Eu Amo meus Inimigos
É tanta arrogância nos dias de hoje, que eu me pergunto se esse pessoal sabe, que o corpo apodrece e vira pó.
Um dia eu quero aprender a fazer tudo que pensam que eu faço, para finalmente não ter só a fama e sim o proveito.
Eu Sou Capaz De Amar Sem Me Esquece De Mim Eu tenho Clareza Sobre O Que Quero Alcançar Eu Confio Em Quem Eu Sou Eu Sigo Em Frete Com As Respostas que tenho Eu Tenho Bastante e Ainda Posso Crescer Eu Construo Laços De confiança e Carrinho Eu Gosto De Quem Eu Estou Me Tornando Eu Cresço Um Pouco A Cada Dessafia Que Enfrento Eu Abraço As mudanças Como Parte Do Meu Crescimento Eu Confio Na Minha Capacidade De Aprender Eu Escolho Enxergar O Lado Bom Das Situações Eu Tenho Coragem Até Nos Dias De Cansaço Eu Agradeço O Que Eu Tenho Construo O Resto Eu tenho valor Mesmo Quando Eu Erro Eu Me Orgulho Do Orgulho Que Me Esforço Que Faço Hoje Eu Tenho Coragem De Pedir Ajuda Quando preciso Eu Entro Na Minha Mante Com Gentileza Eu Confio No Tempo Da Vida Eu Tenho Coragem De Tentar De Novo Eu Encontro Alegria Nas Coisas Pequenas Do Meu Dia Eu Confio Que A Vida Me Apoio Nos Meus Sonhos Eu Aprendo Algo Novo A Cada Dia Eu Mereço O Meu Própria Carinho Eu Mereço Relações Que Me Fazem Bem Eu Recebo Dinheiro De Formas Boas e leves Eu Me Afasto Do Que Me Faz Mal Com Calma Eu Fico Mais Forte A Cada Obstáculo Eu Construo Hoje A Minha Segurança De Amanhã Eu Carrego uma Força Tranquila Dentro De Mim Eu Tenho Valor e O Meu Trabalho Também Tem Eu Mereço Amor Do Jeito Que Eu Sou Eu Mereço Uma Vida Confortável e Cheia De Paz Eu Planto Paciência e Colho Aprendizado Eu Tenho Tudo Para Chegar Onde Eu Quero Eu Recebo O Novo Dia de Braços abertos Eu Me Permito Viver O Momento Presente Eu Aceito As Minhas Qualidades e Os Meus Defeitos Eu Deixo Meu Dia Mais Leve Quando Agradeço Eu Recebo Coisas Boas Na Minha Vida Eu Transformo Esforço Em Conquista Eu Respiro Fundo e encontro Calma Dentro De Mim
"Voce Diz Que Sou o Vilão da Sua Historia, Então Eu Vou Te Mostrar Que Nem Sempre Os Herois Vencem No final".
Talvez Eu Esteja Estranho, Ou Talvez Eu Tenha Descoberto Algo Que Você Jurava Que Eu Nunca Saberia.
Há como eu queria voltar no dia de ontem, é concertar o dia de hoje, para o dia de amanhã e diante voltar a ser os dias de antes...
Queria eu te fazer feliz, a sua felicidade transborda sobre a minha, e as duas se transformar em uma só felicidade...
Hoje eu não estou disposta...
Chateada com o mundo
Emburrada com o tempo
E naquela intensidade...
Absurda...
É que eu abri meus olhos
E vi o teu rosto na memória
Mas não pude tocar o teu corpo...
Sentir o teu calor na minha pele...
Sentir o teu suspiro no meu pescoço...
O teu gosto na minha boca...
E então eu saí do compasso da dança
Eu errei os acordes
E tudo saiu fora do contexto
No ton da melodia
No ton da canção
E eu me derramo em um texto
Enquanto as horas passam
Os dias passam
Eu fico presa nesse ciclo altamente viciante
E a consciência esquece dos fatos
É gostoso de sentir
E a razão segue nos trilhos!
A alta periculosidade...
Tem amores tão fortes nessa vida
E com sabores tão ácidos
Que a gente, se mergulhar, dissolve.
Então a gente vive assim mesmo:
Entre a dúvida e o anseio,
Entre o controle e o desejo
Nesse jogo de tabuleiro.
E você fica sendo o meu quadro em ton de arte vulgarmente expressionista
Descrito em parágrafos, orações, frases.
E eu jogo as palavras diante das telas em minhas meias verdades e meias mentiras e as pinceladas
Só porque você é o ton da minha fantasia
Nesse ton de fascinação...!
E quantos graus fazem lá fora, eu não sei!
