva amada."

—By Coelhinha

Inserida por ByCoelhinha

"Vale mais do que meu próprio esforço
Eu Tenho que morrer para as minhas vontades
Pra poder viver no centro da verdade
Te obedecer renunciando o mundo
Com a minha cruz, dizendo não pra mim
E sim pra Ti, minha luz! Isto tem um preço
Vou pagando o preço pra te ver, Jesus!

PS: Na tristeza JESUS está contigo, na dor ELE te conforta, ao cair ELE segura sua mão, mais é necessário pagar o preço assim como ELE pagou. Pra ser ajudado(a) é necessário aceitar ajuda, receba JESUS na sua vida e verás o que ELE vai fazer de cura física, intelectual(emocional) e espiritual. Bem aventurados são os que estão pagando este preço(negando-se em suas vontades e desejos, pra viver o que Deus decretou pra nós) e pagamos com alegria e adoração porque Ele pagou muito mais do que o que eu estou pagando. Porque eu estou pagando a minha vida, Ele pagou de todos nós juntos."

—By Coelhinha

Inserida por ByCoelhinha

"SE DEUS NÃO EXISTIR, morreremos felizes eu e você. MAS SE DEUS EXISTIR? Eu posso morrer feliz, e você?"

—By Coelhinha

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"Eu estava na condição de VERGONHA pela lei. Hoje vivo na condição de JUSTIÇA, atuado pela GRAÇA."

—By Coelhinha

Inserida por ByCoelhinha

"O que Deus CONSTROI em mim se eu não cuidar, posso destruir. Mais o que Deus DERRUBA em mim, nem eu mesma posso CONSTRUIR."

—By Coelhinha

Inserida por ByCoelhinha

Tão Romeo quanto Juliet

I
Eu perdi, mas foi você quem explodiu dentro de mim
Eu morri, mas será você quem ficará para sempre
repetindo nossa canção de ninar, viu, Juju, Juliet?

II
Eu esqueci, mas você é quem cuidará do nosso
elefante branco

Aprenda com ele, “tão curto o amor e tão longo
o esquecimento”!

Aprenda com ele, tão leve o amor e tão pesado
o envolvimento!

Aprenda com ele, tão doce o amor e tão amargo
o sofrimento!

Inserida por voualivoltoja

Jan(eu)ce é intertextual

Não sei se você reparou, mas, volta e meia, eu lanço mão do recurso da intertextualidade… Ele me é muito caro.

Com efeito, essa fixação boa (diga-se de passagem) de dialogar com a tradição e, também, com a modernidade, só tem feito bem à poesia zarfeguiana… e à poesia em geral.

Você há de convir comigo que, hoje, a essa altura dos acontecimentos, é pouco conveniente o indivíduo bater no peito e sair por aí apregoando originalidades… Como ser original quando já se falou sobre todos os assuntos, já se escreveu sobre tudo? Isso não significa que, por causa dessa totalidade de discussões (a internet veio para intensificar esse processo), a gente vá se apegar à mesmice e ao comodismo literário e, pior ainda, intelectual… Nada disso. Até porque ainda é possível ser criativo…

Isso posto, Jan, digo com todas as letras: a intertextualidade só me faz bem, só enriquece, imprimindo leveza e atualidade a meu fazer poético… O poema “Abuse, pero no mucho” [do livro “Sutil, pero no mucho”, 2011] comprova bem isso.

Se você prestou um pouco mais de atenção ao poema, deve ter notado a presença desse diálogo com outros nomes do cenário literário nacional e internacional…

Aliás, logo no título, há uma mistura de idiomas, o que, convenhamos, já sinaliza o que virá adiante… Paulo Paes, Edgar Allan Poe, Tolstoi… os quais, de maneira direta (“Nunca mais”) e indireta (“Descansa em paz”) vão dar sustentação ao discurso poético que, no texto, não deixa nenhuma dúvida quanto ao seu tempo, autor e temática. Trata-se de um poema deste tempo, desta época. Não é mesmo, Jan?

Se não bastassem essas referências autorais, outro aspecto de natureza mais estrutural e formal que sobressai em “Sutil, pero no mucho” é o metalinguístico. A saber, essa capacidade que o texto literário (não necessariamente literário) tem de dialogar consigo mesmo, numa relação dinâmica em que a língua (o código) se torna objeto da própria língua. Essa é, sem dúvida, uma das características marcantes dos textos modernos (Drummond – Alguma Poesia) nem tão modernos (Machado de Assis – Memórias Póstumas de Brás Cubas), e por aí vai.

“Poesia é epifania: / Intuir de noite e de dia” ou “Poesia é alquimia: / Criar de noite e de dia…“

Esses versinhos… tem coisa mais metalinguística do que isso, Jan? Tem: você, uai!

Inserida por voualivoltoja

Ana Neri Amorim Ribeiro:

Que eu poderei lhe oferecer neste dia especial que reúna afeto, consideração e mimo?

Como você já possui a flor – presente de Elane Botelho –, que tal as raízes, o tronco e os frutos?

As raízes, para fixar a amizade, o carinho e as nuvens prenhes de Água Preta.

O tronco, para amarrar promessas de amor e ventos bravios.

Os frutos, para embelezar a mesa e matar a fome de pão e delicadeza.

Que me diz? Não seja modesta! Você merece muito mais! Somos testemunhas disso.

Portanto, segue a PRIMAVERA, mágica e multiflor, todinha pra você! Parabéns!

Inserida por voualivoltoja

Você é lu-z
eu troco o dia pela noite
o certo pelo duvidoso
a borboleta pelo corvo

Você é lux-o
eu troco o Olimpo pelo
tomara que caia
o fio transcenDENTAL...

Inserida por voualivoltoja

Eu vou derramar gota a gota, mas vou dizer AVE, POESIA!

Inserida por voualivoltoja

p.o.e.s.i.a

eu poderia viver sem a p.alavra feito bicho o.dioso,
intratável e e.goísta, mas não abriria mão
(essa acostumada às nuvens) do s.ilêncio,
que me escuta, da i.lha, que me abraça, e das a.lturas,
que me cobram comp.a.i.x.ã.o

Inserida por voualivoltoja

QUINTA⁠

minha última
Quintana assim:
eu passarei
mas ela
passarim!

Inserida por voualivoltoja

Malandro é o gato. Eu sou leão.

Inserida por moloki

Eu sinto toda a depressão da felicidade.

Inserida por moloki

E daí se eu for superficial? Começa com super.

Inserida por moloki

Ainda que eu fique cego, escreverei.
Ainda que eu fique mudo, escreverei.
Até surdo, escreverei.
Vou escrever tanto que um dia terei escrito
o meu próprio mundo.

Inserida por moloki

Eu não preciso ter asas.

Inserida por moloki

⁠o da hora nao eh acampar
são as trilhas, as rochas, as cachoeiras
eu acampo pq vou querer passar o dia todo lá. é moh cansativo chegar. e mais cansativo ainda fazer bate volta.
em relação a acampar, eu tbm prefiro a cidade. o banho quente, o travesseiro gigante e o colchão macio.
mas, se houvessem hotéis, casas, mercados, perto da natureza, já não seria mais tão natureza.
mas, o mais da hora mesmo, o q curto de verdade, é ir pro meio do nada e acender uma fogueira.
escurece, cheio de estrelas
o fogo, o som dos estalos da lenha.
o desenho animado vira um filme.

Inserida por moloki

⁠Hoje eu falei para milhões de pessoas sem abrir a boca.

Inserida por moloki

Dizem que não sou modesto, mas eu sempre fico surpreso com tudo que eu faço.⁠

Inserida por moloki