Mas a temperatura está alta aqui dentro
Contraditoriamente meu corpo não sede ao frio de um dia chuvoso
E ele insiste em manter as chamas acessas
Mesmo diante dessa temperatura baixa
E eu busco refúgio naquele banho...
Novamente...
Nas altas da madrugada...
Um banho para relaxar
E a lembrança dos teus olhos
Um banho para amenizar
E a lembrança dos meus olhos nos teus olhos
Um banho para controlar os instintos
E a lembrança daquela tua fotografia visual que acoplou em minha memória
Um banho...
Enquanto meu corpo bombeia estrogênio em tua intenção
E as ideias surgem como um crime hediondo
E eu me faço escrava, refém e submissa do teus olhos brutais.
E esse é só mais um banho daqueles...
Demorados...
Nas altas horas da madrugada.
Sem você é bom...
Com você seria bom demais...!
Eu fui me deixando guiar por você...
Sem querer eu aceitei essa dança dos sentidos.
E, só por isso, eu acordo com o coração aflito.
Eu me dispenco desse céu, sem cerimônias, no compasso dessa dança.
E você me toca tão gentilmente que eu me permito a esta condição.
Ser conduzida pela suprema manifestação da emoção.
Eu dancei no teu olhar naquele dia que, sem palavras, você disse que me queria.
É tão bela a arte das paixões que se prezam e nunca se desprezam.
E nesse baile a gente dança.
As músicas são cúmplices dos nossos passos em nossos descasos sentimentais.
A gente nunca começou com o fim dessa dança.
A gente nunca terminou o começo dessa dança.
Nós sabemos que o mais gostoso é o quanto a gente se deseja nesse ritmo indecifrável e inflamável.
As batidas fortes dos nossos corações acelerados são frutos de um desses amores invioláveis.
A gente dança, no nosso íntimo, embalados pelo legítimo querer.
É estranho e puramente ardente perceber.
Nós dançamos os diversos sabores e aromas das imaginações impuras.
Somos dois corpos inundados pelo desejo além do primeiro passo dado nessa dança dos pecados.
A dança não terminou...
O céu testemunhou.
O nosso querer nunca sai fora do compasso.
É estranho perceber!
E a dança nem começou...
O inferno atenuou.
Você me deixa no céu nesse banco dos réus.
Nessa dança, eu dancei.
Não reprima o teu bicho...
Eu não faço a mínima questão de domar a tua fera...
Eu só quero possuir o teu instinto mais primitivo com consciência e de peito e portas abertas.
Eu quero ti dar o prazer de conduzir o teu animal perante a minha pureza singela.
Eu tenho o desejo de ti usufruir pelo teu lado mais sombrio e oculto.
Se não for para lhe ter por inteiro, eu não ouso só a parte que me cabe.
Eu não lhe quero se, tão somente, angelical.
Eu quero iluminar a tua parte obscura.
Então se dispa para mim na sua essência mais pura.
Então ouse em abusar de todo o seu canibalismo.
Seja voraz, seja feroz, seja canino.
Nós faremos a farra de dois anjos caídos e nossos corpos selarão a nossa existência perante o univeso.
Eu serei, então, a chama da vida incendiando o teu corpo selvagem pelo querer, pelo desejo e pela vontade.
Não tenha modos, não tenha conduta, não tenha moral, não tenha pudor, não tenha juízo.
Nossa paixão só pode se manifestar assim...
Desse teu lado eu faço questão e eu preciso!
Não se reprima!
Eu ti quero humano e eu ti quero bicho.
Nos teus olhos eu vejo a imensidão...
É quando eu posso apreciar o brilho do teu olhar que eu reconheço a luminosidade das estrelas.
É nesse instante que eu reconheço, em ti, a gota do universo que me faz transbordar.
Tu és, para mim, o acúmulo em desordem da supremacia elementar e nesse acidente cósmico eu me vejo a vagar.
Tu és um desfavor enquanto inquilino dos meus maiores desejos aflitos na saborosidade da tua boca e no teu aroma na minha mente empregnado.
Tu és o gosto agridoce que eu me proponho a degustar na minha face mais ousada e insana.
Deveras tu és uma inquietação absurda!
Tu desajusta o meu coração e embaralha todas as minhas certezas.
No momento em que ti vejo só desperta o meu desejo.
E eu não posso conter o poder dessa atmosfera.
E sempre que eu vejo você, é difícil até descrever o quanto que o meu corpo por ti exclama.
Tão certo como eu preciso do ar que estou a respirar é o solo fértil que foi plantada essa paixão que está sempre a germinar.
Eu não resisto e me deixo, na fogueira do teu corpo, mergulhar, enquanto faço, em ti, as minhas loucuras preferidas e minhas cenas explicitas e ilusórias prediletas.
A imensidão do teu olhar me queima como o fogo e me molha como a água.
Seria abusivo, se não fosse consensual...!
Meu coração saiu do peito...
E de repente toda aquela inquietação fez sentido.
Eu fechei os olhos para não enxergar o que eu sentia.
Mas não adianta colocar a venda.
Sentimento não pede permissão para a visão.
Ignorância minha.
A gente apenas sente e é sem querer, às vezes!
E o redemoinho, por mais contido que seja, em ventos fortes faz um estrago.
Meu coração saiu do peito desajeitado.
Bateu forte e ritmicamente acelerado.
É que a paixão que disperta a alma tem maior poder do que um amor que adormece os sentidos.
É mais potente, é mais agressivo.
Agonizou o amor, então, em sua antecedência de morte...
Meu coração saiu do peito livre e leve como a brisa.
Me trouxe as poesias mais lindas pelas mãos da força motora da paixão que me mantém vivida.
E então eu me dei ao luxo de admirar o caos à minha volta.
Meu coração reascendeu ao receber a ventania.
Foi o brilho dos olhos teus que me deixou em harmonia.
E fez meu coração sair do peito...!
Então eu peguei o meu inferno e fiz de minha morada.
Eu me joguei no abismo dessa paixão negligenciada.
Eu me deixei pegar fogo, queimar, vira cinzas e fumaça.
Eu peguei o meu bem querer e transmutei em silêncio pelo vácuo do espaço-tempo.
Eis que meu coração saiu do peito endiabrado!
Me faz flutuar do ceus aos infernos do modo mais vasto.
Minha paixão tem a força de um tornado.
Fez meu coração sair, pulsar, brilhar fora do peito...!
Eu vi o universo...
Tão lindamente expresso.
Eu vi a doçura pintada na tua face da forma mais suave
E se era para ser o efeito oposto, eu me quebrei de novo!
Você é a minha via láctea.
Eu pude apreciar a paisagem mais bela.
E que vislumbre, meu amado amante, perder, assim, a força da gravidade.
Flutuar como uma pluma sem, sequer, o chão pisar.
Eu voei no espaço aéreo desse mar de constelação.
Ah, o teu olhar...
Obra-prima da primavera eterna!
A mais bela composição da natureza sem área, ângulos, retas e arestas.
Não se pode calcular a imensidão que abrange o teu olhar.
Sem letras escritas, sem palavras ditas, no silêncio supremo, és poesia.
É lindo de ver, é lindo de testemunhar, é lindo de comprovar como é perfeito cada traço do teu DNA.
Só para me confrontar, a tua areia movediça eu não canso de enfrentar!
E, quanto mais eu quero sair, mais me afundo.
Ah, meu bendito oceano galáxial, desse teu veneno eu já quis me curar em terra, céu e mar.
E para me desconectar dessa atmosfera, o meu ar, o teu sorriso foi capaz de roubar.
Cada detalhe teu me traz uma sentença de refém.
E, se eu digo que não te quero, eu minto.
Para não ser uma refém declarada, eu omito.
E para não morrer de coisas de coração, eu me levo a outra dimensão.
Você é a minha melhor confusão na minha confissão de paixão e contradição de amor.
Eu quero tanto que, de tanto querer, eu tenho medo de me deixar prender e, nunca mais, querer me soltar.
Ah, meu bem, como é gostoso me render a esse meu jeito diferente de amar você...
Estou sem ideias...
O seu excesso me deixa em branco no espaço aéreo, respirando no vácuo.
Eu rio ao mesmo tempo que me encanto.
Me deixa sem palavras...
Me deixa no silêncio pontiagudo.
É um absurdo!
Eu ouso me esquivar pelas palavras perdidas e te encontrar nesse resto de ar rarefeito até uma frase se completar.
A minha indigestão é forte demais nesta prontidão que me deixa desperta entre loucuras e lacunas da nossa paixão.
Eu não tenho condições de ser delicada enquanto a intensidade me provoca alvoroço e em mim faz morada.
Cada trecho é um veneno que reflete o teu olhar, que me fez o todo repensar.
Eu não sei onde começam e terminam a ilusão e a exatidão deste conto sem título, início definido ou fim concluído.
É o rascunho de uma dissertação descrevendo a minha terrível contemplação do teu Ser.
A história é de extrema doçura e obsessão.
Eu, em você, sou a tua contramão.
Você, em mim, é vias de fato.
Ah, meu bem, estou sem saber como me perder destas ideias errôneas, ásperas, severas e infectas que tenho toda vez que meu instinto chama por você.
Eu preciso me curar deste mau caminho adorável de lhe querer e desejá-lo.
É um sentir caloroso e saboroso.
Mas é bem desgarrado e desgraçado.
